segunda-feira, 27 de junho de 2011

A Troika e a Educação

Na página do Banco de Portugal está disponível o MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE AS CONDICIONALIDADES DE POLÍTICA ECONÓMICA, ou seja, o "acordo com a Troika", em termos simples.

Estava à espera de medidas concretas, mas é tudo ainda muito vago. Não diz "cortar 20 mil empregos na Educação", ou "acabar com os mamões que levam milhares ao estado", é tudo muito "light".

Ponho-me a pensar com os meus botões: foi preciso vir alguém de fora para se lembrarem destas medidas?

Na parte da Educação, pode-se ler o seguinte:

"Educação e formação

4.10 O Governo irá prosseguir a sua acção no sentido de combater a baixa escolaridade e o
abandono escolar precoce e de melhorar a qualidade do ensino secundário e do ensino e formação
profissional, tendo em vista o aumento da eficiência no sector educativo, o aumento da qualidade do
capital humano e a facilitação da adaptação ao mercado de trabalho. Para este fim, o Governo irá:
i. criar um sistema de análise, monitorização, avaliação e apresentação de resultados
de modo a avaliar com rigor os resultados e os impactos das políticas de educação e
de formação, nomeadamente os planos já implementados (por exemplo, relativos a
medidas de redução de custos, ensino e formação profissional e políticas para
melhorar os resultados escolares e limitar o abandono escolar precoce). [T4‐2011]

ii. apresentar um plano de acção para melhorar a qualidade dos serviços do ensino
secundário, nomeadamente através: (i) da generalização dos acordos de confiança
entre o Estado e as escolas públicas, definindo autonomia alargada e um
enquadramento de financiamento baseado numa fórmula que inclua critérios de
evolução do desempenho e de responsabilização; (ii) um quadro de financiamento
simples orientado para os resultados para as escolas profissionais e privadas com
contratos de associação baseado em financiamento fixo por turma e incentivos
associados aos critérios de desempenho; (iv) um papel reforçado de supervisão da
Inspecção‐Geral. [T1‐2012]
iii. apresentar um plano de acção com o objectivo de (i) garantir a qualidade,
atractividade e relevância em termos no mercado de trabalho da ensino e formação
profissional, através de parcerias com as empresas e outros agentes; (ii) valorizar os
mecanismos de orientação e aconselhamento profissional para potenciais estudantes
de ensino e formação profissional. [T1‐2012]"

Abraço!

Professores e Educadores: reformas em Julho de 2011

Mais uma lista, desta vez de 207 colegas que vão deixar a profissão em Julho.

Contava com uma lista maior já este mês, uma vez que o ano lectivo está quase no fim e assim seriam dispensados mais facilmente. Talvez a de Agosto seja bem maior...




Abraço!

domingo, 26 de junho de 2011

É para quem quer, não para quem é rico...

Os alunos com menos condições financeiras são bons e maus alunos. Os com melhor condição financeira também!

Todos conhecemos alunos que querem saber e outros que não. Sejam pobres ou ricos...

No entanto os pobres têm menos acesso às ajudas de centros de estudo, explicadores, manuais, os pais são menos literados, etc., pelo que para conseguirem os resultados têm que se desenrascar por eles próprios. Os ricos podem usufruir de outras condições...

Não é nesta meia dúzia de linhas que a questão fica totalmente explanada, mas creio que percebem o meu raciocínio. No fundo, quem quer ser melhor faz por isso!


"31% dos alunos mais pobres estão no nível mais alto dos resultados escolares

Segundo o relatório PISA para os países da OCDE, são cerca de 31% o número de alunos mais pobres que conseguem obter os melhores resultados escolares.

Acima desta média encontram-se países como a Coreia do Sul, a Finlândia, o Japão, o Canadá e algumas regiões da China, como Xangai, Hong Kong, Macau e Singapura. Entre os países abaixo da média encontram-se a Alemanha, o Reino Unido ou a Dinamarca." 
El País/Correio da Educação

Abraço!

Portugueses confiam nos Professores!

E nos Bombeiros. E nos Carteiros!


Adivinhem em quem confiam menos? No políticos e nos advogados!


Estou surpreendido e até fiquei comovido: não sabia que acreditavam em nós. 


Veio-me logo à ideia aqueles tempos em que na aldeia as figuras ilustres eram o Padre, o Professor e o Médico.


Não sabia que quando confrontam a versão dos factos de um aluno/filho com a nossa acreditam em nós...


Posso estar a ser "mauzinho", pois há muitos pais que nos dão o devido valor. Mas há outros tão "enganadinhos" pelos seus filhos... 


O pior cego é aquele que não quer ver...


"Os portugueses confiam nos bombeiros, nos professores e nos carteiros mas desconfiam cada vez mais de advogados e políticos, de acordo com um estudo do grupo GFK hoje divulgado.

