terça-feira, 19 de julho de 2011

Novo modelo de avaliação de professores em Setembro

Mas esta ADD só acaba em Outubro, por isso vão coexistir. Uma vai estar a acabar, nos pormenores finais relativos à  deste ano lectivo que acaba, enquanto que a nova vai estar a dar os primeiros passos. Assim não "chocam", não se contradizem - digo eu!

Isto de avaliar não é fácil: o quê, como, quem, quando e outras questões que não são fáceis de resolver. Mas de certeza que arranjam uma melhor do que esta.


"Novo modelo de avaliação de professores em Setembro





Um novo sistema de avaliação do desempenho dos professores entrará em vigor a partir de 01 de setembro, afirmou o secretário-geral da Federação Nacional da Educação após uma reunião com o ministro da Educação.

No final de uma reunião com o ministro Nuno Crato, que durou mais de duas horas, o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, saiu visivelmente satisfeito, explicando: "É fundamental termos a consciência, que me parece óbvio das palavras do senhor ministro, que teremos a partir de 1 de setembro um outro modelo de avaliação de desempenho e que este modelo burocrático que está a provocar forte intranquilidade nas escolas está em vias de extinção".

Segundo disse aos jornalistas no final da reunião, as duas horas do encontro foram ocupadas essencialmente com a apresentação, por parte dos dirigentes da FNE, das suas preocupações que resultaram de um trabalho feito antes das eleições, e já apresentado aos partidos políticos, que reflete questões relacionadas com o ensino básico, secundário e superior, organização, docentes, assistentes técnicos, ensino do português no estrangeiro, entre outras.

Em relação ao tema quente para os sindicatos da educação, que é a avaliação de desempenho dos professores, João Dias da Silva sublinhou que o ministro mostrou disponibilidade para "apresentar muito rapidamente uma proposta" e para se "negociar para o próximo ano esta matéria e outras relacionadas com a organização do tempo de trabalho dos professores".

Segundo Dias da Silva, "o ministro disse que era precipitado dizer que garantia até ao final da próxima semana" uma proposta, mas adiantou que a apresentará em breve.

Ficou acordado entre a FNE e o ministro que já a partir de agosto e setembro se possa fazer um calendário de uma hierarquia de matérias que vai ser estabelecida pelas duas partes.

"O que me parece importante é a disponibilidade para um vasto trabalho conjunto sobre todas as matérias, que todas estão em aberto, relativamente ao funcionamento do sistema educativo", disse aos jornalistas.

Outro assunto que foi abordado na reunião e a FNE pretende que seja calendarizado para discussões com o Ministério da Educação é a questão dos concursos de 2012.

A proposta do ministro de alargar os tempos letivos das disciplinas de português e de matemática recebeu da FNE uma resposta positiva, - "nós pensamos que é uma medida equilibrada no contexto em que estamos", disse Dias da Silva. No entanto, o dirigente sindical afirma que o desejável "era fazer-se uma revisão curricular noutro contexto".

O plano de encerramento de escolas foi também tema de conversa na reunião, tendo havido consenso em que "só pode haver encerramento de escolas, ou fusões de agrupamentos, quando há condições criadas para que se passe para uma situação melhor".

Outra condição essencial para que esta reforma se faça, disse Dias da Silva, é que seja feita "garantindo que há participação das comunidades".

Sobre estas duas condições "houve convergência", afirmou o secretário-geral da FNE.

A próxima reunião entre Nuno Crato e a FNE será agendada no final da próxima semana, ou na seguinte."

Abraço!

Mário Nogueira, o humorista!

Estas apanhei-as no Correio da Manhã:

“pior do que os anteriores não há-de ser”


“Fiquei só com impressão. Nem boa, nem má”


Haja boa disposição nas negociações...


Abraço!

Crato ouviu mais do que falou

E parece ter, pelo menos, o benefício da dúvida de Mário Nogueira.

O sr. Ministro está interessado em mudar muita coisa, mas quando e como é que ainda não revelou.

E há tanto para melhorar que não sei quando ficará tudo bem. Ou melhor, sei: nunca ficará tudo bem! Não vai conseguir agradar a todos.

