quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Cortes nos subsídios de Férias e Natal


O Gabinete de Gestão Financeira, através do OFÍCIO CIRCULAR Nº 2 / GGF / 2012, informa as Escolas sobre o processamento de remunerações em 2012. Eis um pequeno excerto (aconselho a leitura do documento na íntegra):

"2- Suspensão dos pagamentos de subsídios de férias e de natal (art.º 21º da LOE)
Ficam suspensos os pagamentos dos subsídios de férias e de natal ou quaisquer prestações correspondentes aos 13º e, ou, 14º meses, de acordo com o artigo 21º da LOE, aplicáveis às pessoas referidas no n.º 9 do art.º 19º da Lei n.º 55-A/2010, de 31 de dezembro, cuja remuneração base seja superior a 1.100€. ou seja, o corte integral dos dois subsídios efetiva-se a partir dos 1.100€.

Considerando o disposto no nº 2 do art.º 21º, as pessoas cuja remuneração base mensal seja igual ou superior a 600 euros e não exceda o valor de 1.100€, ficam sujeitas a uma redução nos referidos subsídios.
Assim, o valor de cada um dos subsídios (férias e natal) deverá ser calculado de acordo com a seguinte fórmula:
1.320 – 1,2x (Remuneração Base Mensal)"

Façam as vossas contas!

PS: será que vai haver folga ou almofada e livram-nos desta? A esperança é a última a morrer...

Abraço!



sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Portugal: país de Mestres e Doutores

É bom ser-se educado (em todos os sentidos da palavra). Mas mais Mestres e Doutores significa um país melhor, mais apto para enfrentar o futuro? Espero que sim! Haja esperança!


"Esta melhoria das qualificações académicas não foi, porém, acompanhada de uma melhoria da situação laboral dos portugueses. "

Abraço!

Menos CNO, menos emprego


Muito se tem dito sobre a qualidade/mode de obtenção da formação neste tipo de Ensino, mas não é por este prisma que vou pegar na notícia.

Opto por pensar nos contratos que vão desaparecer, levando muitos para o desemprego. Nesta é poca de crise, quem perde o emprego está muito mais "enrascado"... Cerca de 800 trabalhadores têm o seu posto de trabalho em risco, força para os que ficam de fora!

E é claro que o PS fala em "enorme gravidade"...

"Vinte centros Novas Oportunidades vão fechar



O Ministério da Educação e Ciência afirmou hoje que são 20 os centros Novas Oportunidades que vão fechar, 14 por não terem cumprido “metas contratualizadas” e seis a pedido dos próprios promotores.



Em comunicado, o ministério separou estes encerramentos por “incumprimento de metas contratualizadas” do que venha a acontecer após o processo de avaliação do programa Novas Oportunidades que está a decorrer. E esclarece que a Agência Nacional para a Qualificação “concluiu o processo de encerramento” iniciado ainda durante o governo PS.

“As alterações mais profundas ao programa Novas Oportunidades serão aplicadas a partir de Setembro de 2012”, afirma a tutela, que não adianta mais nomes de centros a fechar além dos que foram referidos hoje em Diário da República.

O resultado das candidaturas dos centros a financiamento intercalar para funcionarem até Agosto será conhecido no próximo mês, acrescenta o ministério de Nuno Crato.

Segundo o despacho publicado no Diário da República, são extintos os centros Novas Oportunidades promovidos pela Escola Secundária de Montemor-o-Novo (Montemor-o-Novo), pela Escola Secundária com 2.º e 3.º Ciclos Gil Vicente (Lisboa), pela Escola Superior de Educação de Portalegre (Portalegre) e pela Escola Secundária com 3.º Ciclo do Ensino Básico de Sacavém (Loures).

Além destes, são igualmente extintos os centros Novas Oportunidades promovidos pela Escola Secundária com 3.º Ciclo do Ensino Básico de Madeira Torres (Torres Vedras), pela Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Leça do Balio (Matosinhos) e pela Escola Secundária da Moita (Moita).