O estudo foi feito em 19 países, a grande parte da Europa, e consistiu em determinar os níveis de confiança que os cidadãos têm em relação a 20 profissões e organizações profissionais. Os portugueses sãos dos mais descrentes comparando com outros anos.

Em relação a anos anteriores (desde 2008) os portugueses mostraram este ano uma “significante” quebra de confiança praticamente em todas as profissões, especialmente em sindicatos, organizações de caridade, jornalistas ou juízes e publicitários.

Se bombeiros e professores surgem como dos profissionais mais confiáveis, no fundo da tabela, este como nos últimos três anos, estão os políticos, os advogados e os banqueiros, com os primeiros a sofrer uma queda de sete pontos em relação ao ano passado.

Em toda a Europa os bombeiros são os que estão no topo da tabela dos mais confiáveis. A Suécia apresenta-se como o país onde mais se confia nos diferentes profissionais mas os belgas são os mais desconfiados.

Na Alemanha, ainda segundo o estudo, é onde menos se acredita nos administradores de empresas mas onde os advogados têm melhor aceitação, enquanto o Reino Unido é o mais desconfiado em relação aos jornalistas.
Também em termos gerais, além dos bombeiros, os países que participaram no estudo confiam em termos gerais nos professores, nos médicos, nos carteiros e nos militares e polícias. Em toda a parte os políticos aparecem no fundo da tabela.

Ainda que sem serem diferenças significativasPortugal acredita mais nos professores e nos militares do que a média europeia, e é também dos que mais confia nas organizações de defesa do meio ambiente (79 pontos dados por Portugal, contra os 67 da média dos países europeus).

Apesar da confiança estar em declínio os portugueses ainda assim são dos mais crentes na igreja (69 pontos, contra 51 da média europeia), nos funcionários públicos, nos jornalistas, e nos profissionais de estudos de mercado e de marketing.

Já os advogados e juízes merecem muito menos credibilidade para os portugueses do que para os restantes europeus participantes no estudo (36 pontos contra 52 em relação a advogados, e 44 contra 63 em relação a juízes). Portugal é também dos que menos confia nos políticos, sendo neste caso os Estados Unidos o campeão da confiança.

O grupo GFK é uma das maiores companhias de estudos de mercado do mundo. Em Portugal a pesquisa foi feita com 1.257 entrevistas. Em todos os países foram feitas 19.261 entrevistas.

Além de Portugal participaram países como a Espanha, França, Itália, Alemanha, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Turquia, Estados Unidos, Brasil ou Índia."

Abraço!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Professores portugueses têm piores salários

Foi agora publicado um estudo com umas conclusões interessantes acerca da remuneração dos professores na OCDE:

Somos o "segundo país que apresenta maior diferença entre os salários no início e no final de carreira de professores no ensino secundário";


A " meio da carreira, com 15 anos de experiência, o salário de um professor do secundário em Portugal é inferior ao da média da OCDE. A posição no 'ranking' cai ainda mais quanto se avalia o salário de início de carreira"...


"O salário dos professores é inferior ao de outros assalariados com formação equivalente noutros setores";


Nem digo mais nada...


Podem ler a notícia integral no Jornal i e tirar as vossas conclusões (há mais para ler).


Abraço!



Compensação por Caducidade de Contrato

Paga, não paga, é legal, não é, somos funcionários públicos iguais aos outros, não somos...

Pior do que não querem pagar este ano é o facto de algumas escolas terem pedido de volta o que pagaram no ano passado.

Quem recorreu para a DGRHE (depois de pagar, claro, porque antes de o fazer não podia reclamar) recebeu resposta negativa: não têm direito! Mas com argumentos discutíveis...

O assunto voltou à discussão e já há versões contraditórias, documentos que estão a ser tidos em conta mas que não são válidos, avisos que vêm esclarecer e só complicam...

Para poupar na factura da Educação nada mais fácil do que reduzir o número de professores. E quem pode ser reduzido sem grandes problemas: nós os contratadozitos!

Mas depois vem aquela parte "chata" de nos terem que compensar pela caducidade do contrato, como fazem aos outros funcionários públicos. E esta parte é mesmo chata, pois sai-lhes cara, quando a ideia é poupar...

Poupam na mesma, pois mais vale pagar a compensação uma vez do que um ano de salário. Mas se poderem não pagar - nem que seja com artimanhas e recorrendo à interpretação duvidosa das leis - é claro que não o querem fazer.

Devem pagar? Sim! Vão pagar? Parece que não!

Podemos protestar? Sim! Vale o esforço? Cada um sabe de si!

E quem nos protege/ajuda a protestar? Desenrasquem-se! Organizem-se e apresentem um protesto colectivo, poupam nos advogados dividindo despesas.

