quarta-feira, 4 de maio de 2011

Instituto Camões corta 30 horários no estrangeiro

Segundo a FNE,  o Instituto Camões vai cortar 30 horários no estrangeiro.
São menos 30 vagas... é a poupança...


"A Federação Nacional da Educação (FNE) acusa o Instituto Camões de se preparar para extinguir 30 horários no ensino português no estrangeiro no próximo ano lectivo, mas o organismo garante que a rede ainda não está fechada."




Abraço!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Concursos: BI/Cartão de Cidadão

Pensava eu que estava a ser muito picuinhas e até desisti de proceder ao envio do fazx para alterar o número do BI para o número do CC, ou seja, incluir aques números e letrinhas "novos".

Afinal vários colegas tiveram a mesma dúvida (vi no Educare e no Arlindovsky, por exemplo).

A resposta surge neste documento:

"NOTA INFORMATIVA
CONCURSO ANUAL COM VISTA AO SUPRIMENTO DAS NECESSIDADES TRANSITÓRIAS DE PESSOAL DOCENTE,
PARA O ANO ESCOLAR DE 2011-2012
PEDIDOS DE RECTIFICAÇÃO AO DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO

Informam-se todos os candidatos, Agrupamentos de Escolas e Escolas Não Agrupadas que, o número do documento de identificação solicitado nas aplicações informáticas, corresponde ao número de identificação civil, que é idêntico, independentemente, do documento identificativo utilizado (Cartão de Cidadão ou Bilhete de Identidade).

Pelo que, não existe qualquer necessidade de requerer rectificação.
DGRHE, 29 de Abril de 2011"



Abraço!

"Pressão? Não, nada disso..."

Claro que não, nem é costume haver este tipo de pressões, somos um país livre em que se identificam os professores que fazem greve, onde a polícia vai visitar os sindicatos ná véspera destas, mas tirando isso...

Podem ler e/ou ouvir estas duas notícias da Antena 1:

"Sindicatos acusam direções de escolas de pressionarem funcionários para não fazerem greve

A Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública acusa direções de escolas de coagirem os trabalhadores não docentes para que não façam greve na sexta-feira, dia da greve nacional da função pública e também das provas de aferição do 4º ano. O porta-voz da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, Luís Pesca, explica à Antena1 que já enviou uma carta de protesto à ministra da Educação, porque está em causa o direito à greve."

Ouvir a notícia: Antena 1.



"Ministra da Educação desmente pressões sobre funcionários para que não adiram à greve

A ministra da Educação desmente a existência de quaisquer pressões das direções das escolas sobre os trabalhadores não docentes para que não façam greve na sexta-feira, dia da greve nacional da função pública e também das provas de aferição do 4º ano. Isabel Alçada diz que é falsa a denúncia da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública e afirma que as escolas vão ser capazes de organizar tudo para que as coisas corram normalmente."

Ouvir a notícia: Antena 1.



Abraço!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mãe revoltada com livro de educação sexual 'demasiado gráfico'

Cuidado, pode pegar a moda por cá...

Nos EUA temos destas coisas: liberdade, possibilidade de ascenção, onde tudo pode acontecer... inclusivé esta realidade!

São um país de dualidades. Não nos podemos esquecer que eles são uma união de vários estados e cada um tem as suas ideias/ideais (numa comparação muito brusca, pode-se dizer que são uma "Europa", no sentido de apesar de serem um país, aglomeram muitos "países", logo muitos costumes, tradições...). Um "mix" que pode ser bom ou mau.

Por cá até não ficava surpreso se tal acontecesse: é que o assunto é delicado e estão a deixar (obrigar) que sejamos nós professores a ficar com esta "batata quente" nas mãos. Os pais não sabem Educar para a sexualidade, mas são os primeiros a criticar quem o faz (e que nem sempre quer fazer).

Podem ler esta notícia do SOL:

"Uma mãe norte-americana do estado de Washington emitiu uma queixa contra uma escola primária após a sua filha de 10 anos de idade ter trazido para casa um livro de educação sexual «demasiado gráfico».
A notícia avançada pelo Daily Mail dá conta dos protestos de Jennifer Swedeoson e do seu espanto ao folhear um livro que a sua filha, Kaleigh, tinha levado para casa após lhe ter sido entregue na escola.

O livro intitulado Qual é o grande segredo? demonstra as diferenças entre o sexo feminino e masculino e fala sobre temas relacionados com a masturbação.

«Esta é uma das coisas que sem dúvida me chamaram a atenção, ao falarem de masturbação a crianças de 10 anos. Qual a necessidade de lerem sobre isso?», questionou, revoltada, a mãe da criança.
Jennifer Swedeoson considerou o livro como «demasiado gráfico» para a sua filha, no momento em que folheou o livro e se deparou com o seu conteúdo.