Mas sabem mesmo o que eu queria? Se visto como um importante agente de Educação, um profissional de importância vital para o futuro dos alunos e do país. Queria ser visto como devem ser vistos os Professores! E não devo ser só eu que o quero...



"Avaliação de professores ainda não foi discutida

O dirigente da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, saiu ontem da primeira reunião no Ministério da Educação convicto de que para próxima na semana, no segundo encontro com o ministro Nuno Crato, já estará em cima da mesa de negociações um novo modelo de avaliação de professores. "O ministro manifestou-se interessado em resolver este problema muito rapidamente e aberto à discussão dos efeitos que o processo de avaliação em curso deverá ter sobre os concursos, por exemplo", disse o sindicalista.





Apesar de ter sido uma reunião em que "o ministro ouviu mais do que falou", Nogueira mostrou-se satisfeito com o facto de Nuno Crato ter afirmado "que se revia em várias das posições da Fenprof". "Se assim for, será muito bom", disse o dirigente da federação. Esta tem vindo a exigir a suspensão do modelo de avaliação, que na sua perspectiva está ser causa "de um clima de grave conflitualidade nas escolas" e a "anulação da produção de efeitos" daquela que entretanto foi realizada.

No encontro, o ministro terá também respondido positivamente a duas outras preocupações manifestadas pelos sindicalistas, garantindo que o anunciado encerramento de 266 escolas e a criação de novos mega-agrupamentos só serão concretizados de acordo com os interesses das populações e depois de negociados com os respectivos municípios.

Do documento com a lista de reivindicações da Fenprof que "exigem intervenção imediata" fazem parte ainda a revisão de normas sobre a organização do próximo ano lectivo e a elaboração dos horários de trabalho dos docentes (nomeadamente no que respeita ao número máximo de horas a atribuir às escolas no âmbito do seu crédito global); o levantamento das necessidades permanentes das escolas e agrupamentos com vista à antecipação para 2012 do concurso de ingresso e mobilidade previsto para 2013; e o lançamento de "um amplo debate que permita a realização de uma verdadeira reorganização curricular". Também é reclamada a alteração do regime de autonomia e gestão das escolas."

Abraço!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

67 milhões de crianças no mundo não têm acesso à educação

Ainda é uma realidade neste mundo...

"ONU diz que 67 milhões de crianças no mundo não têm acesso à educação

Ao menos 67 milhões de crianças no mundo não têm acesso nesta segunda-feira à educação, especialmente em países com taxa de natalidade elevada e alvos de conflitos armados.

A informação consta no relatório "A crise oculta: Conflitos Armados e Educação" (2011) do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (Ecosoc), que realiza nesta segunda em Genebra o encontro anual com a educação como tema central.

Durante a sessão inaugural, o presidente da Assembleia Geral da ONU, Joseph Deiss, insistiu na importância da educação para alcançar a felicidade individual e a prosperidade econômica, além de melhorias sociais como a autonomia das mulheres e a redução da pobreza.

Pelo relatório do Ecosoc, entre 1999 e 2008, ao menos 52 milhões de crianças foram matriculadas na educação primária, o que representou aumento de um terço com relação à década anterior.

No entanto, apesar deste avanço, em regiões como a África Subsaariana, 10 milhões de crianças abandonaram o colégio por ano, por isso que em 2008 havia ainda 67 milhões de crianças no mundo todo sem acesso à educação básica.

A isto soma-se que, nos países menos desenvolvidos, 195 milhões de crianças menores de cinco anos - uma em cada três - sofre de desnutrição, o que causa danos irreversíveis ao desenvolvimento cognitivo.

As crianças não são as únicas afetadas pelos problemas de acesso à educação, já que ao redor de 796 milhões de pessoas, 17% dos adultos de todo o mundo, são analfabetas, e deste percentual dois terços são mulheres.

Esta diferença de gênero é ainda notada na atualidade entre as crianças. Conforme o Ecosoc, se a paridade de gênero tivesse sido alcançada em 2008, 3,6 milhões de meninas mais teriam assistido à escola.

Deiss destacou a importância de atingir a meta da educação universal para cinco anos, como indicam os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, pelo qual são necessários mais de 1,9 milhão de professores.

