domingo, 27 de março de 2011

Ministra amargurada com mudança na avaliação dos professores, FNE quer negociar

A nossa (ainda, mas por pouco tempo) Isabel levou a peito...

A FNE quer negociar (de certeza que a FENPROF também) e envolver várias partes na concretização do novo modelo de avaliação.

Não é fácil agradar a todos, mas esta não agradava a ninguém (mentira, agradava ao ME e ao governo...)!

Numa mensagem muito concorrida (mas que, para grande frustração minha serviu para pouco) que deixei neste blogue (Os Professores não querem esta ADD. Como querem a "outra"?) notou-se que uma ADD é difícil, envolve muitos factores, muitas variantes, que não é fácil definir critérios nem medidas. Mas defendo que exista, tal como todos (quase todos).

Fico na expectativa para ver a que vem substituir esta. E disponível para dar a minha ajuda! Querem-na?



"Condenável" e "consensual" foram as expressões ontem utilizadas para comentar a revogação da avaliação dos professores e para descrever como deve ser o próximo critério a aprovar. Enquanto a ministra da Educação se empenhou em endereçar críticas ao PSD por ter contribuído para a revogação do modelo, a Federação Nacional de Educação (FNE) já olha mais para a frente e defende que, no futuro, o novo modelo seja elaborado por "forças políticas, organizações sindicais, investigadores e comunidade científica".

"Este é um acto que não irá de maneira nenhuma honrar nem o trabalho em Educação nem o trabalho da Assembleia da República. É um acto a todos os títulos condenável", considerou ontem a ministra da Educação, Isabel Alçada, a propósito da posição do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, que disse apoiar a revogação do modelo de avaliação dos professores. Isabel Alçada, citada pela Lusa, disse ainda que a decisão dos sociais-democratas e restante oposição partidária é "precipitada".

O líder social-democrata entendeu, conforme declarações prestadas na sexta-feira à SIC, que a mudança votada foi uma decisão de "bom senso".

Se as trocas de acusações entre as forças políticas já eram esperadas, também a mudança do modelo de avaliação era "imperiosa", segundo os responsáveis da FNE. Ontem, em declarações ao PÚBLICO, o secretário-geral desta estrutura, João Dias da Silva, lembrou que a mudança já fora exigida ao Ministério da Educação e deveria ser concretizada até Setembro deste ano.

Lembrando que o modelo a aprovar abrange um universo entre 130 a 140 mil professores, João Dias da Silva entende que "ninguém é dono da verdade absoluta e, para se chegar a uma formula consensual, devem ouvir-se as diversas forças interessadas até que se obtenha um modelo sério, justo e transparente". Esse modelo, ainda de acordo com o presidente da FNE, "deve ser estável, mas capaz de permitir ajustamentos sempre que os mesmos sejam necessários".

Comentando o trabalho já realizado referente ao processo de avaliação (nomeadamente a apresentação do relatório de autoavaliação), o secretário-geral da FNE diz que o mesmo não deverá ser deitado fora, mas antes "aproveitado e integrado num todo que, certamente, será muito mais simplificado".

Falando ainda do processo de avaliação dos professores, João Dias da Silva disse que o mesmo não deverá destinar-se apenas para contribuir para eventuais situações de progressão na carreira. "A avaliação tem de ser entendida como um elemento de melhoria de práticas. Tem de ser formativa", acrescentou.

Quanto ao modelo a adoptar, o dirigente, embora não pormenorizando, adiantou que a FNE é favorável à avaliação de todos os docentes e que possui propostas que está disponível para apresentar e discutir com os restantes intervenientes.

Ainda antes de comentar a revogação do modelo de avaliação dos professores, João Dias da SIlva reportou-se, em declarações difundidas pela Lusa, ao reordenamento da rede escolar, condiderando que a fusão de agrupamentos tem como "único critério poupar dinheiro nos orgãos de direcção".

O PÚBLICO tentou também recolher as impressões do presidente da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, o que não foi possível concretizar."

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Abraço!

LOL e OMG entram no dicionário britânico

De tanto se usar passa a integrar o dicionário. Pode-nos (a nós, mais "velhotes") parecer estranho, mas se ouvirmos os jovens e muitos adultos jovens podemos identificar muitas expressões que ganham força depois de usadas muitas e muitas vezes.
Por um lado pode ser um "desrespeito" à língua original, mas por outro é a força da evolução. E o digital veio para ficar...

Actualizem-se... não sejam como eu que destas só conhecia o "LOL", dos meus tempos de "chats" e vida com menos responsabilidades.

"A cada actualização do Oxford English Dictionary são introduzidos novos termos que mostram a evolução da língua e as influências que a fazem avançar. Este ano não é excepção e da lista de 900 novos termos a incorporar no dicionário britânico constam algumas novidades que tornam bem claras as influências das redes e serviços sociais na evolução da língua inglesa.


