Como já comentei no passado, não sou contra, mas há melhores soluções. Que tal, por exemplo, ao invés do chorudo subsídio para não fazerem nada, um "cheque alimentação", ou mesmo mercearias sociais onde os mais carênciados (os que realmente são) tinham direito a cabazes alimentares?
Até porque quando o fizeram no Natal não teve sucesso...
É triste ver um miúdo com fome e com um belo telemóvel na mão...
Mais uma notícia do Público:
"Várias autarquias vão voltar a abrir as cantinas escolares durante as férias para responder a eventuais carências alimentares das crianças. Tal como no Natal, nestas férias da Páscoa, que começam no sábado, as escolas do Porto e Faro vão ter as cantinas abertas e, em Setúbal, também estão garantidas as refeições de algumas crianças mais carenciadas. Isto mesmo sabendo-se que a adesão no Natal não foi a esperada pelos municípios."
Abraço!
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