sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mas ainda estamos longe de estar unidos!


Há muitas ideias, muitos sindicatos, muita preguiça, muito conformismo... Só não há união, daquela "a sério", que nos leve a fechar as Escolas uma semana se for preciso, que mostre que somos importantes e necessários!



"Professores só abandonam ministério depois de terem garantias de Nuno Crato




Em causa estão alterações introduzidas na plataforma informática dos concursos que passaram a mensais os contratos

Os professores que foram "ilegalmente" ultrapassados no concurso de colocação vão concentrar-se hoje, em Lisboa, frente às instalações do Ministério da Educação e Ciência (MEC) e dizem que só abandonam o local quando o problema estiver resolvido.


"Não vale a pena o senhor ministro vir com conversa, porque os professores só querem uma coisa: que seja feita justiça e respeitada a lei", declarou ontem ao PÚBLICO Mário Nogueira, da Fenprof.

Em causa estão alterações introduzidas na plataforma informática dos concursos que passaram a mensais os contratos que antes eram anuais, o que levou a que muitos docentes que concorreram a horários completos se vissem excluídos das listas e ultrapassados por colegas menos graduados. O MEC atirou a responsabilidade pelo problema criado para as escolas, que devolveram à tutela as culpas pela situação.

"Há muito professores que ficaram desempregados de forma ilegal e o ministério tem de assumir a responsabilidade política pelo que aconteceu", disse Mário Nogueira, frisando que "há muitos professores com muitos anos de serviço que ficaram desempregados porque, deliberadamente, foi criada uma situação pelo ministério que teve a ver com a introdução de dados incorrectos no sistema".

A meio da tarde de ontem, o ministro Nuno Crato afirmava, na Anadia, que a concentração de professores marcada para hoje "não tem razão de ser" e que "o secretário de Estado da Administração Escolar já esclareceu todos os pontos que estão em causa". Apesar disso, o ministro mostrou disponibilidade para receber os professores e esclarecer todas as dúvidas."
Abraço!

E que tal esta ideia do PCP?


Não há por aí uma lei para a Função Pública que diz qualquer coisa do género "3 contratos no máximo, ao 4º entra para o quadro"? Pois, deve ser para a "outra" Função Pública... (a tal que interessa estarmos integrados para umas coisas, mas para outras não...)

"Além disso, o PCP apresentou um projecto de lei que garante a vinculação na carreira docente dos professores contratados. Os professores com três ou mais anos de serviço “são integrados em quadro a criar pelo ministério” e “aos docentes detentores apenas de habilitação própria, o governo assegura, no prazo máximo de três anos, o acesso à profissionalização”, pode ler-se no projecto comunista. Caso seja aprovado este projecto de lei só poderá entrar em vigor no próximo ano lectivo."

Abraço!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

MEC vai corrigir erros(?)

O que é que o MEC assume como erro?

De quem foi o erro?

Vão corrigir os erros de quem?

Como os vão corrigir?

Este meu pessimismo... eu não era assim...

"Ministério promete à FNE corrigir erros detectados nas listas

A FNE recebeu do Ministério da Educação o compromisso de que serão corrigidos os erros detectados nas listas de colocação de professores e a promessa de que a legislação em vigor para os concursos será revista.

João Dias da Silva, dirigente da Federação Nacional de Professores (FNE), disse, esta quarta-feira, que as injustiças cometidas nas listas por causa da carga horária dos docentes e as regras para a colocação estão mais perto de serem corrigidas.

Uma primeira garantia recebida do Ministério da Educação é de que ainda em 2011 «vamos passar para a revisão de diploma de concurso de 2006 para eliminar aquilo que são factores que consideramos profundamente negativos», disse.

A segunda questão, continuou, foi o compromisso do Ministério no sentido de que «todas as situações verificadas de horários que devendo ser anuais foram temporários voltarão a ser colocadas à disposição dos candidatos que concorreram a horários anuais».

«Se houver circunstância em que o candidato tenha direito a esse lugar, haverá lugar à reposição da situação justa que devia ter ocorrido já na colocação anterior», acrescentou.