LOL (Laughing Out Loud ou rir bem alto) já é quase um clássico da comunicação online e por mensagem de telemóvel e ganha finalmente direito a um lugar no dicionário britânico. OMG (Oh My God ou "Ó meu Deus"), aparentemente mais recente, também vai ganhar espaço na lista de palavras com direito a significado descrito no dicionário Oxford.

Há mais duas expressões que entram no dicionário e que obedecem à mesma lógica: BFF (Best Friends Forever ou melhores amigos para sempre) e IMHO (In My Humble Opinion ou na minha modesta opinião).

Os responsáveis do dicionário admitem que as expressões estão fortemente associadas às comunicações electrónicas e por essa via ganharam um lugar de relevo na linguagem corrente.

Também sublinham que, se bem que a entrada destes termos na linguagem corrente é recente, a origem da sua utilização é antiga. OMG terá sido usado pela primeira vez em 1917 e LOL em 1960. O primeiro numa carta pessoal, o segundo para abreviar uma expressão que hoje já não traduz: Little Old Lady.

Recorde-se que já no ano passado - e nos anos anteriores - as expressões ligadas à Internet têm tido peso preponderante nas novas entradas do dicionário. Em 2010 só o Twitter e as experiências associadas à plataforma asseguraram várias entradas: Tweetup, que expressa a intenção de encontro ou reunião, junta-se a Twitterati ou Twitterverse.

A palavra do ano foi no entanto Unfriend, ou "desamigar", que significa retirar alguém da lista de amigos na rede social. "
TeK

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Abraço!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Alunos denunciam ratos e cobras em escola de Loures

Leva-nos a pensar de que modo foram estabelecidas as prioridades das intervenções ao nível das infraestruturas das escolas...
Mais "uma escola muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada..."


"Os alunos da Escola Mário de Sá Carneiro, em Loures, denunciaram esta sexta-feira as más condições do estabelecimento onde, dizem, há cobras, ratos e mosquitos, e saíram à rua em protesto.

"Foi um grito de basta porque têm de respeitar os direitos dos alunos. Estudamos em pavilhões temporários há 20 anos e nunca mais melhoram a nossa escola", queixou-se à agência Lusa Cláudia Mendes, da Associação de Alunos da escola Básica 2,3 Mário de Sá Carneiro, situada na freguesia de Camarate.


A aluna explicou que os estudantes estão cansados de ter de conviver com ratos, cobras, e no Verão, com mosquitos.

"As condições da Mário de Sá Carneiro são horríveis. Temos direito a estudar numa escola normal que tenha as mínimas condições", reclamou.

O estabelecimento escolar esteve durante a manhã desta sexta-feira fechado a cadeado, impedindo assim as aulas.

No entanto, a acção de protesto organizada pela Associação de Alunos "forçou" uma reunião, realizada esta tarde entre a direcção da escola, Associação de Pais e Alunos, Câmara Municipal de Loures e Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DREL).

"Os alunos estão de parabéns porque souberam ser ordeiros. A sua atitude foi crucial para conseguirmos esta reunião com a DREL", sublinhou à Lusa Paulo Lima, da Associação de Pais.

O encarregado de educação, que representou a Associação de Pais na reunião com a DREL, reiterou as criticas dos alunos e sublinhou que as condições da escola "são mesmo muito degradantes".

"Tem ratos, cobras, janelas tapadas com tábuas, chove lá dentro, o chão está esburacado. É tudo menos uma escola do século XXI", apontou.

Contudo, segundo Paulo Lima, "o resultado da reunião foi positivo" uma vez que obtiveram a garantia que a escola viria a ser intervencionada.

"Chegou-se a acordo que teriam de ser feitos arranjos na escola, mesmo que para já não seja uma intervenção profunda. A DREL disse-nos que ia facultar uma verba à direção da escola para substituir os pavilhões e proceder a alguns arranjos", adiantou.

A Lusa tentou obter esclarecimentos da direcção da escola e da Direcção Regional de Educação mas tal não possível até ao momento.

Na escola Mário de Sá Carneiro estudam cerca de 700 alunos."
Correio da Manhã

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PS quer Tribunal Constitucional a fiscalizar revogação da ADD

Lá vem o contra-ataque...

"O PS vai suscitar a fiscalização da constitucionalidade da revogação da avaliação de desempenho dos professores, aprovada hoje, defendendo que o Parlamento não tem competência para esse acto, anunciou à Lusa a deputada Ana Catarina Mendes.

"Na opinião do Grupo Parlamentar do PS, a aprovação da revogação de um decreto-regulamentar suscita dúvidas de constitucionalidade, uma vez que a Assembleia da República não tem competência para este ato", afirmou a vice-presidente da bancada socialista, Ana Catarina Mendes.


