No Expresso vem um artigo sobre a geração à rasca (sim, aqueles que eram da geração "rasca" agora são da "à rasca").
Alexandre de Sousa Carvalho, Paula Gil, João Labrincha e António Frazão estão na origem do "Protesto Geração à Rasca", começado no Facebook e já com mais de 20 mil apoiantes.
"...desafiam todos os "desempregados, 'quinhentoseuristas' e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal" a participarem no protesto."
Embora não quisesse, tenho que me incluir neste grupo. Eu e muitos professores que trabalham com horários incompletos. Eu e muitos professores que estarão fora da escola no próximo ano lectivo. Eu e muitos professores maltratados desde o início da carreira (carreira? Os contratados têm carreira?).
Ninguém me obrigou a seguir esta vida, mas sou parvo! Gosto do que faço, mas não mo deixam fazer...
Abraço!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Professores e médicos contestam cortes em tribunal
Continua a luta.
"Professores e médicos contestam cortes em tribunal
Fenprof está a fazer o levantamento de todos os casos para poder coordenar as acções judiciais. Médicos já estão a receber salário reduzido.
Cerca de 40 mil professores contestaram os cortes salariais do mês de Janeiro junto das direcções das escolas e vão agora seguir para tribunal. O número é uma estimativa da Fenprof, que ainda está a fazer o levantamento de todos os casos, para poder coordenar as acções judiciais, agora que os Ministério da Educação (ME) já deu indicações às escolas para recusar os pedidos de reclamação feitos pelos professores. Médicos e enfermeiros preparam-se para também contestas os cortes em tribunal.
A partir de hoje, os docentes que não entregaram a reclamação no primeiro mês do ano, podem começar a contestar a redução do segundo ordenado que recebem este ano. Mas a maioria dos profissionais já terá contestado os cortes logo em Janeiro, dizem a Fenprof e a FNE (Federação Nacional de Educação). Médicos já começaram a receber o segundo salário reduzido no dia 21."
"Professores e médicos contestam cortes em tribunal
Fenprof está a fazer o levantamento de todos os casos para poder coordenar as acções judiciais. Médicos já estão a receber salário reduzido.
Cerca de 40 mil professores contestaram os cortes salariais do mês de Janeiro junto das direcções das escolas e vão agora seguir para tribunal. O número é uma estimativa da Fenprof, que ainda está a fazer o levantamento de todos os casos, para poder coordenar as acções judiciais, agora que os Ministério da Educação (ME) já deu indicações às escolas para recusar os pedidos de reclamação feitos pelos professores. Médicos e enfermeiros preparam-se para também contestas os cortes em tribunal.
A partir de hoje, os docentes que não entregaram a reclamação no primeiro mês do ano, podem começar a contestar a redução do segundo ordenado que recebem este ano. Mas a maioria dos profissionais já terá contestado os cortes logo em Janeiro, dizem a Fenprof e a FNE (Federação Nacional de Educação). Médicos já começaram a receber o segundo salário reduzido no dia 21."
DN
Abraço!
Responsabilizar os pais - Vídeo
Depois do texto, encontrei referência à mesma notícia em vídeo, na RTP Açores.
É caso para dizer que Cláudia Cardoso (nova secretária regional da educação dos Açores) chegou e disse... e parece-me "dizer" muito bem:
E "dá uma no cravo e outra na ferradura": vai continuar a política educativa do PS mas com alterações.
Carlos César apoia-a e elogia as suas capacidades.
Será uma revolta na ilha? Não seria a primeira vez que os insulares nos davam bons exemplos na educação.
Abraço!
É caso para dizer que Cláudia Cardoso (nova secretária regional da educação dos Açores) chegou e disse... e parece-me "dizer" muito bem:
E "dá uma no cravo e outra na ferradura": vai continuar a política educativa do PS mas com alterações.
Carlos César apoia-a e elogia as suas capacidades.
Será uma revolta na ilha? Não seria a primeira vez que os insulares nos davam bons exemplos na educação.
Abraço!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Há condições para avançar com a obrigatoriedade do 12º ano?
Segundo o SPN, não é a melhor altura para prosseguir com essa medida. Com os cortes no orçamento não será fácil.