Segundo João Dias da Silva, esta situação «não impõe que os professores que já foram colocados percam a sua colocação, mas garante aos professores que não foram colocados nos horários a que tinham direito a colocação nesses horários».

Por ter saído satisfeita da reunião com a Executivo, a FNE não vai aderir ao protesto de sexta-feira convocado pela FENPROF."
TSF

Abraço!

"Não fui eu, foi ele!" - II


Minha não é...


"Professores excluídos: de quem é a culpa?
Educare


Ainda não se sabe. O certo é que milhares de professores que concorreram a horários anuais foram ultrapassados por docentes com menores habilitações e menos anos de serviço. Ministério garante que respeitou os pedidos das escolas, diretores dos estabelecimentos de ensino asseguram que a aplicação não está a validar corretamente.

A polémica estalou. Milhares de professores que concorreram a horários anuais ficaram automaticamente excluídos da lista de colocação porque as vagas anuais se tornaram temporárias - estima-se que mais de 85% dos horários disponibilizados na segunda bolsa de recrutamento eram temporários, quando no ano passado esse valor rondou os 29%. O Ministério da Educação e Ciência (MEC) já assegurou que está a respeitar as indicações dadas pelas escolas. A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) pede a anulação do concurso e pondera interpor uma providência cautelar.

A aplicação informática estará a ignorar os docentes que se candidataram a horários anuais porque o sistema só valida horários para um mês? O MEC garante que está a cumprir a lei, mas as escolas asseguram que não se enganaram nos pedidos de horários e que a aplicação transforma horários anuais em temporários. Na semana passada, o ministro Nuno Crato lembrou que sempre houve professores com contratos a termo de um mês. O que mudou, sustentou, foi que a Direção-Geral dos Recursos Humanos da Educação promoveu as contratações na sua plataforma. "Está a fazer-se o mesmo que já se fazia, mas não de forma automática e sem apoio central", disse.

O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar esclareceu entretanto que os contratos temporários terão a duração mínima de um mês e que duram conforme as necessidades. "O que diz a legislação é que os contratos não podem ter um período inferior a um mês", adiantou João Casanova Almeida. O assunto, que está a perturbar a comunidade educativa, poderá não ser discutido na Assembleia da República. O BE pediu uma audição ao ministro Nuno Crato sobre a questão, mas o requerimento foi chumbado pela maioria PSD-CDS/PP. "Só falta o ministro da Educação contratar professores ao dia ou pagar a recibos verdes", comentou a deputada Ana Drago.

A situação não é consensual e está a agitar águas. O movimento de professores desempregados, criado a partir das redes sociais, vai pedir uma reunião ao Provedor de Justiça a propósito desta colocação de professores e também para abordar a condição precária dos docentes sem trabalho. "Precisamos de uma clarificação, por exemplo, na questão das contratações de escolas por mês. Parece que o Ministério se recusa a contratar ao mês em junho para poder despedir e não pagar os meses de julho e agosto. É um abuso que nos surpreende", referiu, à Lusa, Miguel Reis, do movimento.

A Federação Nacional de Educação (FNE) escreveu a Nuno Crato uma carta sobre o assunto porque, em seu entender, não faz sentido que se substitua professores aposentados ou em licença de parto por contratados a um mês. E considera uma "ilegalidade grosseira" que o prazo máximo de duração dos contratos de trabalho termine a 31 de julho, acusando o ministério de estar a provocar "instabilidade e insegurança" no corpo docente. "Se não quiser pagar o mês de Agosto aos professores que diga isso e seja claro", refere João Dias da Silva, secretário-geral da FNE.

Nos últimos dias, a FNE tem sido confrontada com diversas situações, pediu uma reunião ao MEC que está marcada para esta quarta-feira ao final da tarde. A FNE fez uma recolha exaustiva dos casos que lhe foram parar às mãos e tenciona discutir os que lhe parecem "irregulares". "Temos de perceber qual a origem destas circunstâncias", defende Dias da Silva, secretário-geral da FNE, em declarações ao EDUCARE.PT.