O centro promovido pelo agrupamento de escolas da Pampilhosa fecha a pedido do promotor. Quanto ao centro do Instituto Politécnico de Leiria, o conselho de gestão daquela instituição afirmou hoje ao fim da tarde que o encerramento acontece também a seu pedido."

Abraço!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Um Professor é só um Professor

Mais uma reflexão de João Ruivo no Educare que vale a pena ser lida. O Professor que não é mais do que isso, um Professor. Não vale a pena esperarem que resolvamos todos os problemas do mundo sozinhos.





"O professor e a varinha de condão
João Ruivo | Educare
Admitir que a educação pode resolver todos os problemas e contradições da sociedade resulta em transformá-la em vítima evidente do seu próprio progresso.
Ser professor acarreta uma profunda carga de utopia e de imaginário. Com o lento passar do tempo e da memória coletiva, gerações após gerações ajudaram a elaborar a imagem social de uma profissão de dádiva absoluta e incontestável entrega.

O poder simbólico da atividade docente leva a que os professores sintam sobre os seus ombros a tarefa herculeana de mudar, para melhor, o mundo; de traçar os novos caminhos do futuro e de preparar todos e cada um para que aí, nesse desconhecido vindouro, venham a ser cidadãos de corpo inteiro e, simultaneamente, mulheres e homens felizes. É obra!

Ao mesmo tempo que a humanidade construiu uma sociedade altamente dependente de tecnologias dominadoras, transferiu da religião para a escola a ingénua crença de que o professor, por si só, pode miraculosamente desenvolver os eleitos, incluir os excluídos, saciar os insatisfeitos, motivar os desalentados e devolvê-los à sociedade, sãos e salvos, com certificação de qualidade e garantia perpétua de atualização permanente.

O emergir da sociedade do conhecimento acentuou muitas assimetrias sociais. Cada vez é maior o fosso entre os que tudo têm e os que lutam para ter algum; entre os que participam e os que são marginalizados e impedidos de cooperar; entre os que protagonizam e os que se limitam a aplaudir; entre os literatos dos múltiplos códigos e os que nem têm acesso à informação.

E é este mundo de desigualdades que exige à escola e ao professor a tarefa alquimista de homogeneizar as diferenças.

Os professores podem e estão habituados a fazer muito e bem. Têm sido os líderes das forças de sinergia que mantêm os sistemas sociais e económicos em equilíbrio dinâmico. São eles que, no silêncio de cada dia, e sem invocar méritos desnecessários, evitam que muitas famílias se disfuncionalizem, que as sociedades se desagreguem, que os estados se desestruturem, que as religiões se corroam. Mas não podem fazer tudo. Melhor diríamos: é injusto que se lhes peça que façam mais.

Particularmente quando quem o solicita sabe, melhor que ninguém, que se falseia quando se tenta culpabilizar a escola e os professores pelos mais variados incumprimentos imputáveis ao sistemático demissionismo e laxismo das famílias, da sociedade e do próprio Estado tutelar.

É bom que se repita: os professores, por mais que se deseje, infelizmente não têm esse poder e essa magia. Dizemos infelizmente porque, se por milagre o tivessem, nunca tamanho domínio estaria em tão boas e competentes mãos.

E é precisamente porque nunca foram tocados por qualquer força divina que os professores, como qualquer outro profissional, também estão sujeitos à erosão das suas competências; que, como qualquer técnico altamente qualificado, eles também necessitam de atualização permanente. E é por isso mesmo que os docentes reclamam uma avaliação justa do seu desempenho. Uma avaliação em que se revejam, que os estimule a empreender e que os ajude no seu crescimento profissional.

Todas as escolas preparam impreparados. Até as que formam professores. Sempre foi assim e, daí, nunca veio mal ao mundo. É a sequência e a consequência da evolução dialética das sociedades e das mentalidades.