Mas, por outro lado, não poderá funcionar como uma "obrigação" para mais investimento? Eu sei que isto é só uma esperança e o mais certo é não acontecer.
Vai aparecer mais um iluminado que descobre uma maneira de tirar aqui e por acolá (tipo os reajustes de horários que vão permitir que não haja despedimentos no próximo ano lectivo - pois, sim...) e vai correr tudo às mil maravilhas (ou não...).
Ou então poderemos ter outro governo em 2012/2013. E todos sabemos que novo governo significa nova política educativa, como tem acontecido na nossa história democrática. Se é para melhor ou pior é que não sabemos. resta-nos a esperança!
A notícia tem outros assuntos e pode ser lida aqui.
Abraço!
Mas, por outro lado, não poderá funcionar como uma "obrigação" para mais investimento? Eu sei que isto é só uma esperança e o mais certo é não acontecer.
Vai aparecer mais um iluminado que descobre uma maneira de tirar aqui e por acolá (tipo os reajustes de horários que vão permitir que não haja despedimentos no próximo ano lectivo - pois, sim...) e vai correr tudo às mil maravilhas (ou não...).
Ou então poderemos ter outro governo em 2012/2013. E todos sabemos que novo governo significa nova política educativa, como tem acontecido na nossa história democrática. Se é para melhor ou pior é que não sabemos. resta-nos a esperança!
A notícia tem outros assuntos e pode ser lida aqui.
Abraço!
Presidente do TC contra “monopólio do Estado” na educação
Já não é só uma ou duas, já começam a ser muitas vozes sobre este assunto: escolher a escola!
Podem ler no Público.
Podem ler no Público.
"O presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d’Oliveira Martins, que foi também ministro da Educação, defende que deve existir “liberdade de aprender e ensinar”, exigindo, assim, que o Estado “não tenha o monopólio do serviço público de educação”."
Responsabilizar os pais
Parece que há "alguma luz" nos Açores: os pais têm que ser responsabilizados pelos atos (ai que saudade do "c") dos seus filhos na escola. Muito bem! Assim deixavamos de ouvir "ele é assim", "em casa é pior", "até já bateu num bombeiro" e outras que certamente conhecem.
E onde dói mais? Na carteira: "coimas e perda de direitos sociais". São primeiro filhos e só depois alunos. Nós temos que dar a educação escolar, não temos que ensinar as regras de educação social (quando muito reforçá-las). Cada um com o seu papel e todos juntos no sucesso.
(Nem dei relevo à última parte da notícia, mas leiam, só para poderem rir à gargalhada.)
É uma notícia do Público:
"O Governo Regional dos Açores pretende reforçar a autoridade dos professores e aplicar coimas aos pais que não se envolverem na educação dos filhos, anunciou hoje a nova secretária regional da Educação, Cláudia Cardoso.
A posição do executivo açoriano foi anunciada no plenário da Assembleia Legislativa Regional, durante uma interpelação ao governo sobre educação promovida pelo deputado regional do PPM, Paulo Estêvão, para debater os problemas do sector no arquipélago.
Cláudia Cardoso, que tomou posse do cargo há cerca de um mês, defendeu ser necessário um “reforço urgente da autoridade do pessoal docente, dentro e fora da sala de aulas”, nomeadamente concedendo aos professores o estatuto de “autoridade pública”.
“Passar-se-á a considerar todas as situações de agressões, como situações de crime público”, afirmou a secretária regional da Educação, que pretende criminalizar os maus comportamentos escolares através de “profundas alterações” no Estatuto do Aluno, no Regulamento de Gestão Administrativa e Pedagógica dos Alunos e no Regulamento de Autonomia e Gestão das Escolas.
Cláudia Cardoso pretende também exigir uma maior participação dos pais e encarregados de educação no acompanhamento escolar dos jovens estudantes, admitindo aplicar “coimas” e “perda de direitos sociais” a quem não esteja interessado no sucesso escolar dos educandos.
“A educação não é apenas um papel da escola, nem sobretudo da escola ou dos professores”, frisou, recordando que o sucesso escolar de alguns países europeus resulta também do papel das famílias na educação dos alunos.
