quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

PSD quer disciplina de "educação financeira" nas escolas

Já tinha referido anteriormente que concordo que os alunos aprendam a lidar com o dinheiro (bem como os pais). O PSD também parece vê-lo com bons olhos e decidiu avançar com um projecto para promover a literacia financeira, para alunos (EFA´s incluídos) e mesmo para os desempregados.

Numa primeira análise parece-me exequível e interessante (mas não me admirava se começassem a complicar e nos "tramassem" com mais esta em horas e manobras inventadas para não nos pagarem estas aulas).

É uma notícia do Joranal de Negócios.

"O PSD entregou no Parlamento um projecto em que recomenda ao Governo que promova a literacia financeira como "instrumento de estímulo à poupança e contributo para a diminuição do endividamento das famílias".


Entre as sugestões dos social-democratas está a inclusão da disciplina de Educação Financeira no 3º Ciclo do Ensino Básico e no Secundário, assim como acções de formação nessa área para os desempregados inscritos no IEFP.

A "incorporação das noções financeiras básicas" deverá ainda abranger os cursos de Educação e Formação (3º Ciclo do Ensino Básico), os cursos profissionais (Ensino Secundário) e os cursos de Educação e Formação de Adultos.

No "prazo mais curto de tempo", completa o diploma, deve ser dada a "adequada formação" aos professores a ser envolvidos nas temáticas da educação financeira de forma a uma implementação bem sucedida desta disciplina nos currículos escolares.

Neste projecto, da autoria do deputado Nuno Reis (eleito pelo PSD no distrito de Braga), é recomendado ao Executivo que "tome as medidas adequadas no sentido de dotar os portugueses de conceitos financeiros básicos, tais como taxas de juro, funcionamento de créditos, direitos e deveres do consumidor, cálculo financeiro, funcionamento das bolsas, câmbios, entre outras noções importantes que contribuam para uma melhor gestão das finanças pessoais".


Literacia financeira dos alunos testada pela OCDE

A OCDE vai testar os alunos de 15 anos sobre os seus conhecimentos sobre finanças pessoais e capacidade para aplicá-los aos seus problemas financeiros. De acordo com um comunicado disponibilizado ontem na página desta organização, este primeiro grande estudo a nível internacional para avaliar a literacia financeira dos jovens será disponibilizado em 2013.

Nesta primeira fase, os estudantes portugueses ficarão de fora deste estudo, que será aplicado em apenas 19 países do conjunto de 65 que participam regularmente nos exames feitos no âmbito do PISA – Programme for International Student Assessment).

No último relatório, divulgado no final do ano passado, Portugal foi o país da OCDE que mais progrediu nestes testes de conhecimentos e aptidões dos alunos no conjunto dos três domínios testados: matemática, leitura e ciências. O melhor resultado de Portugal, face ao relatório de 2006, foi mesmo obtido na matemática.

Na sequência destes resultados, José Sócrates anunciou no Parlamento que no ensino básico, do horário semanal atribuído ao estudo acompanhado, um tempo lectivo passará a ser “obrigatoriamente alocado ao estudo da matemática”."

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Abraço!

Greve pelo respeito ao Estatuto da Carreira Docente

O assunto não é novo, mas ainda é actual.

Este artigo do Educare.pt é sobre o desrespeito pela lei por parte do ministério da Educação (ministério com o "m" minúsculo, mas a Educação com um "E" maiúsculo - cada um tem o que merece) no que concerne à remuneração das horas extraordinárias.

Trabalhar mais para ganhar menos? (Já tinha escrito sobre isto)

Põe-se a situação de algumas turmas ficarem sem aulas, ou com menos, a uma determinada disciplina, uma vez que não é possível fazer substituição dos professores que optarem por esta forma de luta. Isto deixa-me a pensar se os professores vão ter a "coragem" de deixar os seus alunos sem aulas, embora tenham toda a legitimidade para lutar pelos seus direitos.

Estava eu em início da carreira (lá estou eu a pensar que os contratados têm carreira) quando houve greve aos exames. Por acaso não tinha vigilâncias, mas vários colegas que tinham não assinaram a presença mas foram cumprir a sua função para que os alunos não saíssem prejudicados. Fomos todos "obrigados" a ir para a escola, um tipo de "serviços mínimos" que neste caso eram "serviços máximos", pois quem não aparecesse, tivesse ou não vigilância atribuída, poderia ser penalizado pelo ministério (lembram-se disto?). Mas os tempos eram outros e não eramos tão espesinhados. E será que ainda há muitos alunos que mereçam esta consideração?



"Professores avançam com greve a todo o serviço extraordinário a partir de 1 de março para que a tutela cumpra o estipulado na lei. Se os docentes não podem ser substituídos, poderá haver turmas sem aulas a uma disciplina até ao final do ano letivo.