«Não estou chateada com o livro em si», admitiu, apontando antes para a necessidade de «serem enviadas para casa permissões escritas» de modo a «assegurar que os pais saibam» que o livro está com os seus filhos.

Uma assistente da escola, Lance Gibbon, realçou que a escola nunca tinha tido qualquer problema com o livro «que está nas prateleiras há mais de 10 anos em mais de cinco escolas diferentes», o que resulta na sua leitura por parte de «2,500 alunos por ano».

«É a primeira vez que se levantam questões [acerca do livro]», assegurou."


Abraço!

S.O.S. Educação

Pelo menos vão-se mexendo, não se conformam (embora tenham cedido na assinatura dos "acordos" com o ME)...

 Abraço!

FENPROF afirma que continuará a combater atual modelo de avaliação

É uma notícia que podem ler no Educare.

Deixo-vos só um extracto e uma reflexão:

"A ministra da Educação classificou de "inconsistente" a atitude da FENPROF em "continuar a combater" o modelo de avaliação dos professores porque "os acordos não se assinam para depois dizer afinal já não quero".
Se era para cumprir o estipulado não está a faltar muito da parte do governo? Concurso para quadros, subidas de escalão... Enfim, fica muito mal à sr.a ministra!


Abraço!

Caça ao voto!

O travão do Tribunal Constitucional até foi bom! Sim, foi bom para os partidos!

Agora canta-se vitória e aproveita-se para piscar o olho à grande massa de professores votantes...

Resultados práticos? Só mesmo vendo! Mas o meu receio (de volta ao meu pessimismo) é que, se não ficar igual, piora! Pelo menos se cá tivessemos o Tiririca... ("pior não fica!")


"PS e PSD estão a tentar capitalizar eleitoralmente o travão do Tribunal Constitucional (TC) à revogação da avaliação dos professores. Dois ministros socialistas reclamaram ontem vitória por causa da declaração de inconstitucionalidade do decreto. O PSD, que forçou a revogação do diploma no Parlamento, transforma o caso numa promessa eleitoral."


Abraço!

domingo, 1 de maio de 2011

O mais importante são os Docentes, os não docentes e os alunos

E quem faz esta afirmação?

Preparem-se para o espanto: a nossa Isabel!

Ela inaugura montes de betão (muito lindos, todos modernos) mas o importante são as pessoas!

Não é carinhoso de parte dela...


"Isabel Alçada inaugura Centro Escolar do Cávado

O mais importante são as pessoas: os alunos, os docentes e os não docentes; mas as instalações são factor relevante na qualidade do ensino” — afirmou ontem a ministra da Educação, Isabel Alçada, ao inaugurar o novo Centro Escolar de Sudro — Vieira do Minho.

De concepção moderna e evidente qualidade construtiva, o imóvel está implantado numa encosta sobranceira ao Cávado.

Foi construído de raiz para servir os alunos das EB1 e jardins-de-infância das freguesias de Campos, Ruivães, Salamonde, Louredo, Cova, Ventosa e Caniçada.

Considerando tratar-se de “uma escola do século XXI, com conforto, luminosidade e espaços amplos”, a governante fez a apologia da educação “ao alcance de todos, sem excepção”.

Em todo o país, acrescentou, estão a ser ultimados seiscentos centros escolares.

“Uma revolução silenciosa” foi a expressão usada por Rui Silva, o director do Agrupamento de Escolas do Vale do Cávado, lembrando a evolução recente e reordenamento do parque escolar desde o ano 2004.

Jorge Dantas, o presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, frisando que a autarquia contribuiu com dois milhões de euros para a empreitada, considerou que se trata de uma escola “ao nível das melhores que existem no país”.

“O primeiro dever (de um político) é a educação; o segundo dever é a educação; o terceiro dever é a educação”, disse o autarca, citando Bernardino Machado. Jorge Dantas aludiu à situação presente para afirmar que o país “tem sido vítima dos ataques das agências de rating”.

Num evidente confronto com o discurso do PSD para o sector, o edil socialista sustentou que é preciso desenvolver a educação na escola pública.

Um milhão e 700 mil

Trata-se de um investimento de um milhão e setecentos mil euros, co-financiado pelo ON2 - O Novo Norte (Programa Operacional Regional do Norte).

A escola, dotada de refeitório onde ontem foi servido almoço, conta cinco salas de aulas para o primeiro ciclo e duas para o pré-escolar, sala de professores, sala de reuniões, sala de educação especial, sala de actividades, sala de repouso, sala de educação plástica, biblioteca e centro de recursos e informática.

Segundo uma nota da Câmara Municipal de Vieira do Minho, com esta obra, que dá resposta a 170 alunos, integrando diversos níveis de ensino, encerram escolas de pequena dimensão e eliminam-se regimes de funcionamento duplo. Concentra-se e requalifica-se o parque escolar.