Artur Lima, líder parlamentar do CDS/PP, recordou que as iniciativas hoje apresentadas correspondem, em parte, ao que os sindicatos e alguns partidos da oposição já defendem há algum tempo, sublinhando o que considerou ser uma “viragem no discurso da Educação nos Açores”.
A nova secretária regional da Educação negou, no entanto, que exista alguma alteração na política para o sector, salientando que estas ideias já eram defendidas no programa eleitoral do PS e do Governo Regional.
Paulo Estêvão, autor da interpelação ao governo, exigiu a “suspensão imediata” do sistema de avaliação dos docentes, por entender que, além de fazer perder muito tempo aos professores, não discrimina os bons dos maus.
“Que avaliação existe num sistema em que quase 99 por cento dos docentes obtêm a classificação de bom”, questionou o deputado regional do PPM, respondendo de seguida que "pouca ou nenhuma”.
Cláudia Cardoso recusou esta exigência, recordando que a indicação que o executivo tem é que este modelo, além de estar devidamente integrado, já é “compreendido” e “aceite” pelos docentes."
Abraço!
E onde dói mais? Na carteira: "coimas e perda de direitos sociais". São primeiro filhos e só depois alunos. Nós temos que dar a educação escolar, não temos que ensinar as regras de educação social (quando muito reforçá-las). Cada um com o seu papel e todos juntos no sucesso.
(Nem dei relevo à última parte da notícia, mas leiam, só para poderem rir à gargalhada.)
É uma notícia do Público:
"O Governo Regional dos Açores pretende reforçar a autoridade dos professores e aplicar coimas aos pais que não se envolverem na educação dos filhos, anunciou hoje a nova secretária regional da Educação, Cláudia Cardoso.
A posição do executivo açoriano foi anunciada no plenário da Assembleia Legislativa Regional, durante uma interpelação ao governo sobre educação promovida pelo deputado regional do PPM, Paulo Estêvão, para debater os problemas do sector no arquipélago.
Cláudia Cardoso, que tomou posse do cargo há cerca de um mês, defendeu ser necessário um “reforço urgente da autoridade do pessoal docente, dentro e fora da sala de aulas”, nomeadamente concedendo aos professores o estatuto de “autoridade pública”.
“Passar-se-á a considerar todas as situações de agressões, como situações de crime público”, afirmou a secretária regional da Educação, que pretende criminalizar os maus comportamentos escolares através de “profundas alterações” no Estatuto do Aluno, no Regulamento de Gestão Administrativa e Pedagógica dos Alunos e no Regulamento de Autonomia e Gestão das Escolas.
Cláudia Cardoso pretende também exigir uma maior participação dos pais e encarregados de educação no acompanhamento escolar dos jovens estudantes, admitindo aplicar “coimas” e “perda de direitos sociais” a quem não esteja interessado no sucesso escolar dos educandos.
“A educação não é apenas um papel da escola, nem sobretudo da escola ou dos professores”, frisou, recordando que o sucesso escolar de alguns países europeus resulta também do papel das famílias na educação dos alunos.
Artur Lima, líder parlamentar do CDS/PP, recordou que as iniciativas hoje apresentadas correspondem, em parte, ao que os sindicatos e alguns partidos da oposição já defendem há algum tempo, sublinhando o que considerou ser uma “viragem no discurso da Educação nos Açores”.
A nova secretária regional da Educação negou, no entanto, que exista alguma alteração na política para o sector, salientando que estas ideias já eram defendidas no programa eleitoral do PS e do Governo Regional.
Paulo Estêvão, autor da interpelação ao governo, exigiu a “suspensão imediata” do sistema de avaliação dos docentes, por entender que, além de fazer perder muito tempo aos professores, não discrimina os bons dos maus.
“Que avaliação existe num sistema em que quase 99 por cento dos docentes obtêm a classificação de bom”, questionou o deputado regional do PPM, respondendo de seguida que "pouca ou nenhuma”.
Cláudia Cardoso recusou esta exigência, recordando que a indicação que o executivo tem é que este modelo, além de estar devidamente integrado, já é “compreendido” e “aceite” pelos docentes."
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Abraço!
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Testes cognitivos (com o selo da Universidade de Cambridge)
São vários testes cognitivos, divididos em 4 áreas, para exercitar todo o nosso cérebro.