O cumprimento deste objetivo foi afetado pela crise, especialmente nos países mais pobres, já que sete dos 18 países de baixas receitas analisados pelo Ecosoc cortaram seus orçamentos para educação e juntos somaram 3,7 milhões de crianças sem escolarizar.

No entanto, os países mais pobres aumentaram em conjunto a despesa em educação, passando de 2,9% de seus orçamentos em 1999 para 3,8% em 2008.

O relatório analisa a maneira na qual as guerras afetam à escolarização das crianças, já que na última década 35 países sofreram com conflitos armados com duração média - nos países mais pobres - de 12 anos.

Nesse período, 28 milhões de crianças - 42% do total - foram obrigadas a abandonar a escola primária por causa dos conflitos, responsáveis pela destruição de escolas e que transformam em muito perigosos os caminhos até as escolas.

Por exemplo, no Afeganistão foram registrados ao menos 613 ataques a escolas em 2009; na Tailândia 63 estudantes e 24 professores foram assassinados ou feridos entre 2008 e 2009, e, na República Democrática do Congo, um terço das violações ocorreu contra meninas, das quais 13% são menores de dez anos.

Além disso, nestes países afetados por conflitos armados, 79% dos jovens são analfabetos, explica o relatório.

O Ecosoc lembra a responsabilidade dos países ricos, já que no conjunto das 21 economias mais desenvolvidas investem mais recursos em armamento do que na construção das escolas.

Se 10% dessa despesa militar se desviasse a educação, haveria 9,5 milhões mais de crianças escolarizados."
noticias.terra.com.br

Abraço!

Reduz-se no ministério e aumenta-se onde?

A estrutura ministerial é para reduzir, estão todos de acordo.

Agora não sei é para onde vão mandar tanta gente... ou sei, mas tenho medo de pensar: voltam para a Escola! Lá se vão mais umas vagas...



"Nuno Crato ‘foge’ da 5 de Outubro

Nuno Crato começa hoje a receber os sindicatos de professores longe da avenida 5 de Outubro, em Lisboa, o edifício-símbolo da máquina ministerial cuja extinção defendeu antes de chegar ao Governo.

"A última a sair da 5 de Outubro foi a ministra Maria do Carmo Seabra, que foi para a avenida 24 de Julho, e só lá esteve seis meses, porque o Governo de Santana Lopes caiu", graceja Mário Nogueira (Fenprof). Já João Dias da Silva (FNE) diz, entre sorrisos, que o ministro da Educação e Ciência "não quer apanhar com os destroços do edifício que pretende eliminar".

Já na sexta-feira, Crato dera a sua primeira conferência de imprensa no Palácio das Laranjeiras, ligado ao ensino superior e ciência. A tutela disse ao CM que o ministro vai "trabalhar em ambas as instalações, conforme a necessidade".

Num ponto, ministro e sindicatos estão de acordo: é preciso reduzir a estrutura ministerial. Até porque os sindicatos querem saber onde Crato irá cortar, depois de ter parado a fusão de escolas e a reforma curricular. Nogueira pede "coragem para reduzir ao essencial a máquina do Ministério". Dias da Silva propõe "acabar de imediato com as equipas de apoio às escolas e extinguir as direcções regionais nesta legislatura".

A suspensão do modelo de avaliação de professores volta também a ser prioridade dos sindicatos. "Tem de ficar clara a suspensão do modelo a partir de Setembro, bem como a anulação dos efeitos no concurso. Não basta o ministro dizer, é preciso leis ou o envio de uma circular às escolas", defende Nogueira, lembrando que "foi o PSD que disse que este modelo é kafkiano".

Dias da Silva afina pelo mesmo diapasão e acredita que o ministro "vai abrir um espaço de negociação relativamente ao novo modelo de avaliação de desempenho, que se deseja menos burocrático". Nuno Crato já disse que vai apresentar um novo modelo.

DIRECTORES JÁ NÃO DEDUZEM HORAS PARA AVALIAÇÃO

Os directores das escolas já não estão a prever horas para os professores relatores dedicarem à avaliação docente no próximo ano lectivo, depois de o ministro ter afirmado que vai adoptar novo modelo. "Não vou deduzir horas para os relatores", disse ao CM Adalmiro Fonseca, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas e director da escola Oliveira do Douro, em Vila Nova de Gaia. Mário Nogueira vai pedir hoje ao ministro para clarificar este ponto."
Correio da Manhã

Abraço!

domingo, 17 de julho de 2011

ADD: O início do novo modelo de avaliação

Mas deste já não nos livram...

