quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ADD - 2ª Versão (Parte I)

Uma apanhado feito por Andreia Lobo, no Educare (Parte I):







"Avaliação do desempenho docente ganha segunda versão
Educare

Terminada a segunda ronda negocial entre o Ministério da Educação e Ciência (MEC) e sindicatos, ficou em cima da mesa a segunda versão do que vai ser o novo modelo de avaliação do desempenho docente.


O Ministério da Educação e Ciência (MEC) não prescindiu "ainda", diz João Dias da Silva, dos principais aspetos que afastam a Federação Nacional da Educação (FNE) da proposta para o novo modelo de avaliação do desempenho docente. No entanto, a última reunião de 29 de agosto "clarificou aspetos que tinham ficado duvidosos e respondeu a algumas questões, em algumas matérias integralmente, noutras parcialmente", admite o secretário-geral daquela organização sindical.

João Casanova de Almeida tem conduzido as reuniões que começaram na semana passada com diversos sindicatos ligados ao ensino. Sobre as alterações suscitadas pela apresentação das propostas das diferentes partes, o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar já garantiu que o texto em discussão é "o que é possível executar", face ao contexto de contenção que se impõe ao país.

Essa será a justificação para a manutenção, até agora, da estrutura fundamental do modelo de avaliação, sendo que, de acordo com o governante, apenas "foram registados avanços, clarificações, incorporações, sempre no sentido de melhorar o resultado final".

Terminada a segunda ronda negocial, mantém-se inalterada a questão das quotas de classificação que limitarão as notas máximas a atribuir aos professores, da manutenção das vagas para o 5.º e 7.º escalão e os efeitos da avaliação sobre a graduação profissional.

"Estes são aspetos muito significantes que continuam a distanciar-nos das opções do MEC", confirmou João Dias da Silva, em declarações ao EDUCARE.PT. Ainda assim o dirigente não coloca de parte a hipótese de conseguir junto do MEC alterar mais alguns artigos do futuro diploma regulativo: "Esperamos a continuação do processo negocial para que a aproximação mesmo nessas questões seja significativa."

Recebida pela equipa negocial no mesmo dia em que a FNE, também de a Federação Nacional dos Professores (FENPROF) mantém as expectativas de ver alterada a posição do MEC sobre o sistema de quotas: "Se evoluiu em alguns aspetos, esse é o que faria mais sentido", comentou Mário Nogueira, citado pelaLusa.

O secretário-geral da FENPROF continua a defender que "um modelo de avaliação bem feito, rigoroso, que distinga bem o mérito excecional do mérito normal, não precisa de quotas para que essa distinção se faça sem que aconteça o que o ministro disse, que sem quotas somos todos excelentes".

Apesar deste ponto de discórdia, a "disponibilidade" do ministério de Nuno Crato para a negociação merece um especial sublinhado de João Dias da Silva, secretário-geral da FNE. "Já não nos lembrávamos de um espírito negocial tão forte como se vê nesta equipa com o acolhimento de propostas que têm alguma relevância na construção do texto final", admite o dirigente. Um sinal positivo da boa disposição negocial foi a garantia dada por João Casanova de Almeida de que até dia 9 de setembro, altura em que o processo deve estar concluído, a distância entre as propostas das partes "será encurtada" no sentido de "minimizar" o que as afasta.

"É nossa convicção que a partir do mês de setembro deixaremos este dossier encerrado", de modo que os responsáveis possam concentrar-se "na melhoria da aprendizagem e na prevenção do abandono escolar", salientou o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar. Questões do dia a dia escolar que também preocupam as organizações sindicais. Mário Nogueira reconhece que apesar de a avaliação constituir "um problema que tem vindo a perturbar a vida das escolas e dos professores, está muito longe de ser o problema principal com que se confrontam.