A greve está convocada. A partir de 1 de março , haverá professores em greve às horas extraordinárias. Vários sindicatos do setor da educação, com a Federação Nacional dos Professores (FENPROF) à cabeça, garantem que é uma ilegalidade estipular o valor da hora extraordinária pelas 35 horas, como agora o Ministério da Educação (ME) vem impor, e não pela componente letiva de 22 ou 25 horas, conforme definido no Estatuto da Carreira Docente. O assunto já bateu à porta da ministra da Educação e da Provedoria de Justiça.

Os docentes em greve a todo o serviço extraordinário só mudarão de atitude se a tutela recuar. A greve está marcada até 30 de junho e poderá haver turmas sem aulas a uma disciplina até final do ano letivo ou só com 1/3 da componente letiva . Os impactos só serão conhecidos quando se conhecer os números da adesão da classe docente.

O ponto seis do artigo 83.º do Estatuto da Carreira Docente estabelece que o cálculo do valor da hora extraordinária tem por base a duração da componente letiva , ou seja, 22 ou 25 horas. A recente decisão do ME de esticar a componente letiva para as 35 horas não é bem aceite.

O ME veio entretanto a público explicar que as escolas têm orientações para cumprir as regras que estão a ser aplicadas na função pública, quanto ao pagamento das horas extraordinárias. "O ME, em estrito cumprimento do estabelecido na lei do Orçamento do Estado, deu orientações às escolas para que o pagamento das horas extraordinárias seguisse a regra geral aplicável a todos os trabalhadores da Administração Pública", adiantou, à Lusa, uma fonte do ME. E acrescentou: "Não poderia o ME deixar de aplicar aos docentes as disposições que sobre esta matéria estão consignadas na referida lei".

Mário Nogueira, secretário-geral da FENPROF, explica que o que está em causa é o cumprimento da lei. "O Ministério não pode andar fora da lei", refere. "É ilegal obrigar que a componente individual seja feita além do horário de trabalho", acrescenta. O responsável refere que cada professor é livre de aderir ou não à greve às horas extraordinárias. "A questão é que os professores têm na lei uma determinada fórmula de cálculo do valor da hora extraordinária que não está a ser respeitada. O ME decidiu, através de meras circulares, que esse cálculo passaria a ser feito de outra maneira".

Uma greve que volta a repetir-se. O secretário-geral da FENPROF lembra que o valor atribuído às horas extraordinárias mudou na altura em que Manuela Ferreira Leite era ministra das Finanças. Os professores fizeram greve e o Governo recuou na decisão e tudo voltou a ser como antes. "Desde essa altura que nunca mais ninguém ousou mexer numa coisa que tem de ser como está na lei", sustenta. Esta quinta-feira, a FENPROF reúne-se com o ME para analisar vários assuntos. Se nesse encontro a tutela recuar na sua decisão, a greve será imediatamente desconvocada.

O Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) pertence ao grupo que marcou a greve e o departamento jurídico da estrutura já está a analisar a forma de recorrer à justiça. Vários docentes têm contactado o SIPE com a vontade clara de recorrer aos tribunais por causa desta situação. Júlia Azevedo, presidente do SIPE, considera incompreensível como o que se escreve numa circular pode apagar o que está estipulado no Estatuto da Carreira Docente.

"Os professores são penalizados duas vezes", sustenta Júlia Azevedo. Por um lado, o preço da hora extraordinária diminui pela "tabela" das 35 horas. Por outro, o valor líquido do próprio vencimento base também sofre devido à taxa de redução remuneratória. "Não queremos que os alunos fiquem sem aulas, mas que se reponha a legalidade", defende a responsável. "Não é desta forma que as coisas se fazem, queremos que o ME recue para que os alunos e os professores não sejam prejudicados", acrescenta.

A Pró-Ordem - Associação Sindical dos Professores Pró-Ordem também está descontente com a situação e aderiu ao aviso de pré-greve. Filipe do Paulo, presidente da Pró-Ordem, garante que é uma "questão de dignidade". "Não é tanto pelo número de colegas que estão em causa, mas sobretudo porque se trata de mais uma machadada no estatuto social do professor", adianta. "É uma forma de as pessoas demonstrarem a sua indignação. Sabemos que são apenas horas para contemplar horário porque o ME, e muito bem, não autorizou acumulações", conclui.

Antero Resende, professor de Educação Visual e Tecnológica, não vai fazer greve porque não tem horas extraordinárias, mas percebe o descontentamento dos colegas. "Trata-se de uma posição unilateral: é o patrão que diz, unilateralmente, como as coisas vão funcionar sem falar, sem conversar, sem negociar com ninguém". E se um professor faz greve e não é obrigado a comunicar a sua ausência à escola, poderá haver turmas sem aulas a uma determinada disciplina até ao final do ano letivo .