Tiveram um teste de QI no fim do ano passado, mas já não está disponível. (Não sei se isto é bom ou mau, por vezes podem dar-nos resultados inesperados. Só para pessoas com boa auto-estima?)
É em inglês (mas o google translate pode resolver a barreira linguística satisfatoriamente - se não souberem como, pergunte-me).
Podem experimentar aqui (eu ainda não o fiz. Comentem a vossa experiência para sabermos mais sobre os testes).
Abraço!
Tiveram um teste de QI no fim do ano passado, mas já não está disponível. (Não sei se isto é bom ou mau, por vezes podem dar-nos resultados inesperados. Só para pessoas com boa auto-estima?)
É em inglês (mas o google translate pode resolver a barreira linguística satisfatoriamente - se não souberem como, pergunte-me).
Podem experimentar aqui (eu ainda não o fiz. Comentem a vossa experiência para sabermos mais sobre os testes).
Abraço!
Professores: três meses de greve às horas extraordinárias
Trabalhar mais para ganhar menos?
É uma medida avançada pela FENPROF.
"A FENPROF anunciou esta segunda-feira uma greve de três meses, às horas extraordinárias, no sector da Educação. O protesto deverá realizar-se entre 1 de Março e 30 de Junho. Num comunicado enviado aos órgãos de comunicação social, o sindicato diz ainda que o pré-aviso será entregue já hoje junto das entidades competentes.
Na base da decisão está uma decisão do Ministério da Educação em estabelecer que o valor das horas extraordinárias tenha por base as 35 horas, quando o que está actualmente previsto varia entre as 22 e as 25 horas.
Desta forma, segundo os sindicatos, é ainda mais reduzido «o valor líquido do próprio vencimento base».
No mesmo comunicado, a FENPROF diz ainda que a greve será levantada «quando o Ministério da Educação respeitar o disposto na lei». Acrescentando que a questões já foi colocada «junto da Ministra, na Provedoria de Justiça e também na Assembleia da República»."
É uma medida avançada pela FENPROF.
"A FENPROF anunciou esta segunda-feira uma greve de três meses, às horas extraordinárias, no sector da Educação. O protesto deverá realizar-se entre 1 de Março e 30 de Junho. Num comunicado enviado aos órgãos de comunicação social, o sindicato diz ainda que o pré-aviso será entregue já hoje junto das entidades competentes.
Na base da decisão está uma decisão do Ministério da Educação em estabelecer que o valor das horas extraordinárias tenha por base as 35 horas, quando o que está actualmente previsto varia entre as 22 e as 25 horas.
Desta forma, segundo os sindicatos, é ainda mais reduzido «o valor líquido do próprio vencimento base».
No mesmo comunicado, a FENPROF diz ainda que a greve será levantada «quando o Ministério da Educação respeitar o disposto na lei». Acrescentando que a questões já foi colocada «junto da Ministra, na Provedoria de Justiça e também na Assembleia da República»."
TVI
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Abraço!
Os Presidentes de Portugal
É um trabalho interessante do Jornal Expresso: "De Teófilo Braga a Cavaco Silva, faça uma viagem histórica pela cronologia de todos os Presidentes da República portugueses."
Abraço!
Podem ver aqui.
Abraço!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
O meu modesto blogue no Jornal Expresso
Desculpem-me a falta de humildade, mas isto premeia o autor e os seus leitores.
Eu, como autor, dedico atenção à construção deste blogue.
Vocês, como leitores (e já alguns comentadores), ajudam a torná-lo visível e são a razão do meu trabalho para manter este espaço vivo.
A todos um muito obrigado.
Pois, sim, falta o que deu origem ao título. É uma pequena alusão a este blogue no Jornal Expresso. Não é nada, mas começa a ser muito...
Abraço!
Eu, como autor, dedico atenção à construção deste blogue.
Vocês, como leitores (e já alguns comentadores), ajudam a torná-lo visível e são a razão do meu trabalho para manter este espaço vivo.
A todos um muito obrigado.
Pois, sim, falta o que deu origem ao título. É uma pequena alusão a este blogue no Jornal Expresso. Não é nada, mas começa a ser muito...
Abraço!
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