A deputada do PS anunciou ainda que o partido vai suscitar "a fiscalização da constitucionalidade" do diploma hoje aprovado no Parlamento, quando este for publicado em Diário da República.

A oposição parlamentar aprovou hoje a revogação do actual sistema de avaliação de desempenho dos professores com os votos favoráveis de PSD, PCP, BE, PEV e CDS-PP e contra da bancada do PS e do deputado social-democrata Pacheco Pereira.

O diploma aprovado, que substituiu os projectos de lei de PSD e PCP, estipula no artigo 1.º a revogação do decreto-regulamentar 2/2010, de 23 de Junho, ou seja, o diploma que define as regras da avaliação de desempenho docente.

"Revogar um decreto-regulamentar sem revogar o decreto-lei que lhe dá origem é um ato que não existe", explicou Ana Catarina Mendes, referindo-se à necessidade de revogação dos artigos do Estatuto da Carreira Docente (ECD) referentes à avaliação de desempenho e assegurando que existem pareceres de constitucionalistas sobre esta matéria.

O projecto de lei do PSD, que os sociais-democratas acabaram por substituir por um texto conjunto com o PCP, estipulava a revogação dos artigos do ECD relativos à avaliação de desempenho, bem como do decreto-regulamentar que regula o sistema de avaliação dos professores.

Para a deputada socialista, a iniciativa do PSD foi "oportunista, apressada e atrapalhada".

Ana Catarina Mendes acrescentou ainda que o artigo 3.º do diploma aprovado hoje repõe os procedimentos de um despacho cuja norma habilitante já caducou.

"A corrida ao eleitoralismo é tão evidente", criticou a deputada, afirmando que o que foi aprovado hoje foi "nada"."

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Abraço!

Reação da ANP à suspensão da ADD

"A Associação Nacional de Professores (ANP) manifestou hoje o seu regozijo pela suspensão da avaliação de desempenho dos docentes, alegando que esta “não servia os objectivos a que se propunha".

Segundo João Grancho, presidente da ANP, a avaliação de desempenho dos professores, tal como estava formulada, "não servia os objectivos a que se propunha, antes conduzia a que todos se consumissem no processo sem utilidade visível próxima ou futura".


Em sua opinião, esta suspensão determina também que "se comece a construir um novo modelo de avaliação”.

"A questão fundamental que se coloca no futuro imediato é a de saber se se pretende continuar a acolher as mesmas lógicas que enformaram os anteriores modelos ou se se pretende, como entendemos que deverá ser, abrir um debate em torno de tudo quanto à avaliação de desempenho diz respeito”, salientou ainda.

A ANP entende que se deve aproveitar a oportunidade para definir os quadros de referência gerais e específicos da profissão que sustentem e orientem as dimensões da avaliação e aproveitar para “abrir um debate interno que conduza à fixação de um Código Deontológico da Profissão".

"Há que seguir com cautela, de forma sustentada e numa lógica de diálogo e cooperação leal e transparente entre os atores educativos essenciais neste processo: professores e Ministério da Educação”, concluiu João Grancho.

A oposição parlamentar aprovou hoje a revogação do actual sistema de avaliação de desempenho dos professores com os votos favoráveis de PSD, PCP, BE, PEV e CDS-PP e contra da bancada do PS e do deputado social-democrata Pacheco Pereira.

O diploma determina a revogação do decreto-regulamentar que define as regras da avaliação de desempenho dos professores e o início de um processo negocial entre Governo e sindicatos para concretizar um novo modelo.

O texto recebeu o voto contra da bancada socialista e do social-democrata Pacheco Pereira, que votou contra todos os diplomas."
Público

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"2 de Abril" ainda "de pé"

"A Plataforma da Educação reagiu hoje com "satisfação" à revogação da avaliação dos professores mas frisou que se mantêm as razões para a Marcha Nacional marcada para 02 de abril."
RTP

Só para não pensarem que fica tudo bem só com a saída deste governo...

Abraço!

Isabel pode ter razão...

Eu também não acredito muito em coisas feitas em cima do joelho, com campanha política pelo meio, num piscar de olho ao voto dos milhares de professores.

Mas também se sabe que é sob pressão que o carvão se torna diamante... é preciso ser diferente: fica a esperança que seja para melhor!

"Educação: Ministra não acredita em novo modelo para 2011/12


A ministra da Educação, Isabel Alçada, afirmou hoje ser impossível suspender agora o modelo de avaliação docente e negociar outro a tempo de entrar em vigor no próximo ano letivo.

«Isso significa que os proponentes não têm a menor noção de como é que os processos decorrem, como é que os modelos se constroem e como é que a negociação se realiza», disse a ministra aos jornalistas no dia em que a oposição pede no Parlamento a substituição do modelo em vigor.
Isabel Alçada considerou que os partidos da oposição «não fazem a menor ideia» de como é que o processo decorre, porque o que estão a propor é «desadequado e inviável»."