Por isso, centrar a discussão na impreparação profissional dos docentes, como se tal fosse estigma exclusivo desta classe e justificasse as perversas iniciativas que lançam a suspeita pública sobre a responsabilidade ética dos educadores no insucesso do sistema educativo e no desaire das políticas educativas que não têm vindo a sancionar, isso dizíamos, traduz uma inqualificável atitude de desprezo pela verdade e pela busca de soluções credíveis e partilhadas.

Admitir que a educação pode resolver todos os problemas e contradições da sociedade, resulta em transformá-la em vítima evidente do seu próprio progresso.

Repetimos: os professores não têm esse poder e essa magia. Os docentes não podem solucionar a totalidade dos problemas com que se confrontam as sociedades contemporâneas, sobretudo se não tiverem os contributos substanciais dos outros agentes educativos e das forças significativas da sociedade que envolvem a comunidade escolar.

Evidentemente que a escola e os professores podem e devem contribuir para o progresso da humanidade e para o seu desenvolvimento político, económico, social e cultural. Porém, tal não é atingível apenas com meros instrumentos educacionais porque eles, por si só, não são capazes de estilhaçar o mundo de crescentes desigualdades e uma cúpula política sob a qual coexistem a injustiça, o desemprego e a exclusão social.

Os professores não têm essa varinha de condão e, por favor, não os obriguem a ser mais do que são, ou nunca serão o que o futuro lhes exige que venham a ser."


Abraço!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mais alunos ajudados por terem fome

Sinais da crise económica e social em que vivemos. Infelizmente a fome é uma realidade. Infelizmente a gestão do dinheiro nas famílias nem sempre é a melhor. Infelizmente há quem queira trabalhar e não consiga. Infelizmente há quem esteja a ser mantido por todos os que trabalham.


"A fome nas escolas está a preocupar os Empresários Pela Inclusão Social (EPIS), que alertam para o aumento de sinalização destes casos, nos últimos seis meses.


Entre Março e Novembro, a associação que apoia cerca de nove mil alunos com dificuldades educativas reencaminhou 41 para instituições de apoio social por estarem em situações de risco provocadas, na maioria dos casos por carência económicas e alimentares.

O aumento de alunos que apresentam sinais de alimentação insuficiente é "alarmante" e, por isso, Diogo Simões Pereira, director-geral da EPIS, apela às escolas e a todas as entidades que estejam "mais atentas". E basta reparar em pequenos sinais, como as crianças que pedem pão para levar para casa,exemplifica.

Desde Setembro de 2008, quando começou a prestar apoio aos estudantes com más notas, que 11% dos casos reencaminhados pela EPIS estavam relacionados com carências alimentares. E nos últimos seis meses, só as carências económicas, alimentares e o desemprego de um ou de ambos os pais representam 23,5%.

Entre os estudantes reencaminhados para outras ajudas de Março a Novembro, 32% foram para consultas de especialidade, 11% para as comissões de protecção de menores, 10% para os médicos de família e 8% para a Segurança Social. "A tendência para reencaminhar para o médico deve-se ao facto de haver tempos de resposta a cumprir, enquanto que noutros serviços não há limite para o tempo de espera", justifica Diogo Simões Pereira, director-geral da EPIS. Por isso, "70% dos casos são resolvidos em tempo útil"."
DN

Abraço!

Revisão curricular no Parlamento a 10 de Janeiro

O ministro da Educação vai no dia 10 ao Parlamento explicar aos deputados a proposta do Governo para a revisão curricular que anunciou no passado dia 12 e está em consulta pública até fim de janeiro.


Abraço!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Reforma curricular: opinião de Vasco Barreto

Alguém com esperanças na reforma curricular em curso. Diga-se o que disser, não é a pensar no Ensino que esta surge, a motivação é económica... poupar a todo o custo! Quem poupa no Ensino hipoteca o futuro...