"Governo já tem princípios gerais de novo modelo de avaliação docente
Lisboa, 15 jul (Lusa)

O Governo está a preparar um novo modelo de avaliação do desempenho docente, do qual já possui princípios gerais, anunciou hoje o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, em Lisboa.

"É um novo modelo de avaliação que está a ser discutido com uma série de agentes", avançou Nuno Crato aos jornalistas.
Segundo o governante, estão a ser ouvidos "muitos diretores de escola e outros agentes educativos" para o ministério ter a opinião de cada um."

Lá vão 266...

escolas com menos de 21 alunos.

Outras se seguirão, mas não por agora.

E os super-mega-hiper-agrupamentos também pararam, a não ser que já estivessem mesmo em fase de conclusão.

Fecham-se estabelecimentos e vagas... e eu a ver o meu lugar por um canudo...

Abraço!

Não incomodar: "estamos a servir o povo português"!

Não resisti em realçar no título a afirmação final desta notícia. Fica bem... depois veremos se se confirma. Tenho esperança que sim, mas...

Li estas palavras do nosso Ministro e recordei-me da entrada da anterior. Tinha um discurso mais virado para os professores, para romper com a "arrogância" da D. Maria, sua antecessora, com risinhos e palavras de enaltecimento para esta nobre profissão. E depois deu no que deu...

Nuno Crato está a ser mais radical, quer "implodir", rasgar, mudar, dar mais autonomia às Escolas, mais voz aos professores e tudo mais, mas ainda não vimos nada de concreto.

Eu aguardo, não muito pacientemente, mas aguardo...


«Ministério da Educação não é o dono da Educação em Portugal»

Ministro considera que documento das competências essenciais é inútil

O ministro da Educação, Nuno Crato, disse esta sexta-feira que o documento das competências essenciais é «inútil, mal organizado, palavroso e repleto de orientações pedagógicas que são caducas e que não compete ao Estado ditar», escreve a Lusa.

Ao intervir na sessão de encerramento da apresentação dos resultados de mais um ano de trabalho do Projecto Fénix, pela Universidade Católica do Porto e pelo Agrupamento de Escolas de Beiriz, Nuno Crato afirmou: «Neste momento, temos três documentos orientadores do currículo, que são as chamadas competências essenciais, contra a qual eu tenho bramado e continuo a bramar».

Para o ministro, este é «um documento inútil, mal organizado, palavroso e repleto de orientações pedagógicas que são caducas e que não compete ao Estado ditar».

Entende Crato que «compete aos professores chegarem aos objectivos gerais que sejam traçados pelo País, pelo Estado, pelo Ministério da Educação em colaboração com as escolas, pela equipa do Ministério da Educação».

Acrescentou que «o País não deve dizer aos professores como é que os professores devem assinar», considerando que «os professores têm objectivos onde chegar e devem ter grande liberdade para chegar a esses objectivos».

Em declarações aos jornalistas no final, afirmou que «os professores portugueses percebem perfeitamente que são necessárias mudanças na educação», mas garantiu que estas serão feitas com eles.

«Nós precisamos dos professores. Nós não podemos fazer mudanças contra os professores. Está completamente nos antípodas do pensamento deste ministério. Nós temos que fazer mudanças com os professores», pormenorizou.

Para Nuno Crato, «não compete ao Ministério da Educação ditar tudo sobre as escolas, [uma vez que] o Ministério da Educação não é o dono da Educação em Portugal».

A encerrar, declarou: «Nós estamos a servir o povo português»."
TVI

Abraço!

Apresentação do novo ano lectivo

E o homem falou!

Talvez tarde demais, talvez porque só agora teve condições para o fazer, mas falou, pelo menos isso fez!