Diário Digital / Lusa
 
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Abraço!

As reformas que a ministra da Educação deixa por fazer

Outro virá para pegar na pasta.

As sugestões e acções da oposição atual prometem, mas será que cumprem?

Há tanto para fazer e refazer para por a Educação no lugar de destaque que merece: um destaque pelas boas razões! Cavaco Silva ficou conhecido pelo "deixei-me trabalhar": que tal dizermos "deixei-nos educar"?

"Na Educação, fica por fazer mais do que a reestruturação da rede de escolas.


Avaliação de desempenho dos professores, reestruturação da rede escolar e reorganização curricular. A pasta que Isabel Alçada herdou de Maria de Lurdes Rodrigues estava a meio de complicadas reformas, mas a meio ficou de novo.

"No Ministério da Educação ficou por fazer tudo", opina Santana Castilho, especialista em Educação. O novo ministro da Educação terá a seu ver, uma árdua tarefa pela frente. Há que suspender a avaliação de desempenho dos professores, "o próximo Governo terá de fazer isso, se a Assembleia da República não o fizer" e depois "é preciso desburocratizar a escola, é preciso consagrar definitivamente a autonomia das escolas, é preciso fazer uma intervenção séria ao nível dos programas de estudo" e ainda"é preciso fazer uma intervenção de fundo no programa Novas Oportunidades, que é um bom exemplo de como se certifica a ignorância, e é preciso intervir no ensino profissional, que é hoje um ensino de papel e lápis".
Diário Económico
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Abraço!

Resumo da Reunião na DGRHE (SINDEP/FENEI) de 23 de Março

Divulgo este texto do SINDEP que apresenta um "Resumo da Reunião na Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação, em 23/03/2011"

Nos entretantos a situação política está a mudar...

"Da Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação, estiveram presentes o Director-Geral, a Eng.ª Susana, responsável pela parte informática, e uma jurista.

Iniciou-se a reunião com Carlos Chagas a apresentar a nossa proposta de alteração aos concursos, conforme documento anexo.

O Director-Geral informou que tem estado a trabalhar na resolução dos problemas apresentados pela FENEI. Entende que o Conselho Pedagógico deve aprovar todos os critérios de selecção nos concursos de oferta de escola e que os mesmos não devem ser alterados cada vez que há concursos. Afirmou, ainda, que, no manual de escola, estão contidos os critérios e que há uma recomendação forte da parte da DGRHE para que sejam aplicados. Deveria haver uma análise criteriosa desses critérios e a DGRHE está preocupada com este problema.

A FENEI/SINDEP solicitou que fosse elaborado um Despacho, que obrigasse a que os critérios fossem o mais transparentes e rigorosos possível.

A DGRHE reafirmou que o conjunto de orientações gerais estão no manual de escola, e que não podemos excluir a autonomia das escolas. No entanto, iria ser considerada, pela DGRHE, a presentação desta preocupação da parte da FENEI.

A FENEI/SINDEP apresentou, mais uma vez, a sua preocupação em relação aos concursos internos para este ano, assegurando que não haveria implicação orçamental.

A DGRHE informou que, para este ano, seria já impossível, uma vez que um concurso leva cerca de quatro meses tecnicamente a ser montado. Assim, este ano estavam a ser preparados os concursos para DACL (destacamento por ausência da componente lectiva), DCE (destacamento por condições especificas), DAR (destacamento por aproximação de residência) e contratação.

Está ainda a ser elaborado um estudo da realidade geográfica para se perceber melhor das necessidades do país e esse mesmo estudo será divulgado no próximo mês de Julho. Tem também a finalidade de se dar a perceber às universidades onde devem investir e em que áreas aplicar novos cursos.

Em relação à dificuldade dos professores marcarem férias denunciada pela FENEI, o Director afirmou que será divulgado o calendário dos concursos e dos exames com a devida antecedência.

Nas negociações propostas que foram desenvolvidas sob o ponto de vista técnico há ainda a possibilidade de se desenvolver a nível político um concurso a nível nacional de mobilidade para 2011, que competirá à tutela decidir. A FENEI/SINDEP está a diligenciar, no sentido de negociar esta possibilidade que pode melhorar o posicionamento de muitos professores e educadores.

Lisboa, 24 de Março de 2011."

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Abraço!

Mais um ex-ministro que opina

"Para Roberto Carneiro a maioria dos problemas que existe na educação, como o “bullying” e a violência, advém da demissão das famílias, porque se a educação não parte daí, não é a escola que a vai promover, embora possa complementá-la."

E opinou muito bem. Podem ler o resto da notícia no Público.

Abraço!