"Trivialidades sobre o ensino
Por Vasco Barreto, investigador do Instituto Gulbenkian de Ciência, no Jornal i







Há duas estratégias de ensino para responder aos "desafios da modernidade". Uma passa por inová-lo e fragmentá-lo, acelerando a especialização, tendência que o Tratado de Bolonha tornou irreversível no ensino superior.
A outra assenta na concentração dos esforços num núcleo de conhecimento que permanece incólume ao rebuliço da modernidade, mas que, bem dominado, equiparia os alunos para as surpresas do futuro, da mesma forma que um músico de jazz bom em harmonia não se atrapalha perante uma melodia desconhecida.
Saudosista anacrónico do "Trivium" e do "Quadrivium" dos antigos, defendo esta estratégia, e é bom ver que Nuno Crato está a dar os primeiros passos para a implementar no liceu, tentando corrigir o óbvio: somos péssimos a Matemática e a Português, temos uma cultura científica medíocre, e venha antes uma História bem dada, e até ao fim, do que umas pinceladas de Formação Cívica.
Mas pelas reacções que li na imprensa à reforma curricular em curso, continuamos reféns da tradicional clivagem entre esquerda e direita.
Ora, a esquerda não tem de aplaudir todas as experiências pedagógicas inovadoras, nem deve ser cúmplice eterna dos sindicatos dos professores, sob pena de se perpetuar o que me aconteceu há mais de 20 anos, que foi terminar o liceu como se Portugal tivesse acabado com o terramoto de 1755.
Nem a direita tem de persistir num "contra-eduquês" cego, um movimento ainda mais ideológico do que o próprio "eduquês" do "facilistismo", da burocracia e da experimentação, pois mostrou-se incapaz de reconhecer o desempenho razoável dos nossos alunos no exame internacional que conta (o PISA 2009) e devia piar mais fino, pelo menos até ser a sua vez de ir ao quadro."

Abraço!

ADD aprovada

Desta não nos livramos, pelo menos por agora.

O processo é mais simples, mas as quotas continuam.

O mal-estar nas Escolas vai-se manter até que nos vamos habituar como nos habituamos a tudo o resto que nos têm feito. 

Será que se trabalha mais ou menos desde que nos meteram nesta salsada da avaliação?

Será que se trabalha melhor?

Será que se dá o mérito a quem o merece? Ou há negociações e interesses na atribuição das avaliações?

Ou seja, será que a Escola tirou benefícios com a implementação da avaliação nos termos em que a temos e vamos continuar a ter?

"Governo mantém quotas no topo

O Governo aprovou ontem em Conselho de Ministros os diplomas de um novo e mais simples modelo de avaliação de professores, bem como a sua adaptação ao estatuto da carreira docente.


O novo regime resulta do acordo assinado em Setembro com sete de 13 sindicatos e entra em vigor no próximo ano lectivo. Os ciclos de avaliação passam a ter quatro anos, coincidindo com os escalões da carreira (a excepção é o 5º escalão, que tem apenas dois anos); as quotas para aceder às classificações mais elevadas mantêm-se; e a avaliação da componente pedagógica será efectuada por docentes de outras escolas, que integrarão uma bolsa de avaliadores.

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, afirmou ontem que com ciclos de avaliação maiores haverá "maior tranquilidade" na vida das escolas.

A Fenprof ficou de fora do acordo, em especial por não concordar com a manutenção das quotas, mas Mário Nogueira reconheceu que este modelo é mais simples e menos burocrático. O líder da Fenprof lembrou ontem que "enquanto a carreira estiver congelada não haverá conclusão do processo avaliativo".

O Conselho de Ministros aprovou ainda mudanças às leis orgânicas, devido à junção da Educação e do Ensino Superior num só ministério."