Mas se "em relação aos aspetos mais relevantes o MEC não alterou a sua posição", já entre as "melhorias" contabilizadas pela FNE, João Dias da Silva destaca "a garantia de simplificação de procedimentos de todo o processo de avaliação" e "a clara distribuição de responsabilidades dentro da escola". Tudo isto "sem que a avaliação do desempenho constitua um elemento perturbador daquilo que deve ser o essencial do trabalho do professor".

De facto, o excesso de trâmites burocráticos foi uma das maiores críticas feita aos anteriores modelos de avaliação do desempenho docente. Por parte do MEC, o objetivo é ter "uma avaliação simplificada", esclareceu João Casanova de Almeida, acrescentando: "Nessa linha queremos uma avaliação que não olhe para os professores ao longo da sua carreira da mesma forma."

João Dias da Silva confirmou ao EDUCARE.PT que "houve a afirmação do MEC de que serão disponibilizadas às escolas matrizes de partida para que depois possam fazer a sua respetiva adaptação."

Outro aspeto, "muito significativo" dessa simplificação foi a garantia obtida por parte do MEC de que o relatório de autoavaliação terá um total de três páginas sem anexos. "Isto significa que o que é pedido ao professor que faça como relatório de autoavaliação fica efetivamente bastante reduzido", comenta João Dias da Silva.

Alterações já negociadas
Assim, a proposta ministerial para a reformulação da avaliação do desempenho docente encontra-se neste momento na sua segunda versão. Os pontos reformulados prendem-se com a avaliação externa e a questão da isenção.

Até agora, no que toca à avaliação externa, as observações de aulas serão obrigatórias apenas no período probatório em que o professor inicia a sua carreira, no 2.º e 4.º escalão, nos restantes só serão realizadas a pedido do professor para a atribuição, ou não, da menção de Excelente.

Sobre esta distinção, esclarece o secretário de Estado: "Estamos perante um documento que é muito mais simples, que diferencia os vários posicionamentos dos diferentes professores em função da posição que ocupam na carreira e que ajusta os ciclos de avaliação à duração dos escalões da carreira docente". Questionado sobre a isenção da avaliação que, na primeira versão do modelo, se aplicava aos professores no topo de carreira, mas que na segunda versão agora proposta pelo MEC passam a ficar sujeitos a um "procedimento especial de avaliação", João Casanova de Almeida negou ter havido um recuo. "No documento anterior percebia-se a intenção de proceder relativamente a esses professores de uma determinada forma em que lhes era permitido, por exemplo, que pedissem avaliação em qualquer escalão", explicou o governante, citado pela Lusa.

Para Mário Nogueira, "faz todo o sentido" que estes professores não sejam sujeitos ao procedimento completo de avaliação. Menos lógico é que o único critério tido em consideração seja o escalão.

"Por força dos congelamentos e da transição entre carreiras, há hoje professores com muitos anos de serviço que ainda não estão nesses escalões porque não conseguiram", explicou Mário Nogueira, em declarações à agência Lusa. Por isso, para o secretário-geral da FENPROF seria necessário considerar outros critérios, como "o tempo de serviço e o próprio grau académico que o professor obteve em processos de valorização em que participou".

O descongelamento na evolução de carreira dos docentes tem sido outra das batalhas das organizações sindicais. Mas neste ponto tudo permanecerá igual. João Casanova de Almeida considerou que a questão ultrapassava tudo e todos, lembrando a situação difícil do país.

Assim ficou concluída mais uma fase do processo negocial sobre o sistema de avaliação dos professores. Para além da FNE e da FENPROF, estiveram sentados à mesa com o secretário de Estado onze dos sindicatos com menor representatividade da classe docente.

Sobre os próximos passos negociais, o calendário já está completo. Até ao dia 2 de setembro o Ministério receberá os novos contributos dos sindicatos relativamente ao texto agora entregue. Dia 6 termina o prazo para a equipa ministerial enviar aos sindicatos a terceira versão do modelo de avaliação. E dia 9 de setembro o processo fica completo. Nessa altura já se saberá se as expectativas sindicais foram ou não confirmadas. "Eventualmente podemos ter um texto mais próximo do que desejamos", conclui João Dias da Silva."

