Fala-se (não vi nada escrito oficialmente) em passar o Desporto Escolar para os tempos de estabelecimento e aumentar a carga lectiva dos últimos escalões para as 22h.
São mais desempregados a acrescentar aos já falados 30 mil que não vão ter lugar na escola no próximo ano!
Por enquanto só se fala...
Abraço!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Normas para a criação de agrupamentos
Portaria n.º 1181/2010 - Diário da república
Extractos da notícia
Normas para a criação de agrupamentos - Lusa / EDUCARE
"Os procedimentos de criação, alteração e extinção de agrupamentos de escolas ..."
"No caso da criação de agrupamentos de escolas, a apresentação de propostas compete às direcções regionais de educação (DRE) e no caso da criação de estabelecimentos da educação pré-escolar, do Ensino Básico e Secundário, envolve também os municípios."
"Quando apresenta as propostas, a DRE deve antes auscultar os municípios abrangidos e pode também ouvir outras entidades da comunidade educativa."
"Se a iniciativa for dos municípios, as propostas serão dirigidas ao director regional de Educação, devendo as entidades consultadas pronunciar-se no prazo máximo de dez dias. O silêncio equivale à "aceitação tácita das propostas" e a decisão compete ao titular da pasta da Educação."
"A resolução estabeleceu orientações para o reordenamento da rede, no sentido de a adaptar à escolaridade obrigatória de 12 anos, adequar as condições das escolas ao sucesso escolar e combate ao abandono, bem como de promover a racionalização dos agrupamentos, "de modo a favorecer o desenvolvimento de um projecto educativo comum, articulando níveis e ciclos de ensino distintos", de acordo com os argumentos do Governo."
"Estão também sujeitos a alteração os estabelecimentos que "deixem de reunir as condições e os recursos necessários a uma efectiva capacidade pedagógica à promoção do sucesso escolar" num dos níveis ou ciclos de educação ou ensino.
"Os agrupamentos ou escolas não agrupadas que não reúnam as "condições necessárias" ao cumprimento dos princípios e orientações de reordenamento da rede escolar definidas na resolução do Conselho de Ministros "devem ser objecto de extinção", a menos que sejam os únicos existentes em determinado território."
"No final do processo [de reorganização] da rede escolar, deverão estar cerca de 900 escolas encerradas, mas este universo só corresponde a 3,5% das crianças que frequentam o 1.º ciclo", declarou Isabel Alçada, em conferência de imprensa."
Como todos se recordam, fecharam 700 escolas, ainda faltam 200... Vai continuar a redução de despesa e respectiva redução de qualidade do ensino.
Sofremos nós, os professores, mas sofrem também eles, os alunos!
Como nós não fazemos nada, vão ter que ser os pais deles a fecharem escolas a cadeado e a manifestarem-se para conseguirem uma ou outra migalha.
Abraço!
Extractos da notícia
Normas para a criação de agrupamentos - Lusa / EDUCARE
"Os procedimentos de criação, alteração e extinção de agrupamentos de escolas ..."
"No caso da criação de agrupamentos de escolas, a apresentação de propostas compete às direcções regionais de educação (DRE) e no caso da criação de estabelecimentos da educação pré-escolar, do Ensino Básico e Secundário, envolve também os municípios."
"Quando apresenta as propostas, a DRE deve antes auscultar os municípios abrangidos e pode também ouvir outras entidades da comunidade educativa."
"Se a iniciativa for dos municípios, as propostas serão dirigidas ao director regional de Educação, devendo as entidades consultadas pronunciar-se no prazo máximo de dez dias. O silêncio equivale à "aceitação tácita das propostas" e a decisão compete ao titular da pasta da Educação."
"A resolução estabeleceu orientações para o reordenamento da rede, no sentido de a adaptar à escolaridade obrigatória de 12 anos, adequar as condições das escolas ao sucesso escolar e combate ao abandono, bem como de promover a racionalização dos agrupamentos, "de modo a favorecer o desenvolvimento de um projecto educativo comum, articulando níveis e ciclos de ensino distintos", de acordo com os argumentos do Governo."
"Estão também sujeitos a alteração os estabelecimentos que "deixem de reunir as condições e os recursos necessários a uma efectiva capacidade pedagógica à promoção do sucesso escolar" num dos níveis ou ciclos de educação ou ensino.