A FNE exige o cumprimento da lei e, para isso, sustenta que é necessário esclarecer as dúvidas quanto aos horários mensais ou anuais, percebendo se o problema está na aplicação informática ou nos horários solicitados pelas escolas ou ainda no procedimento adotado pela Direção-Geral dos Recursos Humanos da Educação. Dias da Silva diz que convém não esquecer o respeito pela graduação e pela manifestação de preferências por parte dos professores.

O Sindicato dos Professores do Norte, que está a contactar vários diretores de escolas para perceber o que passou, concorda que a situação tem de ser esclarecida e resolvida quanto antes. "Está criada uma situação de grande injustiça para os professores e de falta de transparência. Exigimos que o MEC corrija esta situação", sustenta Manuela Mendonça, coordenadora da estrutura sindical, ao EDUCARE.PT.

Depois da indicação da tutela de que as escolas seriam responsáveis pela situação, o sindicato está empenhado em esclarecer o que se passou. Até porque a última indicação é de que os diretores não assumem a responsabilidade nesta matéria. "Trata-se de uma situação que tem necessariamente de ser corrigida rapidamente. É injusto para os professores que só concorreram a horários anuais serem ultrapassados por outros com graduação inferior", afirma Manuela Mendonça.

A Associação Nacional de Professores (ANP) defende que o bom senso deve imperar. "O Ministério diz que a culpa não é sua, que é das escolas. Acontece que este procedimento foi aplicado sem qualquer problema no ano passado. Não vejo que, este ano, as direções das escolas tenham incorrido em tantos erros que lhes permitiram transformar horários que eram anuais em horários temporários", adianta Armindo Cancelinha, da ANP, ao EDUCARE.PT. A associação pede celeridade na resolução do problema. "É necessário averiguar a situação, apurar a verdade e depois agir em conformidade", acrescenta o responsável.

A FENPROF admite recorrer aos tribunais para impugnar a segunda bolsa de recrutamento dos professores se se comprovar a existência de ilegalidades. A hipótese de "recorrer aos tribunais administrativos com uma providência cautelar se houver razões jurídicas para isso, se se provar que há ilegalidades", está em cima da mesa, conforme anunciou Mário Nogueira, secretário-geral da FENPROF - que diz ter conhecimento de uma escola do Norte que quis declarar 14 horários anuais e 13 acabaram por ser validados como temporários. A FENPROF está também a contactar várias escolas para perceber o que está a acontecer."

Abraço!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

"Não fui eu, foi ele!"

 Lembram-se do "Você decide"?

 Cá vai a versão actual: 

"Os Directores são uma cambada de totós e não sabem mexer na aplicação dos concursos!"

ou

"O MEC faz uma finta ao problema e sacode a água do capote, num golpe de rins digno de um matador de toiros!"

Agora, você decide!


"Ministério responsabiliza escolas pelos problemas nas colocações

O Ministério da Educação e Ciência atribuiu hoje às escolas a responsabilidade por horários que são anuais terem sido transformados em temporários.

Em declarações aos jornalistas esta noite, depois de uma reunião com a Federação Nacional de professores, o director-geral dos recursos humanos da educação, Mário Pereira, garantiu que a plataforma central informática onde são colocados os horários por preencher “não transforma coisíssima nenhuma e respeita em absoluto o que foi colocado pelas escolas”. Vários directores têm afirmado que os horários por preencher eram anuais, mas que foram validados na plataforma da Direcção-geral dos Recursos Humanos da Educação como temporários.

Segundo Mário Pereira, a DGRHE apenas colocou na plataforma o tempo mínimo de duração de contrato. Foi essa a razão pela qual foram acrescentados automaticamente aos horários por preencher apresentados pelas escolas, uma data de Outubro próximo, acrescentou o director-geral.

Questionado pelos jornalistas, o secretário de Estado da Educação e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, escusou-se a confirmar se foi a introdução desta data que poderá ter induzido os directores em erro. “Está explicado o que os vários agentes devem fazer. Se tinham uma necessidade anual, por certo colocaram anual.”.

