segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Kant afirmou

"É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade."

Immanuel Kant

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Ainda sobre a formação "obrigatória"

Recebi um e-mail em que, mais uma vez, se esclarece a "obrigatoriedade" da formação para AAD (Avaliação de Desempenho Docente):
Se os Centros de Formação de Associação de Escolas não tiverem capacidade para absorver todos os docentes que dela precisam, os que ficam de fora não podem ser prejudicados.

Mas atenção para o nº3 deste documento:
 "...o docente requer ao Centro de Formação de Associação de Escolas a que pertence o respectivo agrupamento de escolas / escola não agrupada, uma declaração que demonstre esse facto. "

E alerto para mais um pormenor que me têm falado, o qual ainda não pude confirmar: creio que nos temos que inscrever nos centros de formação da área geográfica da escola, não só no ao que a nossa escola está associado. Se alguém conseguir confirmar ou desmentir esta informação, agradeço que deixe comentário ou me envie um e-mail.

Podem ler o OFÍCIO C I R C U L A R Nº B10015647X  aqui.


Abraço!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Lince - o programa.

Não, não é um animal, é mesmo um programa:


"O Lince é uma ferramenta de apoio à implementação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa que converte o conteúdo de ficheiros de texto para a grafia neste momento a ser introduzida em vários países do espaço da CPLP. Suporta vários formatos e permite converter em simultâneo um número elevado de ficheiros de qualquer dimensão."

Podem obtê-lo clicando na imagem.

Abraço!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Corte de 30 mil professores?

As contas são da FENPROF.

Ainda há pouco tempo eram 8 mil, agora são 30... que seja um número exagerado e seja metade dos professores a não serem admitidos/despedidos: 15 mil - continua a ser um número assustador.

Como vão funcionar as escolas?

Como podem garantir o ensino que os alunos precisam?

Se somos perto de 30 mil contratados, como ficará a nossa situação? Metade de nós é dispensável?

Será que está na hora de deixar a profissão antes que ela nos abandone? O futuro não parece brilhante...

Abraço...

Cortes afectam 115 mil professores

A notícia já é do fim do mês passado, mas só hoje a li. E depois li os comentários dos senhores leitores. E, claro está, lá vem o "dos professores não tenho eu pena" - estamos todos metidos no mesmo saco, sejamos contratatos ou quadros, tenhamos um resto de horário ou um completo, trabalhemos todos ao lado de casa ou longe, sejamos insultados ou elogiados...
Esta mania mesquinha de deitar os outros abaixo em vez de querer subir para o lado deles ... Afinal querem ganhar mais ou querem que os outros ganhem menos? Querem ter mais direitos ou querem que outros tenham menos? Querem ficar melhor ou querem que os outros fiquem piores? Já que querem igualdade, que eu aceito muito bem e também quero, porque não ficarmos iguais ao nível dos melhores e não ao nível dos piores???

Podem ler a notícia e comentários no JN.

Abraço!

Restituição de verbas recebidas indevidamente

Li no Público e achei relevante transcrever esta parte:

"Restituição é legal


Vieira de Andrade, professor catedrático da Universidade de Coimbra e especialista em Direito Administrativo, disse ser "pacífico que os funcionários do Estado estão obrigados a restituir as verbas que tenham recebido indevidamente", ainda que não tenham responsabilidade na situação. À semelhança de Veiga e Moura, advogado especialista na mesma área, sublinha, contudo, que para que tal se verifique tem de ser provado que o pagamento foi ilegal."

Mas certifiquem-se, antes de restituir, que têm mesmo que o fazer. Os sindicatos já tinham sugerido que se contactasse primeiro o apoio jurídico que disponibilizam antes de agirem.

Abraço!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Educação Financeira

Leram no Educare?

Transcrevo aqui algumas partes:

"Professores e alunos das escolas do 1.º ao 3.º ciclo do Ensino Básico vão ter um novo instrumento de trabalho a partir deste mês: guiões pedagógicos para dinamização de actividades sobre educação financeira."

"A secretária-geral da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC) disse à agência Lusa que o documento está "praticamente concluído", tendo o Ministério da Educação, entidade parceira no projecto, assumido o compromisso de ajudar à divulgação dos guiões a partir de Novembro."
""Há um interesse crescente por parte das escolas e dos professores em leccionar estas matérias, até pela conjuntura económica recessiva que estamos a viver. É importante percebermos como podemos ter uma relação mais equilibrada e positiva com o dinheiro", afirmou Susana Albuquerque."