Este equipamento possibilitará também cumprir uma das normativas do Ministério de Educação que passa por garantir que os estabelecimentos com 1º ciclo e pré-escolar se mantenham abertos até às 17h30 e no mínimo oito horas diárias, sem prejuízo da normal duração diária e semanal das actividades curriculares de cada ensino.

Ao lado será também construído um pavilhão desportivo, de utilização comum, refere ainda a autarquia."
Correio do Minho


Abraço!

Educação: O que é que a Finlândia tem de especial?

Tem-se falado mais neste país ultimamente porque nos podem "apertar a corda" que já temos no pescoço há muito tempo.

Mas esta mensagem vai passar ao lado desse assunto (passou quase ao lado) e vai-se centrar no Ensino.

Em entrevista ao Público, o investigador finlandês Jouni Välijärvi revela-nos alguns "segredos" do sucesso da Educação naquele país.

Querem uns destaques?

Professores bem pagos são melhores; turmas de 19 alunos no secundário; pais que respeitam os professores e até querem que os filhos assumam essa profissão no futuro; 30 horas semanais entre escola e trabalhos de casa para os alunos; um importantíssimo ensino primário como base; alguma autonomia para as escolas e outros aspectos mais.

A notícia/entrevista:

"A Finlândia surge sistematicamente no topo dos estudos PISA, em que tri-anualmente a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) examina as capacidades dos alunos de 15 anos em Ciência, Matemática e Leitura. O investigador finlandês Jouni Välijärvi surgiu numa sala apinhada de professores portugueses, num encontro organizado pelo Ministério da Educação na quarta-feira, em Lisboa, no papel de mestre a quem pedem que ensine "como se faz". No fundo, queriam saber o que é a Finlândia tem de especial? Välijärvi, director do Instituto Finlandês para a Investigação em Educação, na Universidade de Jyväskylä, explica que muito está na base, no ensino primário, onde um professor motivado e bem preparado acompanha os alunos durante seis anos.
Defende que um dos segredos do sucesso finlandês é a qualidade do ensino primário. Por que é que os professores da primária têm tanta popularidade?

Tem muito a ver com a nossa história. A Finlândia só é independente há 100 anos e os professores primários eram colocados por todo o país para espalhar a identidade nacional. É umas razões que explicam uma popularidade tão alta. Ser professor primário é tão prestigiado como ser médico ou advogado: os pais querem que os filhos sejam professores primários e, quando perguntam aos miúdos que acabaram o secundário que carreira querem seguir, a profissão surge nos dois primeiros lugares.

E muitos dos que têm essa ambição não a conseguem alcançar, porque é muito difícil entrar para o curso.

A popularidade estende-se aos professores do secundário?

Depende das áreas. No secundário, muitas vezes ir para professor não é uma primeira escolha, é um recurso, e isso tem reflexos na motivação dos professores e na aprendizagem.

Por que é que ser professor primário é tão apelativo?

Uma das coisas mais importantes é a autonomia, em que cada professor organiza o trabalho como entende, por isso a questão da avaliação é muito sensível. As aulas estão muito fechadas sobre si mesmas, o que é uma força do sistema mas também uma fraqueza. Mas o facto é que os pais confiam nos professores e nas escolas.

Na Finlândia, o ensino primário prolonga-se por seis anos, as crianças ficam durante este período com o mesmo professor. Isso é importante?

Sim, é a base de tudo. Costuma ser um professor que trabalha com eles ao longo dos seis anos, mas há escolas que dividem os anos por dois professores e pode haver outros professores que ajudam nalgumas matérias, por exemplo, em Matemática ou Desporto. Fica ao critério da escola.

Os poucos chumbos que existem são na primária...

Analisando os alunos do 9.º ano, constata-se que só 2,6 por cento chumbaram e a grande maioria foi na primária. É mais eficaz reter um aluno um ano no início do que este ter que repetir um ano mais tarde, porque é uma altura em que estão a ser dadas as bases. Os professores finlandeses têm expectativas muito altas em termos académicos, incluindo os primários, mais até do que noutros países nórdicos. Por exemplo, na Dinamarca o ensino está mais centrado no bem-estar e felicidade das crianças do que nos resultados académicos. O modelo finlandês mistura os dois factores, preocupa-se com a felicidade e com a parte cognitiva, o que se traduz na aquisição de certos níveis na Escrita, Leitura e Matemática, algo que também já é importante na pré-primária.

O que faz com que um professor seja bom?

Perguntámos isso a alunos e concluímos que é quando sentem que percebe do tema que ensina e também, e este aspecto é interessante, quando sentem que se interessa por eles e está disposto a ter conversas que lhes dizem algo e que não têm necessariamente a ver com a cadeira que lecciona.