Segundo Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional de Professores, na segunda a bolsa de recrutamento para responder a necessidades transitórias das escolas, que ontem fechou, 87,5 por cento dos horários disponibilizados eram temporários.

No ano passado esta percentagem era de 29 por cento. “Não vejo porque é que de um ano para outro tenha de existir relação entre horários anuais e transitórios”, contrapôs Casanova Almeida, acrescentando que “as escolas colocaram os horários que necessitaram”.

Durante o dia de hoje vários professores não colocados indicaram ao PÚBLICO que os agrupamentos de escolas lhes garantiram que tinham horários anuais, mas que não estavam a conseguir disponibilizá-los como tal na plataforma da DGRHE.

Um director de uma escola secundária confirma: o facto de terem sido centralmente introduzidas datas de validade de um mês, levou a que a aplicação informática ignorasse os professores que se tenham candidatado a horários anuais. Isto aconteceu mesmo quando as escolas indicaram, na plataforma, que se tratava de facto de horários anuais.

Adalmiro Fonseca, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, não esconde a sua indignação e exortou o ministério a provar que foram os directores que se enganaram: “Não acredito que um director de uma escola que precisa de preencher um horário anual o ponha como temporário. Haja Deus! Isso não cabe na cabeça de ninguém”.

A Federação Nacional de Professores vai contactar nesta quarta-feira os directores para tentar apurar o que de facto se passou. Depois desta consulta, “e se os juristas descobrirem ilegalidades, admitimos recorrer aos tribunais administrativos, apresentando providências cautelares para suspender as listas de colocação”, disse Mário nogueira.

Os professores que entretanto foram colocados estão já assinar contratos com as escolas. Na lista de graduação dos concursos muitos deles estão colocados muitos números abaixo dos docentes que ficaram sem lugar. A lista de graduação ordena os professores em função do seu tempo de serviço, dos resultados de avaliação e da nota final da sua formação.

Os professores mais bem colocados habitualmente só concorrem a horários anuais, por isso, foram automaticamente preteridos uma vez que a maioria dos lugares por preencher estavam apresentados como temporários, apesar de em muitos casos se destinarem a preencher necessidades de docentes para todo o ano escolar. “A duração máxima dos contratos era aquela que decorre da necessidade”, confirmou Casanova Almeida."



Fenprof admite ir a tribunal contra colocações "irregulares"

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) admitiu hoje impugnar nos tribunais a bolsa de recrutamento de professores caso se verifique que houve ilegalidades nas colocações, mas o Governo garante que não houve qualquer irregularidade.

Em declarações aos jornalistas após uma reunião no Ministério da Educação, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, afirmou que a organização pondera "recorrer aos tribunais administrativos com uma providência cautelar se houver razões jurídicas para isso, se se provar que há ilegalidades".

Os sindicatos contestam as colocações da segunda bolsa de recrutamento de professores para preenchimento de horários nas escolas, afirmando que nas listas há horários anuais que surgem como temporários e que por causa disso muitos professores graduados que se candidataram a lugares anuais são automaticamente preteridos em favor de outros professores menos graduados.

Por seu turno, o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, garantiu que "não há qualquer ilegalidade nem irregularidade".

"O Ministério da Educação está tranquilo por que está a cumprir a lei e os critérios que a lei determina. As escolas manifestaram os horários que pretendiam, anuais e temporários, e a Direção- Geral dos Recursos Humanos da Educação colocou-os na plataforma informática", referiu.

Para o ministério, a haver responsabilidades por erros na classificação dos horários, classificando-os como temporários quando na verdade eram anuais, será das escolas.

Mas a Fenprof mantém que muitos professores graduados, que indicaram pretender horários anuais, viram-nos fugir para colegas com menos tempo de serviço. A estes terá calhado um bónus: candidataram-se a horários temporários e acabaram por ficar com anuais.