Abraço!










quarta-feira, 31 de agosto de 2011

3 mil horários por preencher por "alguma ineficiência do sistema"

Acompanhem esta minha linha de pensamento e digam de vossa justiça:
"Necessidades transitórias" - são as que foram preenchidas agora. São horários completos e incompletos, mas todos anuais. Logo, nas Bolsas de Recrutamento vão aparecer 3179 horários anuais que, por "alguma ineficiência do sistema" não foram agora preenchidos.

Bom para quem ainda está de fora, mau para quem ficou colocado em horários "piores" do que os que vão sair.

E, se a lei das reconduções se mantiver, destes 3179 horários, os que forem completos não vão "permitir" que isso aconteça...

Tudo por causa de "alguma ineficiência do sistema"

"Mais de 3 mil horários por preencher em concurso professores

O Ministério da Educação revelou hoje que ficaram por preencher mais de três mil horários dos 18.118 solicitados pelas escolas no concurso para professores a contrato, o que revela «alguma ineficiência do sistema».

Em comunicado, o Ministério refere que ficaram «3179 horários não satisfeitos» do concurso para satisfação de necessidades transitórias.

Através do concurso foram contratados 12.747 professores e a tutela recorreu a 2192 professores de carreira para preencher as necessidades das escolas."
Diário Digital / Lusa

Abraço!

Saíram (de novo) as listas de colocações

Vamos ver se é desta...

Ainda nem as comparei com as primeiras que saíram.

Eu, como esperado, estou de fora, com muitos à minha frente.

Link directo para a contratação aqui.

Parabéns aos que conseguiram, boa sorte para os resistentes nesta vida!

Abraço!

Um contratado não pode ser Excelente

Poupar! É mesmo isto, poupar!

Como já vão avaliar os colegas de topo da carreira têm que cortar nos custos: não há aulas assistidas para contratados! Um contratado não pode ser Excelente!

Mais uma vez, contratado é m#$%a! 

Mais ainda: cada Agrupamento pode decidir como avalia os contratados. Estão a pensar no mesmo que eu? Grande confusão e disparidade nas formas de avaliar e nos resultados...

Enfim... És contratado? Coitado...


"Avaliação docente. Se é contratado, nunca será um excelente professor


Ministério da Educação quer impedir os docentes contratados de solicitarem aulas assistidas, negando-lhes assim o acesso à nota mais alta

Um professor contratado pode ser empenhado, ensinar bem e saber motivar os seus alunos. Pode até ser o melhor de todos, mas nunca será um excelente professor. Este é pelo menos o entendimento da equipa de Nuno Crato, que, no novo projecto de avaliação docente entregue aos sindicatos, os impede de solicitarem aulas assistidas, vedando-lhes desta forma o acesso à nota mais alta.

A condição está expressa de forma inequívoca no n.o 7 do artigo 18.o do projecto que o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, deu a conhecer às associações e federações sindicais: "Não há lugar à observação de aulas dos docentes em regime de contrato." E não havendo aulas assistidas também não há hipótese de ambicionar a menção de excelente.

É um ponto assente na segunda versão apresentada pelo Ministério da Educação e Ciência que, em contrapartida, prevê outro tratamento para os professores de quadro - estes, se estiverem convencidos de que são profissionais de primeira água, podem pedir aulas assistidas, condição essencial para se candidatarem à classificação de mérito que, contudo, continua dependente de uma quota de 5%, tal como acontecia no documento anterior.



POUPAR: A intenção da tutela poderá ter pouco a ver com confiar ou não nas competências dos docentes contratados, alerta Maria João Gonçalves, dirigente da Associação Sindical dos Professores Licenciados (ASPL): "Esta parece ser mais uma tentativa para economizar dinheiro e recursos humanos." A equação para poupar é simples: ao impedir os contratados de terem aulas assistidas, o ministério está igualmente a retirar uma boa parte do trabalho aos avaliadores externos.

