terça-feira, 6 de março de 2012

Banco de Exames e Provas do GAVE

O Banco de Exames e Provas é um arquivo de todos os instrumentos de avaliação concebidos no âmbito da missão do GAVE – Gabinete de Avaliação Educacional, desde 1997. 


Neste arquivo podem ser consultados e descarregados os ficheiros relativos às provas de aferição, às provas de exame nacional (ensino básico e ensino secundário) e aos testes intermédios. 

Clicar aqui para aceder.

Abraço!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Concursos: "round 2" amanhã

Alteração: não é que afinal as negociações continuaram à noite e já não sobra nada para amanhã...

Algum otimismo...

"Concursos de professores continua a ser negociado amanhã



A Federação Nacional da Educação (FNE) vai reunir-se de novo amanhã, de manhã, com o secretário de Estado da Educação e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, para debater a nova proposta de regulamento dos concursos do pessoal docente.

Em cima da mesa estarão, segundo João Dias da Silva, secretário-geral a FNE, “alguns aspectos” que continuam a suscitar a rejeição desta organização, nomeadamente “a posição preferencial” que é atribuída, na proposta do ministério, aos professores que trabalham em escolas particulares com contratos de associação.

O encontro de amanhã ficou agendado depois de uma ronda realizada esta manhã, na qual foi debatida a segunda proposta de regulamento, apresentada sexta-feira pelo ministério.

Esta nova proposta já contempla “várias questões” suscitadas pela FNE no sentido de se garantir “maior transparência e equidade” nos concursos de professores, indica João Dias da Silva. “Existem claramente alterações muito significativas em relação a procedimentos do passado”, acrescenta. Exemplo disso é a proposta com vista a “reforçar-se, muito significativamente, a importância da graduação profissional” nos concursos para professores contratados, continua.

O líder da FNE acredita que, em relação à operacionalização dos concursos, regulamentada no novo diploma, se possam encontrar mais “soluções de convergência” entre os sindicatos e o ministério, mas frisa que, em relação ao que considera serem “questões de fundo”, há muito ainda a separá-los. Nomeadamente no que respeita à vinculação dos professores contratados, que continuam a não ter lugar nos quadros, mesmo quando estão há vários anos seguidos nas escolas, uma situação que a FNE classifica de “injusta e até imoral”.

Por outro lado, frisa João Dais da Silva, não faz sentido continuar a regulamentar-se os concursos de docentes sem antes “determinar com rigor quais são as necessidades reais do sistema educativo”.

“Todos os anos é visível que os lugares do quadro são claramente insuficientes”, lembra, frisando que este levantamento, que também já foi recomendado pela Assembleia da República, deve ter na base aquela que é a finalidade do sistema educativo, ou seja, a "promoção do sucesso escolar”.

Hoje de manhã, o secretário de Estado Casanova de Almeida reuniu-se também com outras cinco organizações de professores. À tarde, é a vez da Federação Nacional dos Professores (Fenprof)."

Abraço!

Concursos: mais negociações

Ministério da Educação e sindicatos voltam a negociar recrutamento de docentes

Boa sorte para nós...

Abraço!

Concursos - Propostas comparadas

Mais um excelente trabalho publicado no ad duo que já vos recomendei anteriormente.

Lado a lado, a comparação entre a lei vigente, a 1ª e a 2ª propostas dos concursos, com as diferenças bem evidenciadas.

E nesta segunda proposta há várias novidades, das quais destaco:

- Intervalos para concurso entre 8 e 15 e entre 16 e 21 horas, para além dos completos, claro. Ainda assim não sei se gosto;

- 1.ª Prioridade — a) indivíduos qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam, que tenham prestado funções docentes num horário anual não inferior a 12 horas letivas, em dois dos seis anos letivos imediatamente anteriores ao da data de abertura do concurso.
b) São igualmente ordenados na 1ª prioridade os docentes de estabelecimentos particulares com contrato de associação, desde que tenham sido opositores aos concursos previstos na alíneas b) do n.º 2 do artigo 6.º, no ano imediatamente anterior ao da realização do concurso externo;


"Bolsa de Recrutamento" até 31 de dezembro;

- Contratação de Escola - Graduação com a ponderação de 50%;
e um dos seguintes critérios com a ponderação de 50%:
i) Entrevista de avaliação de competências;
ii) Avaliação curricular.

Podem consultar aqui. Recomendo!

Abraço!


domingo, 4 de março de 2012

Descoberta de portugueses abre caminho a novas próteses

Na sequência de outras boas notícias sobre Portugal e portugueses que se destacam, deixo-vos esta:



"Descoberta de portugueses abre caminho a novas próteses

Mobilidade perdida pode ser restaurada com próteses comandadas pelo pensamento

As regiões e os processos cerebrais envolvidos em tarefas físicas, como andar de bicicleta ou tocar piano, ou na sua aprendizagem, são os mesmos que o cérebro utiliza para operações puramente mentais. A descoberta é de investigadores portugueses da Fundação Champalimaud e norte-americanos da Universidade de Berkeley, na Califórnia, e tem implicações no desenvolvimento de próteses que possam ser controladas apenas pelo pensamento.