Somos todos iguais? Não! Umas escolas pediram as compensações de volta e outras não!

Há um artigo no Jornal i sobre este assunto (cuidado com este e com outros artigos que por vezes não estão bem "dentro" dos assuntos da docência e que podem falhar num ou noutro ponto. No entanto somos "crescidinhos" e sabemos melhor do que os jornalistas da nossa vida. O problema é o resto dos leitores que não conhecem e podem ficar com ideias erradas. Temos que os "educar"!). Há também outros colegas que apresentaram este assunto nos seus blogues, como por exemplo alguns do que tenho na minha lista identificada aqui na barra lateral. Leiam e se tiverem dúvidas exponham-nas: se puder ajudo!

Abraço!

Registo na DGRHE - Avaliação

Como muitos, fiquei curioso e lá entrei na página "área reservada", na dgrhe, e confirmei os meus dados da ficha de docentes.

Era só isto?

Posso não ter percebido muito bem, mas creio que este aviso posto nas escolas "de que devemos ter um registo na DGRHE para sermos avaliados" é mais para aqueles colegas que nunca concorreram e/ou não têm "utilizador" e "password" para acederem à área reservada, concursos, etc.

O NIF é essencial para os avaliadores acederem aos professores avaliados, pelo que confirmem que ele está nos vossos dados. Descobri que não tinha o meu código postal, foi a única coisa que preenchi.

Se não sabem do que estou a falar, leiam isto (e/ou vejam a vitrine na vossa sala de professores onde constam as informações importantes):

"Exmo. (a) Sr. (ª) Director (a) Informa-se que se encontra disponível no portal da DGRHE a aplicação electrónica para a avaliação do desempenho do pessoal docente, bem como o respectivo manual de utilizador.

Aconselhamos que indique aos docentes do seu agrupamento ou escola não agrupada, a necessidade de efectuarem o registo no portal da DGRHE, de forma a poder indicar quais os avaliadores e correspondentes avaliados na aplicação disponibilizada para que posteriormente os avaliadores possam continuar o preenchimento e emissão do anexo.

Cumps,

DGRHE"


Abraço!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Segurança no Facebook

Já sabemos que as redes sociais não são inofensivas.

Até já sabemos mais: as redes sociais são um bom meio para roubo de identidade, recolha de informações úteis para a prática de crimes, ciberbullying, abusos e outros.

Mas há quem teime em dar tudo a conhecer, em acreditar em todos, em dar o benefício da dúvida aos gestores destas redes...

Para ajudar  os pais e os alunos a "protegerem-se" do Facebook - e não só, pois muitas recomendações podem ser usadas para outras redes - a seguranet tem 2 panfletos informativos:

Guia do Facebook para os Jovens

Guia do Facebook para os Pais

Espero que estes documentos já não ajudem, se é que me estão a perceber...

Abraço!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Deixem-no aterrar, ele só pede que o deixem...

... aterrar. Ainda agora chegou, tem que aterrar e depois diz de sua justiça!

Foi o pedido de Nuno Crato:

"O ministro da Educação, Nuno Crato, pediu aos jornalistas «uns dias para aterrar» na pasta ministerial para a qual foi empossado no Palácio da Ajuda, em Lisboa.
«Dêem-me uns dias, dêem-me uns dias para aterrar», limitou-se a dizer aos jornalistas Nuno Crato, à saída da cerimónia de tomada de posse do novo Governo.

O ministro tinha sido questionado pelos jornalistas sobre as medidas prioritárias que tomará à frente do Ministério da Educação."
TVI24


Abraço!

O novo Ministro da Educação não agrada a todos, mas...

...tem, pelo menos, o benefício da dúvida.

É mais ligado ao Ensino Superior e já ouvi quem teme que possa "puxar a brasa mais para essa sardinha".

Tem ideias que batem com as "tentadas" pelo governo do PS - o caso das provas de ingresso para os professores.

Tem muito menos dinheiro para gerir e muito pessoal para dispensar.

Está com a batata quente na mão e pode queimar-se... espero que não.

Mas não parece que vá ser "meu ministro", devo ser um dos muitos que vão ficar a ver o seu lugar como docente "por um canudo"... espero estar errado!

"


Nuno Crato é aguardado com expectativa
Sara R. Oliveira - Educare

Sindicatos e associações esperam que o novo ministro da Educação, do Ensino Superior e da Ciência passe da teoria à prática, que aplique no terreno as ideias que tem defendido, que assuma uma postura dialogante. FENPROF e FNE aguardam pelas medidas que serão anunciadas e não desistem da suspensão do atual modelo de avaliação. Neste momento, pede-se rapidez na definição das normas de gestão do próximo ano letivo.
O novo ministro da Educação, do Ensino Superior e da Ciência é Nuno Crato, matemático, professor catedrático, pró-reitor da Universidade Técnica de Lisboa. Tem 59 anos, é licenciado em Economia, doutorado em Matemática Aplicada e tem um mestrado em Métodos Matemáticos para Gestão de Empresas. Foi presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, tem vários livros e artigos publicados em revistas científicas.