"Os agrupamentos ou escolas não agrupadas que não reúnam as "condições necessárias" ao cumprimento dos princípios e orientações de reordenamento da rede escolar definidas na resolução do Conselho de Ministros "devem ser objecto de extinção", a menos que sejam os únicos existentes em determinado território."
"No final do processo [de reorganização] da rede escolar, deverão estar cerca de 900 escolas encerradas, mas este universo só corresponde a 3,5% das crianças que frequentam o 1.º ciclo", declarou Isabel Alçada, em conferência de imprensa."
Lusa/Educare
Como todos se recordam, fecharam 700 escolas, ainda faltam 200... Vai continuar a redução de despesa e respectiva redução de qualidade do ensino.
Sofremos nós, os professores, mas sofrem também eles, os alunos!
Como nós não fazemos nada, vão ter que ser os pais deles a fecharem escolas a cadeado e a manifestarem-se para conseguirem uma ou outra migalha.
Abraço!
Solidão não rima com inclusão...
"Nunca será de mais voltar ao assunto, para lembrar que, apesar da teoria e contra ela, a realidade diz- nos que, desde há séculos, tudo está escrito e tudo continua por concretizar. Nunca será de mais falar de inclusão. Nunca será de mais lembrar que os projectos humanos carecem de um novo sistema ético e de uma matriz axiológica clara, baseada no saber cuidar, conviver com a diversidade.
A chamada educação inclusiva não surgiu por acaso, nem é missão exclusiva da escola. É um produto histórico de uma época e de realidades educacionais contemporâneas, uma época que requer que abandonemos muitos dos nossos estereótipos e preconceitos, que exige que se transforme a "escola estatal" em escola pública - uma escola que a todos acolha e a cada qual dê oportunidades de ser e de aprender.
Os obstáculos que uma escola encontra, quando aspira a práticas de inclusão, são problemas de relação. As escolas carecem de espaços de convivencialidade reflexiva, de procurar compreender que pessoas são aquelas com quem partilhamos os dias, quais são as suas necessidades (educativas e outras), cuidar da pessoa do professor, para que se veja na dignidade de pessoa humana e veja outros educadores como pessoas. Sempre que um professor se assume individualmente responsável pelos actos do seu colectivo, reelabora a sua cultura pessoal e profissional... "inclui-se". Como não se transmite aquilo que se diz, mas aquilo que se é, os professores inclusos numa equipa com projecto promovem a inclusão.
Aos adeptos do pensamento único (que ainda encontro por aí...) direi ser preciso saber fazer silêncio "escutatório", fundamento do reconhecimento do outro. Que precisamos de rever a nossa necessidade de desejar o outro conforme nossa a imagem, mas respeitá-lo numa perspectiva não narcísica, ou seja, aquela que respeita o outro, o não-eu, o diferente de mim, aquela que não quer catequizar ninguém, que defende a liberdade de ideias e crenças, como nos avisaria Freud. Isso também é caminho para a inclusão.
Aos cínicos (que ainda encontro por aí...) direi que, onde houver turmas de alunos enfileirados em salas-celas, não haverá inclusão. Onde houver séries de aulas assentes na crença de ser possível ensinar a todos como se de um só se tratasse, não haverá inclusão. Direi que, enquanto o professor estiver sozinho, não haverá inclusão. Insisto na necessidade da metamorfose do professor, que deve sair de si (necessidade de se conhecer); sair da sala de aula (necessidade de reconhecer o outro); sair da escola (necessidade de compreender o mundo). O ethos organizacional de uma escola depende da sua inserção social, de relações de proximidade com outros actores sociais.
Também é requisito de inclusão o reconhecimento da imprevisibilidade de que se reveste todo o acto educativo. Enquanto acto de relação, ele é único, irrepetível, impossível de prever (de planear) e de um para um (questionando abstracções como "turma" ou "grupo homogéneo"), nas dimensões cognitiva, afectiva, emocional, física, moral... As escolas que reconhecem tais requisitos estarão a caminho da inclusão.