Mário Nogueira afirma que, uma vez que "as escolas não se contactaram em rede" para lançar como temporários horários que eram anuais, "com certeza" que a responsabilidade será do ministério, que provocou algum "equívoco" ou que não deixou as escolas declararem tantos horários anuais.

O sindicalista referiu que uma escola do norte do país quis declarar 14 horários anuais e os 13 validados foram "transformados em temporários".

Mário Nogueira criticou a atual equipa do ministério, que "não se conseguiu libertar" da herança da anterior, que também fez "gafes inacreditáceis em matéria de concursos e colocações".

Afirmou que não se trata de pôr em causa a "seriedade", mas a "transparência" do processo.

A prioridade da Fenprof vai ser agora contactar as escolas para tentar averiguar de quem foi o erro. Quanto aos professores ainda por colocar, podem ter esperança de ainda ter emprego, mas para já estão a "perder tempo de serviço".

Abraço!

Professor defende direito a 'vida paralela'

Abordo este assunto meio a sério, meio a brincar - pareceu-me uma notícia boa para fugir à rotina da ADD e dos concursos que têm marcado a nossa vida.

Por cá tivemos um bela jovem professora em fotos reveladoras. Em Inglaterra têm um professor que faz poses para fotografias e entra em outras coisas...


"Professor defende direito a 'vida paralela' como ator pornô




Nas imagens, o professor aparece vestido como bombeiro (esq.) e no julgamento (dir.)

Um professor que admitiu levar uma "vida dupla" como stripper e ator pornô defendeu seu direito à privacidade para um painel disciplinar na Inglaterra. Benedict Garrett, que usa o codinome Johnny Anglais na indústria pornô, disse que outros professores fumam e bebem até cair e não são julgados por sua conduta.

O caso está sendo julgado no Conselho Geral de Ensino da Inglaterra. Garrett trabalhava como chefe de Educação Pessoal, Social, Econômica e da Saúde na escola secundária Beal High School, em Ilford, nos arredores de Londres. A história dele veio à tona no ano passado, quando alunos viram seu website, no qual ele disponibiliza fotos, vídeos e email de contato para clientes.

Em várias imagens, Johnny Anglais desempenha o que parece ser seu personagem mais bem-sucedido, vestido de bombeiro. Desde que assumiu a sua vida paralela, Garrett tem sido criticado principalmente pelo fato de ensinar, entre outros temas, educação sexual para jovens de 11 e 12 anos.

O professor diz que não se arrepende de ensinar seus alunos a "ter uma mente aberta". Ele já deu declarações afirmando que "há muitas formas mais imorais de ganhar a vida que atuar em frente a uma câmera".

"Advogados defendem pedófilos, banqueiros levantam recursos através de meios questionáveis e grandes corporações frequentemente colocam os lucros antes do meio-ambiente", argumentou.

Confissões
O professor, que continua suspenso, postou no site de compartilhamento de vídeos YouTube uma série intitulada "Confissões de um professor censurado" (em inglês, "Confessions of an X-rated teacher").

O astro pornô tem dado entrevistas a rádios, TVs e jornais. Brinca com seu nome, (Benedict, ou bento, "um nome perfeitamente católico") e diz que ganha 300 libras, ou mais de R$ 800, por aparição ("metade do que ganham as mulheres").

Para o professor que apresentou as acusações durante a audiência de Garrett no Conselho de Educação inglês, entretanto, os argumentos não convencem.

"Realizar trabalhos de natureza pornográfica mina a confiança pública e a reputação da profissão e da escola", afirmou o especialista. Garrett admitiu as acusações, mas sustentou que elas não constituem nenhum desabono à sua competência profissional.

Ao deixar a sede do Conselho onde seu caso está sendo julgado, ele falou à imprensa britânica. "Professores do norte ao sul do país bebem e fumam, mas o fato de você concordar ou discordar não os impede de serem incríveis na sala de aula."

O painel de especialistas continuará nesta terça-feira a analisar o caso para decidir se e como Garrett será punido."
BBC Brasil
Abraço!

BR2: falsos temporários!

É grave! É muito Grave!