Na proposta da tutela, são os professores de outras escolas que ficam com a missão de assistir as aulas dos colegas. Só que para isso Nuno Crato prometeu reduzir o seu horário de aulas e até retirar as suas turmas, no caso dos docentes do 1.o ciclo do ensino básico. "Evita-se assim reduzir os horários dos avaliadores externos bem como pagar mais deslocações às escolas onde irão assistir as aulas."

Se para a ASPL é "inaceitável" privar os contratados da nota mais alta por uma questão de "equidade" e "deontologia profissional", para a Fenprof esta medida do ministério pode até ser um "indício" de que a avaliação não vai produzir efeitos no concurso para recrutar docentes. "E se por acaso isso acontecer, a tutela já sabe que não contará com o nosso acordo", conta Mário Nogueira.

No modelo anterior, a classificação excelente permitia ao candidato ter uma bonificação de dois valores na lista graduada e, caso o MEC mantenha as mesmas condições, esta poderá ser mais uma desvantagem para os contratados.

DIFERENTES. Não é só na avaliação externa que os contratados têm um tratamento diferenciado. De acordo com o n.o 3 do artigo 28.o, a tutela propõe ainda que durante o ano lectivo de 2011-2012 estes docentes sejam avaliados através de um "procedimento simplificado a adoptar pelo agrupamento". Significa que cada escola decide como vai avaliar os contratados. "Cada estabelecimento de ensino terá as suas regras e as suas sentenças", critica Maria João Gonçalves.

Estão portanto reunidas as condições para abrir mais uma guerra entre colegas, adverte André Pestana, coordenador do movimento reivindicativo de professores 3R: "O ministério está a dividir a classe, criando professores de primeira e de segunda. O que exigimos é tão-só um modelo uniforme para todos, virado sobretudo para a vertente formativa", remata."

Abraço!

Colocações "desaparecidas" podem ser as verdadeiras

Pelo menos é o que assegura a TVI24, depois de consultar uma "fonte segura" do MEC.

Se assim for, estas listas são credíveis. Eu só vou a acreditar nelas se se confirmarem com a divulgação na DGRHE, mas...

Abraço!

Colocações. a nossa angústia na comunicação social

O Jornal i já tem uma notícia sobre esta situação de espera/angústia:


"Cerca de oito mil professores ficam na mesma escola

Primeiras listas foram divulgadas on line pela tutela durante pouco mais de 10 minutos e retiradas de seguida. O site da Direcção Geral dos Recursos Humanos encontra-se agora em manutenção

As primeiras listas colocação de professores foram esta manhã divulgadas pelo Ministério da Educação no site da Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação, mas retirada pouco tempo depois.

No primeiro documento, foi possível conhecer o número de professores que tiveram os seus contratos renovados na mesma escola. São cerca de oito mil, mas estes dados podem sofrer ainda alterações, uma vez que as listas acabaram por ser retiradas pelos serviços centrais da tutela.

Tem sido uma manhã inquietante para os cerca de 50 mil professores que hoje esperam pelas listas de colocação da Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação (DGRHE). As listas foram divulgadas on line pouco depois das dez da manhã, mas acabaram por ser retiradas ao fim de poucos minutos, encontrando-se o site da DGRHE em actualização até agora.

Falta ainda conhecer a lista dos professores que ficaram colocados numa outra escola, a lista dos docentes excluídos, dos que não têm turmas atribuídas e ainda dos que foram contratados em condições especiais. Só após estes dados serem divulgados, será possível saber quantos professores ficam no desemprego."

Abraço!

Saíram as listas, mas desapareceram...

Por volta das 10 da manhã saíram as listas. Pouco depois foram retiradas(?).

Alguns colegas que as conseguiram descarregar estão a disponibilizá-las. Eu não o vou fazer!

Em princípio será uma sobrecarga no servidor da DGRHE e as listas estarão correctas. Creio que sim, mas não me sai da cabeça aquele ano em que saíram não sei quantas listas com incorrecções e que nos levaram ao desespero. Por isso vou aguardar, um pouco mais de paciência para depois ter certezas.