Correio da manhã

Abraço!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

ATL, explicador e afins


O negócio que vai dando sustento a muitos colegas nem sempre é levado com seriedade. Parte desta notícia é corroborada por casos que conheço na prática. A "ajuda" tem que ser mais do que "dar a resposta".

"Ensinar a “pescar” em vez de dar o “peixe”
Armanda Zenhas | Educare

Seja com a ajuda de explicadores, seja com a ajuda de familiares, os estudantes precisam que os ensinem a pescar e não que lhes deem o peixe.

Quem fez o trabalho de casa? - pergunta o professor.
Quase todos fizeram. O António vem, então, ao quadro fazer o exercício pedido. Não consegue. A professora pede-lhe o caderno com o TPC e está certo.

- António, fizeste tão bem em casa e agora não consegues? Explica lá como fizeste em casa.
- Foi a explicadora que me disse como era.
- E não ficaste a saber?
- Não, ela só me disse a resposta.

Sorte a do António, a professora tê-lo chamado e ter-se apercebido de que ele continuava com dúvidas. Pôde, assim, tirar-lhas.

Este relato, correspondente a muitas situações vividas nas salas de aulas, não significa que as explicações são sempre inúteis. Elas podem ser muito úteis, inúteis ou até prejudiciais.

Explicações prejudiciais ou, no mínimo, inúteis:
- Salas com muitos alunos de turmas/escolas diferentes em que o explicador dá aulas paralelas. Dá a matéria escolar a um ritmo que pode corresponder ou não ao que cada um dos alunos tem na escola. Desta forma, o aluno tem aulas em duas escolas paralelas e chega a casa sem ter estudado individualmente e, provavelmente, sem ter feito os TPC. Com uma escola dupla e com os TPC ainda para fazer em casa, quando vai ter tempo para descansar, para brincar e para ser criança?
- Salas com muitos (ou mesmo com poucos) alunos em que as respostas são dadas pelo explicador, em vez de este levar o aluno a descobrir a resolução das suas próprias dificuldades, ou seja, ensiná-lo a estudar autonomamente, apoiando-o nesse processo.

Explicações úteis:
- O explicador está atento a cada um dos alunos. Ajuda-os a organizarem o seu estudo diário e a sua sessão de estudo. Quando surgem dúvidas, ajuda-os a procurar as melhores formas/instrumentos para as resolverem. Dá o apoio de que cada um precisa, tendo em vista a construção da sua autonomia.

Seja com a ajuda de explicadores, seja com a ajuda de familiares, os estudantes precisam que os ensinem a pescar e não que lhes deem o peixe.

Quero com isto dizer que, de forma progressiva, eles devem aprender a encontrar a melhor forma para organizar o seu estudo e para encontrar respostas para as suas dúvidas. Muitas vezes, as soluções são tão simples quanto estas: primeiro estudar a matéria dada na aula e apenas depois fazer os TPC; se não percebe um conceito, procurar nas páginas anteriores do manual a sua explicação. Claro que dá trabalho, mas sem esse esforço individual não há aprendizagem nem desenvolvimento da autonomia.

Vários artigos que tenho publicado dão sugestões úteis que os pais podem pôr em prática quando ajudam os filhos a estudar (e quem sabe, até, poupar nas explicações). Aqui ficam alguns exemplos: "Como ajudar os filhos nos TPC", "Como organizar eficazmente o tempo de estudo", "A postos no posto de estudo".

Lembro ainda que nas escolas existem salas de estudo e que há professores disponíveis para ajudar os alunos no seu estudo. A frequência é gratuita. Nestes tempos de crise, nenhuma ajuda pode ser desperdiçada.

Termino dizendo que este artigo não é contra as explicações e lembrando que há situações em que elas podem ser muito úteis se, de facto, respondem às dificuldades do estudante, tendo sempre presente o objetivo de promover a sua autonomia. Pretendo, sim, dar algumas pistas de reflexão para os pais ponderarem na decisão a tomar sobre a melhor forma de apoiar os seus filhos."

Abraço!