Mais uma vez brincam connosco.

Creio que não restam dúvidas que muitas colocações "temporárias" na BR" não o são. 

Amanhã muitas Escolas vão receber telefonemas para questionar se os horários que lançaram a concurso são ou não anuais pois já muitos se aperceberam desta situação.

Bastam 2 exemplos: Quando o mesmo Agrupamento tem 3 colocações temporárias no mesmo grupo, ou.quando muitas, mas muitas mesmo, colocações acabam em Outubro num "desvio" de uma semana...

Quem concorreu só a anuais, com todo o direito, assim não faca colocado nas BR. E quem o fez, salvo excepções, está melhor graduado e pode-se dar a esse "luxo". Mas vai ficar de fora, pelo menos até virem as contratações de Escola para todos.

Espero por reacções "de cima". Por enquanto leiam esta notícia (foi a única que encontrei, mas devem aparecer muitas mais durante o dia...)



"Docentes exigem anulação
Concurso de professores gera revolta

Os resultados da colocação de professores contratados através da segunda Bolsa de Recrutamento, que foram conhecidos ontem, geraram uma onda de revolta.

Professores que concorreram a horários temporários foram colocados, ultrapassando outros mais bem posicionados na lista graduada mas que concorreram a horários completos e ficaram de fora. Isto porque os horários foram lançados com a duração de um mês, quando de facto serão renovados até final do ano escolar. Há ultrapassagens de 2 mil lugares.

O CM recebeu inúmeros contactos de professores, e em blogues multiplicavam-se comentários de indignação. Muitos ameaçam recorrer e outros exigem a anulação do concurso. Contactado pelo CM, Mário Nogueira (Fenprof) afirmou que, "se o problema não for corrigido, uma delegação da Fenprof vai amanhã [hoje] ao Ministério da Educação e Ciência exigir explicações. Confrontado pelo CM, o gabinete do ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, afirmou: "O concurso está a decorrer conforme a lei.""
Correio da Manhã

Abraço!

domingo, 18 de setembro de 2011

Contratos: só eu é que estou de "pé atrás"?

O meu "pé atrás" deve-se a isto:

"Desde que a necessidade subsista" não é bem a mesma coisa que "até ao fim do ano lectivo"! Ou melhor, é, pois a necessidade é até ao fim do ano escolar. Mas a interpretação dos sr.s lá de cima pode ser outra...

E como fica "no ar", arrastam o assunto para fins do ano lectivo e depois vê-se o que acontece...


"Contratos até Agosto

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) esclareceu ontem que as escolas podem celebrar contratos até 31 de Agosto com os professores que contratarem directamente até final do ano lectivo. Trata-se da chamada contratação de escola, para substituição de docentes aposentados ou doentes e usada também por escolas com autonomia e em caso de recusa de colocação pela bolsa de recrutamento.

"Caso se mantenha a necessidade até final do ano lectivo, os contratos terminam a 31 de Agosto", garantiu o MEC ao CM. Mário Nogueira (Fenprof) disse que esta posição configura um "recuo" do MEC e "resolve o problema" e lamentou que a nota informativa emitida ontem pela tutela não fosse tão clara.

Os sindicatos tinham acusado ontem a tutela de tentar terminar os contratos a 31 Julho, cometendo uma ilegalidade para poupar alguns milhões de euros com os salários de Agosto. As acusações surgiram após uma nota informativa emitida quinta-feira pela Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação, que impunha contratos a termo incerto com a duração mínima de 30 dias. "O problema não é os contratos terem 30 dias, porque são prorrogados sucessivamente, mas sim quando acabam. E a nota diz que o contrato termina a 31 de Agosto ‘desde que a necessidade subsista’, cinco palavras assassinas que podem levar as escolas a terminar os contratos no fim das aulas", afirmou Nogueira.

Ao final do dia de ontem, o MEC emitiu uma nota a sublinhar que "os professores assinarão com as escolas um contrato com a duração da necessidade transitória identificada pelo estabelecimento de ensino". Para Adalmiro Fonseca, da Associação de Directores de Escolas Públicas, fica claro que "os contratos serão até 31 de Agosto, com as férias a que o professor tem direito, como manda a lei".