E em jeito de resumo do que falou, mostro-vos esta notícia:


"Mais 45 minutos por semana para Português e Matemática





Mais matemática e português...
Os resultados foram maus e a tentativa de contrariar o chumbo de mais de metade dos alunos a Português e Matemática, tanto no 9.o como no 12.o ano, arranca já em 2001/2012. O ministro da Educação apresentou ontem medidas de combate aprovadas no último Conselho de Ministros. A carga de aulas semanal vai manter-se, mas em vez da disciplina de Área de Projecto os alunos do 2.o e do 3.o ciclo vão passar a ter mais blocos de Matemática e Português, em média 45 minutos.

Nuno Crato sublinhou que até aqui algumas escolas já ofereciam um reforço semelhante nestas disciplinas no âmbito da unidade curricular de Estudo Acompanhado: "Era uma boa prática, que queremos que se estenda a todas as escolas", disse o ministro. Quanto aos blocos de estudo acompanhado, que mantêm a duração de 45 minutos semanais, Crato sublinhou que as escolas terão autonomia para decidir em que disciplinas apostar, devendo Português e Matemática ser consideradas "estruturantes" de todas as outras.

Na apresentação do novo ano lectivo, o ministro disse que o fraco desempenho dos alunos nas avaliações nacionais, que tiveram os resultados da 1.a fase divulgados esta semana, mostram "deficiências consistentes". Neste sentido, e prometendo uma revisão curricular para breve - embora sem efeito no próximo ano lectivo -, Crato sublinhou que as primeiras medidas passam por reduzir a dispersão curricular e introduzir provas finais também no 6.o ano.

Quanto ao desempenho nos exames, que tanto a associação de professores de Português como a dos professores de Desenho atribuíram também a factores como a falta de reuniões dos correctores e debate de critérios de avaliação, o ministro disse que o ministério fará uma "análise fina" dos resultados para apurar eventuais problemas de método.

266 escolas fecham 
Ainda com grande parte dos dossiês por avaliar, Nuno Crato anunciou ontem que no próximo ano fecharão 266 escolas do 1.o ciclo com menos de 21 alunos do total de 600 que tinham o encerramento previsto. O ministro sublinhou que a opção foi encerrar apenas aquelas em que a transferência dos alunos para os centros escolares já era clara. Quanto aos professores destas escolas, Crato disse que as situações serão avaliadas "caso a caso", garantindo que o objectivo é integrá-los nas escolas que permanecem em funcionamento. Já sobre a agregação das escolas em grandes agrupamentos o ministro sublinhou que o processo fica para já suspenso, à excepção dos casos onde "há acordo das mesmas e das respectivas autarquias".

Notando que áreas como as obras de requalificação de escolas secundárias previstas no programa da empresa Parque Escolar ou a revisão do modelo de avaliação dos professores estão ainda a ser estudadas, Crato sublinhou que neste momento a preparação do próximo ano lectivo decorre com normalidade. Questionado sobre a continuidade de programas como o Novas Oportunidades, garantiu que serão abordados oportunamente. Admitiu ainda assim alargar alguns modelos, como é o caso dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), que no último ano abrangeram 135 243 alunos de 105 escolas com taxas de insucesso escolar superiores à média."


Abraço!

2 dias com o horário mais apertado...

.. deram numa grande desactualização neste blogue.

Saíram notícias "quentes e boas" que já foram arrefecendo, mas mantêm-se "boas".

De qualquer forma estou habituado a um decréscimo de leitores ao fim de semana, pelo que muitos nem notaram...

Este pequeno blogue dirigido por um humilde "professor pensador" exige-me tempo e atenção, que, por muitas vezes, quase não tenho. No entanto sinto uma grande obrigação em não deixar ficar mal , principalmente, os leitores que me seguem mais assiduamente.

E neste jogo de tempo/obrigação tenho conseguido um resultado que tem agradado a alguns (tenho uma média superior a 100 visitas diárias) - agradeço o interesse.

Se por um lado estou satisfeito (não tenho ambição de dirigir um blogue com enormes dimensões mediáticas), por outro sinto a falta de uma a maior interactividade: os vossos comentários, opiniões, sugestões, o que vos agrada mais, o que gostariam de ver discutido e outras formas de me darem a conhecer o vosso lado.

Por enquanto vou-me agarrando às estatísticas...

Abraço!