Em 2008, recebeu o prémio de comunicador científico do ano, atribuído pela União Europeia. Nesse mesmo ano, recebeu a comenda da Ordem do Infante D. Henrique pelas mãos do Presidente da República. Amanhã, terça-feira, toma posse para liderar um ministério sensível durante os próximos quatro anos.

Nuno Crato tem três áreas sob a sua alçada e várias tarefas pela frente, como poupar 195 milhões de euros até 2012 e mais 175 milhões em 2013, reduzir pessoal e negociar com mais de uma dezena de sindicatos do setor. Combater a baixa escolaridade, travar o abandono escolar e melhorar a qualidade do ensino e da formação são assuntos que obrigatoriamente terá de manter debaixo de olho. De que forma o seu nome está a ser recebido? Com bastante expectativa. Até pelas ideias que tem vindo a defender ao longo dos anos.

A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) e a Federação Nacional de Educação (FNE) não abdicam da suspensão do atual modelo de avaliação de professores e aguardam pelas medidas que Nuno Crato irá implementar. "O que é determinante não é o ministro, mas sim os programas que vão ser implementados", referiu, à Lusa, Mário Nogueira, secretário-geral da FENPROF. De qualquer forma, o responsável espera que o novo titular da pasta mostre disponibilidade e capacidade para dialogar e negociar.

João Dias da Silva, secretário-geral da FNE, quer, além da suspensão do modelo de avaliação, que a fusão dos agrupamentos de escolas seja colocada de lado. "No imediato, é evidente que queremos a suspensão da avaliação de desempenho e a suspensão do processo de fusão de agrupamentos para se encontrar uma nova forma de concretização dos agrupamentos de escola e também para determinação de um novo modelo de avaliação" - sustenta, a propósito.

A FNE vê com bons olhos a fusão das três áreas num único ministério, relembrando que essa divisão significou dificuldades no passado. "Houve alguma falta de articulação e este reencontro parece-nos positivo", referiu Dias da Silva, à Lusa. A FENPROF, por seu turno, prefere esperar para ver se se trata de apenas um ministério ou se serão dois com o mesmo ministro.

O Conselho de Escolas (CE) está satisfeito com a nomeação de Nuno Crato e acredita que o seu trabalho poderá ser uma mais-valia para o setor educativo. Para Manuel Esperança, o novo ministro percebe do que fala, está "por dentro dos problemas da Educação" e, por isso, espera que coloque em prática "as ideias que tem transmitido". O presidente do CE não discorda da fusão de três áreas no mesmo ministério, mas sublinha que é fundamental conhecer a equipa que irá acompanhar Nuno Crato. "Talvez um ministro só para o Ensino Superior fosse um exagero", reparou.

A Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) aguarda com "serenidade" o desenrolar dos acontecimentos para ver o que acontece, apesar de reconhecer valor a Nuno Crato. "O ministro é pessoa cujo valor reconhecemos, mas como se trata de um super-ministério, é vital aguardarmos pelo programa do Governo e pelos nomes dos secretários de Estado, antes de nos pronunciarmos", disse Albino Almeida, presidente da CONFAP. O responsável espera abertura por parte da tutela para dialogar e expor situações que preocupam pais e encarregados de educação.

A Confederação Independente de Pais (CNIPE) espera que Nuno Crato seja coerente e que aplique no terreno o que tem vindo a defender publicamente. A nomeação não foi totalmente uma surpresa e não há contestação ao nome indicado. Maria José Viseu, presidente da CNIPE, gostaria que o novo ministro não tardasse a explicar as regras do jogo, ou seja, as normas de gestão do ano letivo. "Ele defende uma escola de qualidade, uma escola exigente, onde os conhecimentos científicos sejam valorizados, uma escola responsabilizadora e responsabilizante e, portanto, nesse sentido nós só podemos concordar com ele", comentou, em declarações à Lusa.

Uma pessoa dialogante, com sensibilidade e que reflete sobre o setor. É assim que o Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESUP) olha para Nuno Crato. "Temos expectativas positivas. Trata-se de alguém que já tem reflexão sobre o Ensino Superior e cujas ideias, em grande parte, vão ao encontro do que defendemos. Aguardamos agora o início do diálogo", afirmou o presidente do SNESUP, António Vicente. E mais do que fusão de três áreas, o importante é, sustenta, "ter um ministro preocupado e sensível para as matérias". 


Abraço!