"Esta greve poderá causar situações de ausência de professores. O professor não pode ser substituído o que poderá levar a que uma turma fique meses sem um professor de uma disciplina", sustenta. Antero Resende considera, no entanto, que esta greve poderá não ter as repercussões da anterior paralisação realizada pelos mesmos motivos, uma vez que os agrupamentos têm vindo a receber ordens de reduzir as horas extraordinárias. De qualquer forma, compreende as razões do descontentamento. "Na componente não letiva , que está completamente desregulada, cabe tudo", repara.

Ricardo Mariano, professor de Geometria Descritiva e de Educação Visual, não fará greve porque não tem horas extraordinárias, mas defende o protesto. "É uma forma de fazer sentir que há situações muito graves que estão a ser preparadas para o arranque do próximo ano letivo . Acabar com 30 a 40 mil postos de trabalho é abdicar da qualidade do sistema educativo". O docente sabe que o défice ajuda a explicar muitas medidas, mas não compreende algumas decisões do ME. "É preciso perceber que a educação é um setor decisivo no desenvolvimento do país", remata."

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Abraço!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Pais preocupados com as medidas açorianas

"As confederações nacionais de associações de pais e encarregados de educação manifestaram hoje "muitas reticências" e "dúvidas" quanto à anunciada intenção do Governo Regional dos Açores em aplicar coimas aos pais que não se envolverem na educação dos filhos."
 
Diário de Notícias
 

Claro que estão. Eu também estaria preocupado se visse que esta medida podia ser aplicada ao meu caso. Mas eu, tal como muitos (felizmente), não preciso de me preocupar...
 
Mas percebo que queiram saber mais sobre o assunto e deve ser daí que surge a inquietude.
 
Abraço!

De "rasca" para "à rasca"

No Expresso vem um artigo sobre a geração à rasca (sim, aqueles que eram da geração "rasca" agora são da "à rasca").

Alexandre de Sousa Carvalho, Paula Gil, João Labrincha e António Frazão estão na origem do "Protesto Geração à Rasca", começado no Facebook e já com mais de 20 mil apoiantes.

"...desafiam todos os "desempregados, 'quinhentoseuristas' e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal" a participarem no protesto."

Embora não quisesse, tenho que me incluir neste grupo. Eu e muitos professores que trabalham com horários incompletos. Eu e muitos professores que estarão fora da escola no próximo ano lectivo. Eu e muitos professores maltratados desde o início da carreira (carreira? Os contratados têm carreira?).

Ninguém me obrigou a seguir esta vida, mas sou parvo! Gosto do que faço, mas não mo deixam fazer...

Abraço!

Professores e médicos contestam cortes em tribunal

Continua a luta.
"Professores e médicos contestam cortes em tribunal


Fenprof está a fazer o levantamento de todos os casos para poder coordenar as acções judiciais. Médicos já estão a receber salário reduzido.

Cerca de 40 mil professores contestaram os cortes salariais do mês de Janeiro junto das direcções das escolas e vão agora seguir para tribunal. O número é uma estimativa da Fenprof, que ainda está a fazer o levantamento de todos os casos, para poder coordenar as acções judiciais, agora que os Ministério da Educação (ME) já deu indicações às escolas para recusar os pedidos de reclamação feitos pelos professores. Médicos e enfermeiros preparam-se para também contestas os cortes em tribunal.

A partir de hoje, os docentes que não entregaram a reclamação no primeiro mês do ano, podem começar a contestar a redução do segundo ordenado que recebem este ano. Mas a maioria dos profissionais já terá contestado os cortes logo em Janeiro, dizem a Fenprof e a FNE (Federação Nacional de Educação). Médicos já começaram a receber o segundo salário reduzido no dia 21."
DN



Abraço!

Responsabilizar os pais - Vídeo

Depois do texto, encontrei referência à mesma notícia em vídeo, na RTP Açores.

É caso para dizer que Cláudia Cardoso (nova secretária regional da educação dos Açores) chegou e disse... e parece-me "dizer" muito bem:



E "dá uma no cravo e outra na ferradura": vai continuar a política educativa do PS mas com alterações.

Carlos César apoia-a e elogia as suas capacidades.



Será uma revolta na ilha? Não seria a primeira vez que os insulares nos davam bons exemplos na educação.

Abraço!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Há condições para avançar com a obrigatoriedade do 12º ano?

Segundo o SPN, não é a melhor altura para prosseguir com essa medida. Com os cortes no orçamento não será fácil.

Mas, por outro lado, não poderá funcionar como uma "obrigação" para mais investimento? Eu sei que isto é só uma esperança e o mais certo é não acontecer.

Vai aparecer mais um iluminado que descobre uma maneira de tirar aqui e por acolá (tipo os reajustes de horários que vão permitir que não haja despedimentos no próximo ano lectivo - pois, sim...) e vai correr tudo às mil maravilhas (ou não...).