Actualização: cuidado, já afirmam que têm erros. Pelo sim, pelo não, aguardem mais um pouco...

Abraço!

Crato tira 95 milhões às universidades

Ou seja, o Ensino Universitário vai ser mais caro para os alunos. Sim, pois a minha bola de cristal vê um óbvio aumento das propinas... o estado tira, o aluno dá! Mas isto é o meu lado pessimista a falar...


"Em 2012, universidades e politécnicos terão menos 8,5% no orçamento.

As universidades portuguesas vão ter menos 66 milhões de euros e os politécnicos menos 29 milhões de euros, em 2012. A informação foi comunicada pelo Ministério da Educação ao Conselho Permanente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e confirmada ao Diário Económico por Fernanda Matias, vice-reitora da Universidade de Coimbra.

No total, são menos 95 milhões de euros no orçamento destinado às instituições do Ensino Superior, o que significa um corte de 8,5%. A Universidade de Lisboa terá um "corte de 8,46%, e de 2,5% na cativação, o que dá cerca de 11%", revela o vice-reitor da instituição, António Vasconcelos Tavares.

Esta situação é "uniforme" entre as universidades e politécnicos nacionais, garante ainda o vice-reitor. A universidade está agora, no Conselho Geral e nas suas unidades orgânicas, a analisar que medidas tomar em relação a este corte."
Económico

Abraço!

Compensação por Caducidade de Contrato: mais um passo

Paguem! É o que diz a Provedoria de Justiça. E não sei onde está a dúvida, é mesmo para pagar, ganhamos esse direito, somos função pública para o bem e para o mal!

Mas isto ainda se vai arrastar...

Chamo a atenção para o último parágrafo. Vou aguardar por desenvolvimentos...


"Docentes com contrato caducado devem ser remunerados, diz Provedoria

A Provedoria de Justiça deu razão à Federação Nacional dos Professores (Fenprof) na reivindicação do pagamento de compensações a professores cujos contratos caducassem, que a Direção-Geral de Recursos Humanos da Educação (DGRHE) não quer pagar.

Em Junho deste ano, a DGRHE emitiu uma circular em que dizia que não tinha que pagar compensações aos professores que vissem os seus contratos caducados e a quem não fosse comunicada a intenção de renovação.

Segundo o Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas, quando um contrato caduca porque o empregador não comunica a vontade de o renovar, o trabalhador tem direito a uma compensação por cada mês em que esteve empregado.

Na circular, a DGRHE diz que como os contratos não são renováveis e caducam de qualquer maneira não há lugar a compensações.

No ofício enviado à DGRHE, a que a Lusa teve acesso, os serviços da Provedoria consideraram que esta argumentação “subverte a intenção do legislador ao deixar sem tutela situações que este claramente quis acautelar”.

Por isso, recomenda à DGRHE que “se digne reapreciar o entendimento constante” da circular, de que a Fenprof apresentou reclamação à Provedoria.

Em comunicado, a Fenprof recorda que os Tribunais Administrativos e Fiscais de Leiria e Castelo Branco já tinham emitido acórdãos dando razão à Fenprof.

A Provedoria considera, no entanto, acertada a interpretação da DGRHE segundo a qual os professores que consigam novo contrato de trabalho não têm direito a compensação por caducidade do anterior."


Abraço!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Crianças têm problemas de visão que afetam o rendimento escolar

É verdade, estas situações acontecem. Até podemos pensar que é apenas mais uma aluno que não quer saber, no meio de todos os outros... Mais cedo ou mais tarde (espera-se que "mais cedo") acabam por ser identificados.


"Crianças têm problemas de visão que afetam o rendimento escolar
A sociedade portuguesa de oftalmologia alerta que 20 por cento das crianças têm problemas de visão que interferem com o rendimento escolar. As doenças que mais afetam os mais novos são os erros refrativos, estrabismo e ambliopia."