Questões como a sexualidade?

Sim, mas também quando o professor os ajuda a escolher o caminho que vão seguir, que está disposto a discutir com eles o porquê das suas escolhas.

As escolas finlandesas têm turmas pequenas. Este poderá ser outro factor de sucesso?

São pequenas e os professores defendem que devem ser ainda mais pequenas. Eu sou céptico em relação à utilidade de reduzir as turmas. Actualmente, na primária, em média, temos 21 alunos por turma, no secundário 19. Eu acho que não é possível chegar a um número óptimo, que a dimensão das turmas deve depender dos alunos, do que se ensina. Até porque ter turmas mais pequenas significa ter mais professores e isso implica aumentar gastos. Penso que o dinheiro pode ser usado para criar mais apoios de acordo com o contexto de cada escola: há escolas em que 15 por cento são imigrantes.

Uma das conclusões da OCDE é a de que pagar bem a professores resulta em melhores resultados, porque aumenta a sua motivação.Até certo nível. O importante são as condições de trabalho como um todo, o salário é um sinal. O mais importante é os professores sentirem que, quando têm dificuldades, não estão sozinhos, o que não é o caso em muitos países.

A Finlândia é um dos países onde se passa menos tempo na escola.

Quando se está na escola está-se concentrado na escola, quando se sai vai-se fazer outras coisas, são tempos perfeitamente separados. Na Coreia [outro país bem classificado no PISA], os alunos levantam-se às 6h00 e voltam a casa às 21h00, e ainda têm que fazer trabalhos de casa. Para estes jovens, a escola e a educação são tudo na vida. Os finlandeses, entre tempo na escola e trabalhos de casa, passam um total de 30 horas por semana, face a 50 horas da Coreia.

Moral da história?

A forma como os países conseguem bons resultados é completamente diferente. Esse é o reverso da medalha destes estudos internacionais que incentivam a imitação. Os países podem aprender uns com os outros, mas tem que se ter muito cuidado em transplantar modelos."



Abraço!

Precisamos de quem dê valor à Educação

Anadamos a ser gozados à muito tempo, nós e a Educação.

E muda hoje, muda para a semana, mudou ontem... com tantas mudanças porque é que ainda não se chegou a um caminho realmente aceitável? Quanto mais vezes vão ter que errar? Por quanto tempo mais vão hipotecar o futuro do país?



"Precisamos de políticos mais qualificados na educação
Por Lusa - No DN


O ex-ministro da Educação e assessor da Presidência da República David Justino defendeu hoje que Portugal precisa de políticos mais qualificados no domínio da Educação, considerando que falta sentido de futuro na área.

Em declarações aos jornalistas à entrada para uma sessão do ciclo de conferências "Fórum Ciência e Educação" - organizado pelo Pelouro do Conhecimento e da Coesão Social da Câmara do Porto - David Justino afirmou que "falta sentido de futuro à Educação em Portugal". "Estamos muito absorvidos com o dia a dia, com o amanhã, com a notícia que sai todos os dias de manhã sobre Educação e deixamos de começar a pensar a médio e longo prazo", criticou, lançando um apelo para que se possa "superar essa limitação", começando a pensar sobre o que é que preciso não só para o país mas acima de tudo para a Educação.

Questionado sobre umas anteriores declarações em que defendia que os políticos precisam de ser mais qualificados, o ex-ministro explicou que precisam de o ser no domínio da Educação. "Porque a classe política, quer queiramos quer não, tem um nível de qualificação superior à média da população portuguesa e o problema é que a população portuguesa tem níveis de qualificação muito baixos. Quando eu digo que precisamos de políticos mais qualificados é na área da Educação", explicou. Para David Justino são precisas "pessoas que se possam associar para encontrar soluções para os problemas do sistema educativo".

"A política da Educação não se compadece com algumas iniciativas parlamentares e depois só com a tomada de medidas por parte do ministério. Precisa acima de tudo que os políticos possam ser mediadores entre aquilo que são os interesses da população e que tenham uma visão e uma capacidade estratégica, que eu não tenho visto", sublinhou. O ex-deputado deixou o alerta aos cidadãos e aos decisores. "Eu próprio também senti essa dificuldade e portanto é bom que alguém possa dizer que o rei vai nu e que temos de pensar as coisas de forma diferente. Não andarmos debaixo desta pressão constante de saber o que é que se vai fazer amanhã", condenou. Sobre a suspensão da avaliação dos professores, David Justino - assessor da Presidência da República - disse não se querer pronunciar sobre a matéria pelas funções que desempenha, deixando apenas uma ideia: "a única coisa que eu digo, pela experiência que eu tenho, é que é mais fácil reformular um sistema, mesmo que seja mau mas que existe, do que partir do zero"."



Abraço!