Na solidão do professor em sala de aula não há inclusão. Nem do aluno, metade do dia enfileirado, vigiado, impedido de dialogar com o colega do lado, e a outra metade, frente a um televisor, a uma tela de computador ou de telemóvel... sozinho. A inclusão depende da solidariedade exercida em equipas educativas. Um projecto de inclusão é um acto colectivo e só tem sentido no quadro de um projecto local de desenvolvimento consubstanciado numa lógica comunitária, algo que pressupõe uma profunda transformação cultural. "
(Texto de) José Pacheco, Mestre em Ciências da Educação pela Universidade do Porto, foi professor da Escola da Ponte. Foi também docente na Escola Superior de Educação do IPP e membro do Conselho Nacional de Educação.
Abraço!
A chamada educação inclusiva não surgiu por acaso, nem é missão exclusiva da escola. É um produto histórico de uma época e de realidades educacionais contemporâneas, uma época que requer que abandonemos muitos dos nossos estereótipos e preconceitos, que exige que se transforme a "escola estatal" em escola pública - uma escola que a todos acolha e a cada qual dê oportunidades de ser e de aprender.
Os obstáculos que uma escola encontra, quando aspira a práticas de inclusão, são problemas de relação. As escolas carecem de espaços de convivencialidade reflexiva, de procurar compreender que pessoas são aquelas com quem partilhamos os dias, quais são as suas necessidades (educativas e outras), cuidar da pessoa do professor, para que se veja na dignidade de pessoa humana e veja outros educadores como pessoas. Sempre que um professor se assume individualmente responsável pelos actos do seu colectivo, reelabora a sua cultura pessoal e profissional... "inclui-se". Como não se transmite aquilo que se diz, mas aquilo que se é, os professores inclusos numa equipa com projecto promovem a inclusão.
Aos adeptos do pensamento único (que ainda encontro por aí...) direi ser preciso saber fazer silêncio "escutatório", fundamento do reconhecimento do outro. Que precisamos de rever a nossa necessidade de desejar o outro conforme nossa a imagem, mas respeitá-lo numa perspectiva não narcísica, ou seja, aquela que respeita o outro, o não-eu, o diferente de mim, aquela que não quer catequizar ninguém, que defende a liberdade de ideias e crenças, como nos avisaria Freud. Isso também é caminho para a inclusão.
Aos cínicos (que ainda encontro por aí...) direi que, onde houver turmas de alunos enfileirados em salas-celas, não haverá inclusão. Onde houver séries de aulas assentes na crença de ser possível ensinar a todos como se de um só se tratasse, não haverá inclusão. Direi que, enquanto o professor estiver sozinho, não haverá inclusão. Insisto na necessidade da metamorfose do professor, que deve sair de si (necessidade de se conhecer); sair da sala de aula (necessidade de reconhecer o outro); sair da escola (necessidade de compreender o mundo). O ethos organizacional de uma escola depende da sua inserção social, de relações de proximidade com outros actores sociais.
Também é requisito de inclusão o reconhecimento da imprevisibilidade de que se reveste todo o acto educativo. Enquanto acto de relação, ele é único, irrepetível, impossível de prever (de planear) e de um para um (questionando abstracções como "turma" ou "grupo homogéneo"), nas dimensões cognitiva, afectiva, emocional, física, moral... As escolas que reconhecem tais requisitos estarão a caminho da inclusão.
Na solidão do professor em sala de aula não há inclusão. Nem do aluno, metade do dia enfileirado, vigiado, impedido de dialogar com o colega do lado, e a outra metade, frente a um televisor, a uma tela de computador ou de telemóvel... sozinho. A inclusão depende da solidariedade exercida em equipas educativas. Um projecto de inclusão é um acto colectivo e só tem sentido no quadro de um projecto local de desenvolvimento consubstanciado numa lógica comunitária, algo que pressupõe uma profunda transformação cultural. "
(Texto de) José Pacheco, Mestre em Ciências da Educação pela Universidade do Porto, foi professor da Escola da Ponte. Foi também docente na Escola Superior de Educação do IPP e membro do Conselho Nacional de Educação.
Estas e outras em Educare
Abraço!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Sabiam que...
... em 2009 tivemos 4716 diplomados na área da educação? E que em 2004 foram 14999? - Parece que foram ganhando juízo.