Publicado hoje on line na revista Nature, este é um novo avanço na compreensão do cérebro e dos seus processos. "Já se suspeitava de que o cérebro é muito plástico, mas não se sabia que para a realização de uma ação abstrata, como é o pensamento puro, utilizamos as mesmas zonas e processos cerebrais que usamos para aprender habilidades motoras", explicou ao DN o neurocientista Rui Costa da Fundação Champalimaud e um dos coordenadores da investigação.

Outra novidade do estudo é que o cérebro aprende muito depressa a manipular as operações abstratas neste processo, mesmo que as regras sejam arbitrárias. Se não houver indicações de como um determinado dispositivo pode ser controlado só com o pensamento, ao fim de uns dias, o cérebro aprende sozinho a fazê-lo.

No desenvolvimento de neuropróteses este pormenor torna-se decisivo: elas não precisam, afinal, de ser feitas à medida de um determinado circuito neural, como se faz agora, para poderem ser controladas pelo pensamento. Pelo contrário, o cérebro consegue aprender a fazê-lo sozinho."
DN

Abraço

Para pensar


sábado, 3 de março de 2012

Não é por falta de legumes...

E quando digo legumes quero dizer, por exemplo, "nabos", que, embora não sejam dos que estão na terra, abundam pelas Escolas deste país...


"Uma horta em cada escola da Maia"


Abraço!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Não me parece que tenham sucesso

Esta medida da Lurdinhas pela "estabilidade" do corpo docente em cada Escola é, como todos sabemos, uma boa maneira de pagar menos aos professores: um contratado sai mais baratinho que um quadro. Mais do que um concurso anual, podiam exigir que entrasse, pelo menos, 1 quadro por cada 4 que saíssem, que dizem?


"FENPROF reafirma necessidade de concurso geral de professores em 2012"

Abraço!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Profissão de risco

"No caso dos professores, o stresse e a violência do meio escolar podem ser detonadores de tendências suicidas. «A indisciplina dos alunos e o ambiente da escola provocam um desgaste tremendo que pode deixar ainda mais frágil quem já tem problemas em casa», comenta Ana Grancho, da Associação Nacional de Professores (ANP)..."

Abraço!

Holanda: por lá faz-se assim...

Como se diz, "lá não é como cá"! A nossa tendência é para vermos os outros países sempre exemplares, onde não há cá confusões e trapalhadas como no nosso.

Isto das comparações serve para o que serve e corremos o risco de fazer cá só porque resultou noutro país qualquer. É preciso contextualizar, saber porque resulta no outro país, encontrar "adaptações", estudar muito bem os casos e, depois de um trabalho sério, ver se interessa tudo, nada ou uma parte.


"Educação na Holanda como referência

A liberdade de ensinar, a liberdade de abertura de estabelecimentos de ensino e a liberdade de escolha da escola pelos pais, na Holanda, foram os pontos mais debatidos no seminário desta manhã na Fundação Calouste Gulbenkian, sobre o Modelo de Ensino Holandês, organizado pelo Fórum pela Liberdade para a Educação.

Definido por Paul Zootjens, professor de Direito e membro do Conselho de Educação da Holanda, como um "modelo descentralizado", o sistema de educação holandês permite a cada escola "criar a sua própria identidade, regendo-se pelas religiões e filosofias que entender". Em alguns casos é autorizada a selecção ou exclusão de docentes e alunos.

A liberdade de escolha da escola pelos encarregados de educação permite aos pais a escolha do modelo de ensino que mais se adapta à sua forma de ver o mundo: "É um ponto a favor o facto de eu poder escolher colocar o meu filho não na escola mais próxima de minha casa mas na escola que se identifica mais comigo", afirmou Frans de Vijlder, professor de Governo e Inovação nos Sectores Sociais na Universidade de Arnhem/Nijmegen.

Outra das grandes diferenças apontadas entre o sistema de educação português e holandês é o facto de neste último também o programa curricular ser uma opção das escolas. Existe apenas a obrigação de leccionar a língua holandesa, a Matemática e pelo menos mais duas línguas estrangeiras.

Estima-se que, na Holanda, o financiamento do Estado à Educação seja de cerca de 36 mil milhões de euros por ano. Naquele país a tarefa de gestão das escolas cabe a administrações que têm total responsabilidade sobre a forma como gastam o dinheiro e os resultados obtidos pelos alunos. Ao Governo cabe a aferição da qualidade do ensino.

Ao longo dos anos, a Holanda tem mantido uma elevada eficiência no campo educacional, conseguindo bons resultados em testes internacionais como o PISA e o TIMMS, aproximando-se dos países asiáticos.

O seminário contou ainda com a presença de Henk Soeters, Embaixador do Reino dos Países Baixos."
Correio da Manhã

Abraço!