PROTESTO DE PROFESSORES DE NORTE A SUL

Professores e educadores voltaram ontem à rua, com protestos de norte a sul do País, para mostrarem o seu descontentamento contra o desemprego, a precariedade e a instabilidade profissional. De manhã, em Portalegre e Beja, os professores apostaram na sensibilização da população. Em Lisboa, a concentração realizou-se à tarde, no Largo Camões, e contou com representantes da CGTP e da Federação Nacional dos Professores (Fenprof). Juntou cerca de 50 professores. A fraca adesão foi justificada por João Barreiros, da CGTP, com o horário que impediu que as pessoas saíssem do trabalho. Em Faro, uma centena de professores contestou as novas políticas de educação. Houve também protestos no Porto, Coimbra e Évora.

CRIANÇAS EXIGEM ESCOLA EM MARCO DE CANAVESES

"Queremos a nossa escola", gritam os alunos da EB1 de Sande, em Marco de Canaveses, após terem conhecimento que o estabelecimento vai encerrar. Depois de, anteontem, os pais não terem chegado a um consenso com os representantes da Direcção Regional de Educação do Norte e com a câmara municipal, os encarregados de educação garantem que a luta é para continuar até "abrirem a escola ou garantirem o transporte até ao novo centro escolar".

Segunda-feira, pais e crianças prometem estar novamente junto ao portão da Escola Básica de Sande, em mais uma acção de protesto. Os encarregados de educação não desistem e asseguram que as crianças continuarão a não ir à escola até que o problema seja resolvido."
Correio da Manhã


Abraço!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

BR's todas as Segundas?






Pelo menos a do dia 19 (Segunda-feira) parece certa, interpretando este belo documento da DGRHE de 16 de Setembro:

"A partir da próxima segunda-feira, dia 19 de Setembro, estará disponível a aplicação

destinada aos recursos da Bolsa que correu no dia 12. A aplicação destinada aos

recursos da Bolsa que correr no dia 19 estará disponível desde o dia 26 até ao dia 30, e

assim, sucessivamente."

Interpretam como eu?

Abraço!

MEC fará contratos com o mínimo de um mês para docentes em falta

É o fim da macacada!

O MEC consegue sempre surpreender-nos com estas "invenções" para poupar tostões!

E eu a pensar que era um erro da aplicação... é, sem dúvida, para nos roubar um mês 8ou mais) de vencimento, de uma forma bastante vergonhosa (no mínimo!).

Brincam com os contratados!

(Artigo na sequência deste do Público.)

"João Casanova de Almeida esclareceu que os professores em falta nas escolas terão contratos com a duração mínima de um mês, que "durarão enquanto as necessidades durarem". Nuno Crato afirmou que sempre houve professores com estes contratos, mas que este ano se verificou uma renovação automática."O que diz a legislação é que os contratos não podem ter um período inferior a um mês", afirmou João Casanova de Almeida aos jornalistas, sublinhando que os mesmos "não têm termo certo" e que um mês "é a referência mínima".

A edição de hoje do Público avança que as escolas com falta de professores só poderão celebrar contratos mensais com os docentes que vierem ainda a contratar, o que configura uma "alteração nos procedimentos de colocação de professores".

Contudo, de acordo com aquele governante, que falava à margem da inauguração de uma escola em Almancil, não houve qualquer alteração nos mecanismos de colocação de professores, tendo havido sim uma diferente "interpretação" da lei.

O PCP insurgiu-se contra a decisão do Ministério da Educação de celebrar com docentes contratos a termos de um mês, considerando que se trata de uma medida que agrava a precariedade e é contrária à excelência no ensino.

A posição dos comunistas foi manifestada pelo deputado comunista Miguel Tiago, depois de entregar uma pergunta dirigida ao ministro da Educação, Nuno Crato, sobre esta mesma matéria.