... nasceram 220 pessoas hoje (até agora)? E morreram 234 (até agora)? - Saldo negativo.
Isto e muito mais em Pordata. População, saúde, educação, emprego, cultura entre vários temas interessantes.
"A Pordata é um serviço público, um projecto destinado a todos, pensado para um vasto número de utentes que comungam do interesse em conhecer, com confiança e rigor, mais sobre Portugal. É, por isso, com imenso orgulho que passo, a partir de hoje, a partilhar esta fonte de informação com todos os que possam dela necessitar.
Maria João Valente Rosa
Directora do Projecto"
Vale a pena visitar e adicionar aos favoritos.
Abraço!
... nasceram 220 pessoas hoje (até agora)? E morreram 234 (até agora)? - Saldo negativo.
Isto e muito mais em Pordata. População, saúde, educação, emprego, cultura entre vários temas interessantes.
"A Pordata é um serviço público, um projecto destinado a todos, pensado para um vasto número de utentes que comungam do interesse em conhecer, com confiança e rigor, mais sobre Portugal. É, por isso, com imenso orgulho que passo, a partir de hoje, a partilhar esta fonte de informação com todos os que possam dela necessitar.
Maria João Valente Rosa
Directora do Projecto"
Vale a pena visitar e adicionar aos favoritos.
Abraço!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Só porque podem...
Apetece-me, faço e depois... será que sou punido à altura da gravidade?
Espero que não seja mais um caso sem consequências disciplinares.
Espero que não seja mais um caso sem consequências disciplinares.
Eles estão nas nossas escolas...
Abraço!
"...alunos a comporem músicas com piropos."
O título foi só para chamar atenção. A notícia não é real, mas "se não aconteceu podia ter acontecido".
"Trolha de Vieira do Minho vai ensinar alunos a comporem músicas com piropos
Por Fábio Benídio
Alguns professores que concorreram para cargos nas Actividades de Enriquecimento Curricular, em Vieira do Minho, perderam o lugar para pessoas que não tinham qualificações suficientes, incluindo um operário da construção civil, que vai substituir a professora de música.
Contactado pelo IP, o edil de Vieira do Minho garantiu que estava tudo dentro da legalidade, acrescentado que não se trata de um trolha qualquer, mas sim de um servente de primeira categoria, com habilitações para manusear betoneiras, e que já foi elogiado várias vezes pelos colegas devido à musicalidade dos seus piropos, que são quase poesia, e dos quais se destacam o famoso ‘Ó morcona, comia-te o sufixo’ e o não menos célebre ‘Usas cuecas TMN? É que o teu rabinho é um mimo’. O autarca minhoto salientou ainda a importância de ser um trolha a trabalhar com estes alunos, uma vez que a maioria deles acabará certamente a trabalhar na construção civil em Espanha."
Já não digo nada, há que aproveitar os melhores profissionais para ensinarem o que interessa...
Ai o sufixo...
Abraço!
"Trolha de Vieira do Minho vai ensinar alunos a comporem músicas com piropos
Por Fábio Benídio
Alguns professores que concorreram para cargos nas Actividades de Enriquecimento Curricular, em Vieira do Minho, perderam o lugar para pessoas que não tinham qualificações suficientes, incluindo um operário da construção civil, que vai substituir a professora de música.
Contactado pelo IP, o edil de Vieira do Minho garantiu que estava tudo dentro da legalidade, acrescentado que não se trata de um trolha qualquer, mas sim de um servente de primeira categoria, com habilitações para manusear betoneiras, e que já foi elogiado várias vezes pelos colegas devido à musicalidade dos seus piropos, que são quase poesia, e dos quais se destacam o famoso ‘Ó morcona, comia-te o sufixo’ e o não menos célebre ‘Usas cuecas TMN? É que o teu rabinho é um mimo’. O autarca minhoto salientou ainda a importância de ser um trolha a trabalhar com estes alunos, uma vez que a maioria deles acabará certamente a trabalhar na construção civil em Espanha."
Mais uma do Inimigo Público
Já não digo nada, há que aproveitar os melhores profissionais para ensinarem o que interessa...
Ai o sufixo...
Abraço!
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Curso de Gandinismo
O Politécnico de Curral de Moinas está em grande e avançou com o curso de Gandinismo:
"Suspensório negro em gandinismo", ora aí está o futuro...