"Os guiões destinam-se aos docentes, que "devem ser os agentes da mudança em relação ao aumento da literacia financeira", mas contam com um conjunto de actividades que podem ser dinamizadas directamente pelos alunos."
""Consistem no desenvolvimento de competências como gerir um orçamento, gastar, poupar, investir, desenvolver o espírito de iniciativa, aprender a falar sobre dinheiro, saber fazer as perguntas certas no banco, por exemplo, através de actividades experimentais", explicou."

"A educação financeira é uma das matérias que podem ser abordadas durante o ano lectivo na Educação para a Cidadania, não sendo, no entanto, obrigatória."

"Susana Albuquerque defende que a educação financeira deveria ser uma disciplina autónoma, mas tendo em conta o tempo que demoraria uma reforma curricular, a ASFAC decidiu avançar com o que estava ao seu alcance."

""A área financeira é tão especializada e tão complexa que todos precisamos de formação. Ouvimos todos os dias falar de conceitos financeiros que não são necessariamente óbvios para toda a gente. A isto há a acrescentar que a nossa relação com o dinheiro é muito mais emocional do que racional", defendeu."

"A ASFAC vai no próximo ano formar formadores de educação financeira e em Março realiza a I Conferência Nacional de Educação Financeira, dirigida a professores."

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Creio que faz muito sentido. Mas agora aguardo que não sejam só "boas intenções" que ficam pelo caminho.

Até sugiro uma disciplina neste âmbito, e até um pouco mais alragado, para substituir a Área de Projecto ou o Estudo Acompanhado.

Abraço!

Mgalhães bombástico

Mais uma muito boa de Antero.


Uma grande bomba...

Abraço!

Progressões irregulares

Diz a RTP:



Pior do que não progredir, é progredir para ter que regredir logo depois... E pior ainda é devolver os euros!
Será que a opinião pública já está a culpar directamente os professores por esta situação? Se progrediram é porque alguém errou(?) na administração...
Mas se lermos a notícia do jornal i, afinal o "Ministério da Educação e sindicatos estão de acordo num ponto: o número de casos será irrisório"

Escrevem eles:

"Serão poucos casos, mas os professores que transitaram indevidamente para um escalão acima na carreira vão ter mesmo de devolver o dinheiro, garante o Ministério da Educação."

"Para os sindicatos, toda esta situação "é anedótica" e levar as escolas a analisar a situação de cada professor "dará mais despesa do que dinheiro reposto", refere Mário Nogueira da Federação Nacional dos Professores (Fenprof)."

"...para a Fenprof, toda esta confusão motivada por uma circular da Direcção-geral dos Recursos Humanos da Educação (DGRHE) enviada na sexta-feira à noite tem um único objectivo: "Atrasar as progressões na carreira" previstas para este ano. "Enquanto as escolas estiverem ocupadas" com esta tarefa não darão andamento aos processos pendentes, critica, acusando o ministério de "manobras desonestas" para empatar as escolas."

"Em comunicado, a Fenprof lembra que "as progressões na carreira docente estiveram vedadas até 1 de Janeiro de 2008, não se tendo verificado nenhuma durante todo o ano de 2007". E "mesmo depois de desbloquearem as progressões, milhares de docentes continuaram impedidos de progredir devido à divisão da carreira em categorias hierarquizadas". Por fim, "no momento do desbloqueamento, em 2008, os módulos de tempo dos escalões em que se concentravam mais docentes viram aumentada a permanência, o que impediu, de novo, as progressões"."


Agora escolham a notícia que preferirem...

Abraço!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Bullying

Voltou hoje às notícias o bullying, como por exemplo no jornal Público - "Bullying pode dar prisão se o agressor tiver mais de 16 anos"

No entanto também li, e confirmei uma ideia que tinha, que afinal o bullying não é um fenómeno usual nas escolas portuguesas. Agora calma: antes que me chamem louco, eu passo a explicar.

"Há algumas crianças instáveis e até agressivas, mas um bully é uma criança que assume uma ação agressiva para com o seu par de forma continuada, que continuadamente persegue o par, o colega, e que o agride verbalmente, psicologicamente e até fisicamente. O que concluímos é que isso não acontece continuamente"

Na definição de bullying podemos ler: "Conjunto de maus-tratos, ameaças, coações ou outros atos de intimidação física ou psicológica exercido de forma continuada sobre uma pessoa considerada mais fraca ou mais vulnerável."



Agressão continuada e sempre sobre o mesmo. Assim concordo, pelo que vejo, que não é o bullying que acontece mais frequentemente na escola. Vejo violência, reflexo do que também se passa fora dela...

É mais um termo do inglês que nos parece "chic", "cool" e usamos sem saber bem o que define.

Abraço!