sexta-feira, 25 de março de 2011

As reformas que a ministra da Educação deixa por fazer

Outro virá para pegar na pasta.

As sugestões e acções da oposição atual prometem, mas será que cumprem?

Há tanto para fazer e refazer para por a Educação no lugar de destaque que merece: um destaque pelas boas razões! Cavaco Silva ficou conhecido pelo "deixei-me trabalhar": que tal dizermos "deixei-nos educar"?

"Na Educação, fica por fazer mais do que a reestruturação da rede de escolas.


Avaliação de desempenho dos professores, reestruturação da rede escolar e reorganização curricular. A pasta que Isabel Alçada herdou de Maria de Lurdes Rodrigues estava a meio de complicadas reformas, mas a meio ficou de novo.

"No Ministério da Educação ficou por fazer tudo", opina Santana Castilho, especialista em Educação. O novo ministro da Educação terá a seu ver, uma árdua tarefa pela frente. Há que suspender a avaliação de desempenho dos professores, "o próximo Governo terá de fazer isso, se a Assembleia da República não o fizer" e depois "é preciso desburocratizar a escola, é preciso consagrar definitivamente a autonomia das escolas, é preciso fazer uma intervenção séria ao nível dos programas de estudo" e ainda"é preciso fazer uma intervenção de fundo no programa Novas Oportunidades, que é um bom exemplo de como se certifica a ignorância, e é preciso intervir no ensino profissional, que é hoje um ensino de papel e lápis".
Diário Económico
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