Abraço!
"Tiririca provou que sabe ler e escrever"
E depois da mensagem que escrevi abaixo, não podia deixar de referir esta notícia:
"Tiririca, eleito deputado federal por São Paulo nas eleições de 3 de Outubro, conseguiu ler e escrever durante o teste de alfabetização ontem realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral, noticiaram os media brasileiros.
Francisco Everardo Oliveira Silva, de seu nome verdadeiro, foi o deputado federal que mais eleitores conquistou em todo o Brasil: 1,3 milhões de votos foi quanto obteve nas eleições.
No entanto, as suas capacidades de escrita e leitura suscitaram dúvidas e foi mesmo acusado de ter falsificado o documento oficial que susteve a sua candidatura.
Uma perícia que foi feita levantou a suspeita de que a declaração de alfabetização não teria sido redigida pelo humorista.
No teste que fez ontem, o humorista nordestino teve que escrever a seguinte frase: "A promulgação do Código Eleitoral, em Fevereiro de 1932, trazendo como grandes novidades a criação da Justiça Eleitoral."
Tiririca teve ainda que ler título o subtítulo de duas reportagens: uma sobre o Procon e outra sobre o filme de Ayrton Senna. O deputado federal eleito em São Paulo pelo Partido da República teve ainda que fazer uma interpretação sobre aquilo que escreveu e leu.
A decisão final sobre o teste, para saber se o deputado pode ou não exercer o cargo, fica agora nas mãos do juiz Aloízio Silveira."
DN
Não conhecem Tiririca?
Abraço!
"Quando se aprende a ler..."
"... é como se uma armada vitoriosa chegasse às costas desprevenidas do nosso cérebro. Muda-o para sempre, conquistando territórios que eram utilizados para processar outros estímulos"
É assim que começa a notícia do Público - "O cérebro de um adulto muda tanto como o de uma criança, quando aprende a ler".
Retirei outras partes (aconselho a leitura integral):
"...nunca é tarde para aprender: "O cérebro dos ex-analfabetos só em poucas coisas difere do dos alfabetizados, está muito mais próximo destes", diz José Morais"
Continua dizendo que "Ensinar alguém a ler na idade adulta tem os mesmos efeitos do que ensinar uma criança. É uma boa notícia, não há razão para desistir dos iletrados".
"...há o curioso roubar de terreno à área cerebral que processa o reconhecimento de rostos pela Área da Forma Visual das Palavras, que ganha terreno no córtex, quando se aprende a ler."
Abraço!
É assim que começa a notícia do Público - "O cérebro de um adulto muda tanto como o de uma criança, quando aprende a ler".
Retirei outras partes (aconselho a leitura integral):
"...nunca é tarde para aprender: "O cérebro dos ex-analfabetos só em poucas coisas difere do dos alfabetizados, está muito mais próximo destes", diz José Morais"
Continua dizendo que "Ensinar alguém a ler na idade adulta tem os mesmos efeitos do que ensinar uma criança. É uma boa notícia, não há razão para desistir dos iletrados".
"...há o curioso roubar de terreno à área cerebral que processa o reconhecimento de rostos pela Área da Forma Visual das Palavras, que ganha terreno no córtex, quando se aprende a ler."
Abraço!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Coordenadores de Departamento, Relatores e Coordenadores de Estabelecimento
Referem-se aos Coordenadores de Departamento, Relatores e Coordenadores de Estabelecimento. São decisões de carácter excepcional para a designação destes.
Chamo atenção para os blogues que tenho na secção "o que os outros escrevem", onde encontram as informações referidas.
Chamo também atenção para este post interessante: http://educar.wordpress.com/2010/11/11/caminhos-veredas/ Conflitos de interesse, recusa em ser avaliado por algum colega em especial e outros "direitos" que temos ao ser avaliados.
Abraço!
Chamo atenção para os blogues que tenho na secção "o que os outros escrevem", onde encontram as informações referidas.
Chamo também atenção para este post interessante: http://educar.wordpress.com/2010/11/11/caminhos-veredas/ Conflitos de interesse, recusa em ser avaliado por algum colega em especial e outros "direitos" que temos ao ser avaliados.
Abraço!
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