"Fomos confrontados com uma contratação que está a ser levada a cabo nas escolas sob a insígnia do agravamento da precariedade. Com contratos de um mês, como aqueles que agora estão a ser autorizados, a precariedade será ainda mais sentida", sustentou o deputado do PCP.

Para Miguel Tiago, esta prática do Ministério da Educação e Ciência, "de contratação à peça dos professores por um mês, é totalmente incompatível com o objetivo de estabilidade do corpo docente".

"Com isto o Governo quererá certamente poupar dinheiro, não pagar todos os meses que estão previstos nos contratos, mas há uma questão que se finge em ignorar, porque os contratos são de um ano e os horários para os quais estes professores estão a ser contratados são anuais", advertiu o deputado comunista.

Segundo Miguel Tiago, o Governo "sabe que está a aprofundar a precariedade, a desvalorizar o trabalho do docente e a provocar instabilidade".

Esta medida, acrescentou o deputado do PCP, "é frontalmente contra tudo o que este Governo diz defender: a qualidade, a excelência e a estabilidade".

A FENPROF exigiu uma reunião urgente ao Ministério da Educação e Ciência para resolver os problemas de colocação de docentes, que considera graves, contendo "ilegalidades".

Em carta dirigida ao Ministério da Educação e Ciência (MEC), a Federação considera necessário resolver o quanto antes "todas as ilegalidades que estão a ser cometidas em torno da colocação de professores".

De acordo com a FENPROF, continuam a faltar professores em muitas escolas, a colocação através da bolsa de recrutamento é "verdadeiramente opaca" e os professores estão a ser contratados ao mês para períodos de maior duração, que podem mesmo chegar ao final do ano letivo.

Os sindicatos questionam também os critérios utilizados pela Direção-Geral de Recursos Humanos da Educação e a forma como decorrem as "ofertas de escola", denunciando falta de transparência no processo.

"A FENPROF considera urgente a realização desta reunião, tanto mais que os ofícios que enviou ao MEC, expondo alguns destes problemas, não mereceram qualquer resposta", lê-se em comunicado hoje divulgado pela estrutura sindical.

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, afirmou hoje que sempre houve professores com contratos a termo de um mês, mas que este ano se verificou uma renovação automática.

"É um processo que sempre existiu e não há novidade em relação a isso", afirmou o governante à margem da inauguração do Centro Escolar de Valpaços e em resposta a críticas de sindicalistas.

Acrescentou que se trata de um processo habitual nesta fase e que a única coisa que mudou este ano foi que a Direção-Geral dos Recursos Humanos da Educação (DGRHE) promoveu na sua plataforma essa contratação.

"Está a fazer-se o mesmo que já se fazia, mas não de forma automática e sem apoio central", salientou.

Nuno Crato fez questão de salientar a "grande normalidade" em que está a decorrer a abertura do ano letivo, o grande empenho dos professores e o facto de se ter resolvido o problema latente da avaliação docente.

O secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE) considera "irracional" que o ministro da Educação pretenda fazer a substituição de professores aposentados ou em licença de parto por outros com contratos a um mês.
"O ministro, que até é matemático, como é que sustenta uma situação que não tem racionalidade nenhuma?", questionou João Dias da Silva, que dirigiu uma carta ao ministro Nuno Crato sobre o assunto.

O sindicalista disse que os contratos a um mês já são utilizados para substituir professores com doenças pontuais, mas discorda que se adote essa solução para substituir os que se aposentam ou estão em licença de parto, porque no primeiro caso não regressam à profissão e no segundo ausentam-se durante vários meses.

Dias da Silva, que falava à entrada de um congresso de técnicos administrativos e auxiliares de educação, em Lisboa, disse também que tem dúvidas sobre a legalidade desta medida do Ministério da Educação.

Segundo o dirigente da FNE, a decisão do ministro da Educação e Ciência poderá ter como objetivo não pagar o mês de agosto aos professores contratados a um mês.
"Se não quiser pagar o mês de agosto aos professores, diga isso e seja claro", defendeu Dias da Silva."
Educare

Abraço!