Ou então poderemos ter outro governo em 2012/2013. E todos sabemos que novo governo significa nova política educativa, como tem acontecido na nossa história democrática. Se é para melhor ou pior é que não sabemos. resta-nos a esperança!

A notícia tem outros assuntos e pode ser lida aqui.

Abraço!

Presidente do TC contra “monopólio do Estado” na educação

Já não é só uma ou duas, já começam a ser muitas vozes sobre este assunto: escolher a escola!

Podem ler no Público.

"O presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d’Oliveira Martins, que foi também ministro da Educação, defende que deve existir “liberdade de aprender e ensinar”, exigindo, assim, que o Estado “não tenha o monopólio do serviço público de educação”."

Responsabilizar os pais

Parece que há "alguma luz" nos Açores: os pais têm que ser responsabilizados pelos atos (ai que saudade do "c") dos seus filhos na escola. Muito bem! Assim deixavamos de ouvir "ele é assim", "em casa é pior", "até já bateu num bombeiro" e outras que certamente conhecem.

E onde dói mais? Na carteira: "coimas e perda de direitos sociais". São primeiro filhos e só depois alunos. Nós temos que dar a educação escolar, não temos que ensinar as regras de educação social (quando muito reforçá-las). Cada um com o seu papel e todos juntos no sucesso.

(Nem dei relevo à última parte da notícia, mas leiam, só para poderem rir à gargalhada.)

É uma notícia do Público:


"O Governo Regional dos Açores pretende reforçar a autoridade dos professores e aplicar coimas aos pais que não se envolverem na educação dos filhos, anunciou hoje a nova secretária regional da Educação, Cláudia Cardoso.

A posição do executivo açoriano foi anunciada no plenário da Assembleia Legislativa Regional, durante uma interpelação ao governo sobre educação promovida pelo deputado regional do PPM, Paulo Estêvão, para debater os problemas do sector no arquipélago.


Cláudia Cardoso, que tomou posse do cargo há cerca de um mês, defendeu ser necessário um “reforço urgente da autoridade do pessoal docente, dentro e fora da sala de aulas”, nomeadamente concedendo aos professores o estatuto de “autoridade pública”.

“Passar-se-á a considerar todas as situações de agressões, como situações de crime público”, afirmou a secretária regional da Educação, que pretende criminalizar os maus comportamentos escolares através de “profundas alterações” no Estatuto do Aluno, no Regulamento de Gestão Administrativa e Pedagógica dos Alunos e no Regulamento de Autonomia e Gestão das Escolas.

Cláudia Cardoso pretende também exigir uma maior participação dos pais e encarregados de educação no acompanhamento escolar dos jovens estudantes, admitindo aplicar “coimas” e “perda de direitos sociais” a quem não esteja interessado no sucesso escolar dos educandos.

“A educação não é apenas um papel da escola, nem sobretudo da escola ou dos professores”, frisou, recordando que o sucesso escolar de alguns países europeus resulta também do papel das famílias na educação dos alunos.

Artur Lima, líder parlamentar do CDS/PP, recordou que as iniciativas hoje apresentadas correspondem, em parte, ao que os sindicatos e alguns partidos da oposição já defendem há algum tempo, sublinhando o que considerou ser uma “viragem no discurso da Educação nos Açores”.

A nova secretária regional da Educação negou, no entanto, que exista alguma alteração na política para o sector, salientando que estas ideias já eram defendidas no programa eleitoral do PS e do Governo Regional.

Paulo Estêvão, autor da interpelação ao governo, exigiu a “suspensão imediata” do sistema de avaliação dos docentes, por entender que, além de fazer perder muito tempo aos professores, não discrimina os bons dos maus.

“Que avaliação existe num sistema em que quase 99 por cento dos docentes obtêm a classificação de bom”, questionou o deputado regional do PPM, respondendo de seguida que "pouca ou nenhuma”.

Cláudia Cardoso recusou esta exigência, recordando que a indicação que o executivo tem é que este modelo, além de estar devidamente integrado, já é “compreendido” e “aceite” pelos docentes."

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Abraço!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Testes cognitivos (com o selo da Universidade de Cambridge)

São vários testes cognitivos, divididos em 4 áreas, para exercitar todo o nosso cérebro.

Tiveram um teste de QI no fim do ano passado, mas já não está disponível. (Não sei se isto é bom ou mau, por vezes podem dar-nos resultados inesperados. Só para pessoas com boa auto-estima?)


É em inglês (mas o google translate pode resolver a barreira linguística satisfatoriamente - se não souberem como, pergunte-me).
Podem experimentar aqui (eu ainda não o fiz. Comentem a vossa experiência para sabermos mais sobre os testes).





Abraço!